Wednesday, September 30, 2009

EDSON COSTA, HARMONIZAÇÃO ENO-MUSICAL

Em conformidade con o calendário de apresentações mensais do Clube dos Discófilos Fanáticos (CDFs), Sérgio Benigno, da Patuléia, inaugurou as apresentações da noite, comprovando a lenda de que o grupo Pink Floyd compos uma canção baseando-se no filme "O Magico de Oz".
Eu, Joaquim Nogueira e Edson Costa, momentos antes da belissima apresentação.

O discófilo fanático Edson Costa honrou à sua esposa Sandra Santos e a mim, com a dedicatória da apresentação.


Aqui, Edson inicia, com desenvoltura e conhecimento de causa, o desenvolvimento do tema "Harmonização Eno-Musical - Musica e Vinho" através do qual esmiuçou dois ingredientes de sua predileção, relativos ao desfrute do seu ócio produtivo.


Edson explica que a musica é uma expresssão individual do compositor e geralmente exprime caracteristicas da cidade ou da região onde ele vive. O vinho por sua vez, é uma expressão do enólogo e guarda sempre as caracteristicas da região onde foi produzido. Os exemplares mais notáveis são exatamente os que melhor refletem seu terroir.



Edson disse mais. Vinho e música podem ser vistos sob vários angulos. Mas, seguramente, um dos mais estimulantes é a variedade que ambos têm. No vinho pela diversidade de uvas, do terroir, de aromas e sabores. Na música, pelo ritmo, interpretação, letra e arranjo.



Edson concluiu. O resumo é o seguinte: para conhecer bem vinho e música, repete-se pouco e experimenta-se muito. Essa é uma verdade insofismável. Hoje é possivel conhecer vinhos através da variedade das uvas. A música, pela variedade dos ritmos.
Mas, com certeza, o aspecto mais tentador de todos é: você não pode conhecer o vinho sem degustar. Não se pode dizer que gosta ou não de uma música sem ouvi-la antes.
Um maestro é como um enólogo: ela faz o arranjo e a harmonização para que o produto final seja o mais agradável possivel. O conhecedor e apreciador gosta de todos os tipos de vinho: tinto,branco, rosé,seco,doce ou espumante. Todos têm sua hora e seu lugar. Na música o bom ouvinte também gosta da variedade dos ritmos : samba,xote,marcha,baião, jazz etc. Todos têm sua hora e o seu lugar.
O que importa realmente é a qualidade do produto final. Tanto a Musica quanto o Vinho tem que ser do nosso agrado e ponto final.

Joaquim,Ernesto e Garrafa, de frente para os sabores,iguarias e quitutes.

Meu querido amigo Lucio Bezerra vale mil abraços como este.
A classe serena do conhecedor de vinhos portugueses: Joaquim Nogueira.


Bem latino na minha Goyabera cubana.

Ernesto Costa, orgulhoso do irmão.


Chaguinha, com cara de: se melhorar estraga.



Jose Carlos e Barroso, atentos às informações.

Joaquim Marinho ganhando mais conhecimento.



A Patuléia, descontraidamente.


Dupla de peso: Expedito e Edmar.


Roberto Russo e o nosso querido "caseiro" Arnaldo Russo.


É da-lhe atenção.


Atentos, Roberto Benigno, Oswaldo Frota e o "caseiro" Arnaldo Russo.


Tio Acram, Ronaldo Tiradentes e Waldir Menezes


Aprovado.

Felicidade é se cercar pelos amigos com tudo de bom que a vida oferece.


Momento final. Eu e Arnaldo Russo louvando o apresentador Edson Costa em nome dos Discófilos Fanáticos e da patuléia.
Ao final da sua dissertação Eno Musical, Edson doou, a cada um dos presentes, um album duplo profissionalmente elaborado com todas as musicas da apresentação.
Mês que vem o apresentador será Augusto Menezes.

Segue a tua paixão e o sucesso te seguirá.
Fotos - Humberto Amorim

BUDDY RICH, THE WORLD'S GREATEST DRUMMER.



O baterista de jazz e bandleader Bernard "Buddy" Rich nasceu no bairro do Brooklyn em Nova York no 30 de Junho ou 30 de Setembro de 1917. Existem controversias biográficas quanto a data certa. Foi considerado o melhor baterista do mundo, por sua técnica, velocidade e habilidade de improvisação.



Foi seu pai quem percebeu, logo cedo, o talento de Buddy para os ritmos, ao notar que ele conseguia manter uma batida constante com as baquetas, quando tinha apenas, um ano de idade. Com apenas 18 meses começou a dar sinais efetivos de seu talento e foi chamado de O Menino Maravilha da Bateria. Aos onze estava se apresentando como bandleader.


Jamais recebeu qualquer tipo de instrução musical. Em 1937 uniu-se ao grupo de Joe Marsalas e em seguida tocou com Bunny Berigan (1938), Artie Shaw (1939),Tommy Dorsey (1939,42,45,54,55), Benny Carter (1942), Harry James (1953-1956),Les Brwon, Charlie Ventura e Jazz at The Philarmonic, como também chegou a liderar sua propria banda.


De 1966 até sua morte, liderou uma big band que fez muito sucesso, mesmo numa época em que a popularidade das big bands, não chegava nem perto àquela dos anos 30 e 40.



Conhecido por seu perfeccionismo, o baterista tinha fama de mau humorado. Nos intervalos das apresentações, costumava gritar com os musicos da banda, durante as viagens de onibus, ao ponto de alguns deles gravarem sorreteiramente alguns de seus ataques de raiva.



Buddy faleceu em abril de 1987 e reza a lenda que ao ser perguntado pela enfermeira se alguma coisa o estava incomodando respondeu: " Sim, Country Music". Foram as suas ultimas palavras.


Buddy Rich plays the drums

http://www.youtube.com/watch?v=wgaD54YcXpA
Jazz drummer and bandleader Bernard "Buddy" Rich was born in the Brooklyn ,New York on either June 30 or September 30,1917 (various biographies differ as to the date)–April 2 1987). Rich was billed as "the world's greatest drummer" and was known for his technique, speed, and ability to improvise.
It was his father who initially realized Buddy's talent for rhythm, when Buddy could keep a steady beat with a drumstick at the age of one! He began playing drums in vaudeville when he was 18 months old, billed as Traps the Drum Wonder. At eleven he was performing as a bandleader. He received no professional drum instruction.
In 1937 he entered jazz with Joe Marsala's group, then played with Bunny Berigan (1938), Artie Shaw (1939), Tommy Dorsey (1939–1942, 1945, 1954–1955), Benny Carter (1942), Harry James (1953–1956), Les Brown, Charlie Ventura, and Jazz at the Philharmonic, as well as leading his own band and performing with all-star groups. For most of the period from 1966 until his death, he led a successful big band in an era when the popularity of big bands had waned from its peak in the 1930s and 40s.
Always a perfectionist, Buddy was known to have a bad temper. Between gigs, he was notorious for screaming at band members on the tour bus, to the point where band members began surreptitiously tape-recording his outbursts. On one occasion, he got so angry at trombonist David Panichi that he fired him right on the bus — going so far as to order the bus to pull over to drop him off on the highway. However, Buddy's outrageous temper was overlooked by most because of his undeniable skill as a musician and his reputation for being very accommodating towards his fans.

Buddy Rich died April 2, 1987. Reportedly, his last words (replying to a nurse, who asked if anything was bothering him) were: "Yes ... country music!"

He is interred in the Westwood Village Memorial Park Cemetery in Los Angeles, California.


Reference - All Music

MELISSA STYLIANOU,HER STYLE IS A MEANS NOT AN END.



A vocalista canadense de jazz Melissa Stylianou, nasceu em Toronto, Ontário, no 30 de setembro de 1976 e mora no bairro do Brooklyn em Nova York, onde bebe da inesgotável fonte musical do local, consequentemente, se firmando como um talento formidável.



Nos ultimos anos angariou grande numero de admiradores no Canadá, se apresentando em diversos clubes de jazz e festivais. Seu idioma jazzistico é largamente influenciado por cantoras do passado e da atualidade como Ella Fitzgerald, Sarah Vaughn Carmen MacRae e a brasileira Luciana Souza.




A musicalidade de Melissa se notabiliza pela manutenção da tradição jazzistica, sem no entanto, abandonar as suas proprias caracteristicas pessoais.




A audição do CD "Sliding Down", registro apurado da leitura de belas canções em estilo jazzistico, algumas compostas por ela mesma, é a minha sugestão para o despertar de novos apreciadores para o talento singular de Melissa Stylianou.



Melissa sings "On the Street Where You Live" at Jazz Standard in New York City

http://www.youtube.com/watch?v=8gGD-1hLJCs



Jazz vocalist Melissa Stylianou was born on September 30,1976 in Toronto, Ontario, and is currently based in the Brooklyn, New York City, immersing herself in its rich music scene and establishing herself as a formidable talent.



Over the past 8 years, she has developed a loyal fan base in Canada playing regularly in that country's major jazz clubs and festivals. Influenced by a range of classic and contemporary singers including Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Luciana Souza. Melissa’s sound is rooted in the tradition of jazz singing, while remaining entirely her own.




This is evident on her third album, "Sliding Down" (Sleepin' Bee Music 2006.), the much-anticipated follow up to 2001’s critically acclaimed “bachelorette*”. "Sliding Down" is a sublime collection of original songs, contemporary tunes and jazz standards bound to thrill both long-time fans and newcomers to Melissa’s singular style.



It is a textured and nuanced album that features original lyrics and compositions alongside more familiar jazz and pop repertoire. “Them There Eyes”, “All of You”, the Beatles' “Blackbird” are re-imagined by a stellar ensemble with Melissa's warm and inviting voice at the forefront.



Much of the repertoire on the album was developed and honed during the Melissa Stylianou Trio’s five year residency every Friday evening at Toronto’s venerable Rex Hotel. Trio mates Kim Ratcliffe (guitar) and Artie Roth (bass) are featured prominently on this record in their multi-faceted roles as performers, arrangers and composers (Kim and Melissa collaborated on 3 of the 5 original songs), while a selection of Toronto’s finest jazz musicians fill out the mix.
Drummer Ted Warren and percussionist Alan Hetherington join the trio on the lilting “Mary’s in the Tub” and the hypnotic “Three Little Girls” (both co-written by Melissa and Kim) and guitarist extraordinaire Kevin Breit lends his distinctive voice to both of these songs as well as the spirited version of “Them There Eyes” and “L’Amitie”, a French pop song that made its way into Melissa’s repertoire during a 2005 concert tour of Quebec.




Guitarist Rob Piltch, drummer Davide DiRenzo and bassist Jon Maharaj create a solid but playful environment for Melissa’s loving interpretations of the jazz classics “All of You”, “East of the Sun” and “That Ole Devil Called Love.” With “Lohengrin” (an original song whose lyric is loosely inspired by the opera of the same name) and “Sliding Down”, Melissa treats the listener to a different instrumentation and approach, inviting cellist Kevin Fox to join Kevin Breit (guitars,mandolin), Alan Hetherington (percussion, drums) and pianist Jamie Reynolds in some nuanced ensemble playing and sparkling interplay. The title track “Sliding Down” (composed by virtuoso bassist Edgar Meyer and with lyrics by Melissa) lends itself especially well to the group’s dynamic and the album concludes on a wistful yet upbeat note.




In New York, Melissa is gaining recognition and building a following with regular gigs at Perch Cafe in Brooklyn (where she also curates the weekly jazz series), Night and Day Restaurant in Brooklyn and at Bar Next Door and Cornelia St. Cafe in Manhattan. Her bandmates include Jamie Reynolds (piano), Steve Cardenas (guitar), Chris Lightcap on bass, and Matt Wilson on drums.

Press Quote
"She’s the sort of warm, open and secure singer for whom “style” is a means not an end.” (Mark Miller, jazz critic, Globe and Mail)
Reference - All Jaaz Music
Tradução - Humberto Amorim

Tuesday, September 29, 2009

JERRY LEE LEWIS, A FERA DO ROCK.


Jerry Lee Lewis nasceu no 29 de setembro de 1935, no grande Estado da Lousiana, em uma família apreciadora de música, e desde cedo esteve influenciado por música evangélica e country.
Teve a sorte de ser apoiado em sua musicalidade pelos pais, que chegaram a hipotecar a casa para comprar-lhe um piano, que ainda criança tocava, com técnica e estilo inéditos. A grande virada musical ocorreu quando conheceu e se apaixonou pelo jazz feito pelos negros americanos.
Em 1955 gravou duas músicas para uma rádio local, I don't Hurt Anymore e If I Ever Needed You I Need You Now, ambas versões aceleradas de clássicos de blues-country. As músicas viraram hits locais da noite para o dia e chamaram a atenção do empresário Sam Philips que procurava artistas brancos capazes de domesticar e vender a música negra. Sam Philips foi o responsável pela descoberta também de Elvis Presley.
Após alguns meses de pequenos hits a explosão ocorreu com o lançamento da visceral Whole Lotta Shaking Going On, logo seguida por Great Balls Of Fire, Breathless e High School Confidential, todas sucessos estraordinários de vendas. Além disso relançou também clássicos de blues e country com o seu tempero especial. Entitulava-se "The Killer" (o matador) e no palco era um ciclone martelando furiosamente as teclas do piano (que no auge de alguns desvarios era incendiado). Em sua vida pessoal fazia juz à fama de durão envolvendo-se em brigas frequentes.
Lewis prosseguiu com relativo sucesso lançando um ou outro hit até meados de 1958. Embora se costume associar seu declínio com a rejeição do público ao seu casamento com a prima Myra Gail Brown de 14 anos a realidade é que estava ocorrendo nesta época o fim da carreira meteórica dos artistas da primeira fase do rock and roll e o surgimento de novos nomes.

Após um longo período de ostracismo em meados da década de 60 Lewis começou a voltar à ativa dando mais ênfase ao lado country de seu estilo. Sua imagem nos anos seguintes foi bastante desgastada por frequentes escândalos envolvendo espancamento de suas mulheres, morte de seus dois filhos em um acidente de carro, problemas com alcoolismo e diversas operações no estômago. No palco, porém continuava apresentando a mesma performance explosiva, apesar dos problemas pessoais e idade.
Em 1985 chegou a ficar em coma e teve de ter seu estômago extirpado em virtude de uma úlcera que nunca se curou. Em 1996 sofreu o seu terceiro ataque cardíaco mas continuou tocando como antes. Em suas próprias palavras: "Há apenas um Jerry Lee Lewis e isto aqui vai ser um mundo muito triste quando eu tiver morrido".
A carreira de Jerry Lee Lewis foi divertidamente retratada (com alguns exageros e omissões) no filme Great Balls Of Fire (A Fera do Rock). Imperdível.
Uma curiosidade: o primo Jimmy retratado no filme, um evangélico que tentava mudar os rumos da vida de Lewis convertendo-o a Cristo é Jimmy Swagart (embora não tenha seu sobrenome citado no filme), primo de Jerry Lee na vida real e que mais tarde viria a se tornar um famoso pregador televisivo.
Jerry plays "Whole Lotta Shakin' Going On"
Fonte -RNR News

JEAN LUC PONTY, A VIOLIN IN JAZZ

Jazz violinist Jean-Luc Ponty was born on September 29, 1942 in a family of classical musicians in Avranches, France. His father taught violin, his mother taught piano.

He is a pioneer and undisputed master of violin in the arena of jazz and rock. He is widely regarded as an innovator who has applied his unique visionary spin that has expanded the vocabulary of modern music.


At sixteen, he was admitted to the Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris, graduating two years later with the institution's highest award, Premier Prix. In turn, he was immediately hired by one of the major symphony orchestras, Concerts Lamoureux, where he played for three years.


While still a member of the orchestra in Paris, Ponty picked up a side gig playing clarinet (which his father had taught him) for a college jazz band that regularly performed at local parties. It proved a life-changing jumping-off point. A growing interest in the jazz sounds of Miles Davis and John Coltrane compelled him to take up the tenor saxophone. Fueled by an all-encompassing creative passion, Jean-Luc soon felt the need to express his jazz voice through his main instrument, the violin.


So it was that Ponty found himself leading a dual musical life: rehearsing and performing with the orchestra while also playing jazz until 3 AM at clubs throughout Paris. The demands of this doomed schedule eventually brought him to a crossroads.



At first, the violin proved to be a handicap; few at the time viewed the instrument as having a legitimate place in the modern jazz vocabulary. With a powerful sound that eschewed vibrato, Jean-Luc distinguished himself with be-bop era phrasings and a punchy style influenced more by horn players than by anything previously tried on the violin; nobody had heard anything quite like it before.



Critics said then that he was the first jazz violinist to be as exciting as a saxophonist. Ponty's notoriety grew with remarkable leaps and by 1964, at age 22, he released his debut solo album for Philips, Jazz Long Playing. A 1966 live album called Violin Summit united Ponty on stage in Basel, Switzerland with such notable string talents as Svend Asmussen, Stéphane Grappelli and Stuff Smith.



In 1967, John Lewis of The Modern Jazz Quartet invited Ponty to perform at the Monterey Jazz Festival. Jean-Luc's first-ever American appearance garnered thunderous applause and led to a U.S. recording contract with the World Pacific label (Electric Connection with the Gerald Wilson Big Band, Jean-Luc Ponty Experience with the George Duke Trio).



Through the late-60s and early 70s, Ponty achieved mounting critical praise and popularity across Europe. In turn, the violinist soon found his signature talents in demand by top recording artists the world over.
In 1969, Frank Zappa composed the music for Jean-Luc's solo album King Kong (Blue Note). In 1972, Elton John invited Ponty to contribute to his Honky Chateau #1 hit album . Within a year - at the urging of Zappa and the Mothers of Invention who wanted him to join their tour - Ponty emigrated with his wife and two young daughters to America and made his home in Los Angeles.



He continued to work on a variety of projects - including a pair of John McLaughlin/Mahavishnu Orchestra albums/tours (Apocalypse, Visions of the Emerald Beyond) until 1975, when he signed on as a solo artist with Atlantic Records.


In 1984, a revolutionary video featuring time lapse images was produced by Louis Schwarzberg for Individual Choice. Along with Herbie Hancock, Ponty became one of the first jazz musicians to have a music video.


Jean Luc plays in good company.



Reference - AAJ

DOMINGOS LIMA, INESQUECIVEL


O violonista, compositor, professor de musica, Domingos Marcelo de Lima Dias, mais conhecido como Domingos Lima, nasceu em Manaus, no dia 16 de janeiro de 1926. Era telegrafista por profissão e músico por vocação e paixão. A música esteve sempre presente em sua vida, filho do repentista Bartolomeu Dias e da violonista Rosa Dias, Domingos Lima dedicou sua vida ao violão e a composições.
Era o único filho homem, irmão de América, Enésia e Risonil (já falecidas) e Ana. Pai de 17 filhos, herdeiros de seus 3 casamentos. Talvez dessas experiências tenha tirado a inspiração de um dos maiores sucessos da música amazonense, Coração Indeciso, de sua autoria.
Domingos participou do programa “Sua Manhã de Domingo”, da rádio Difusora do Amazonas.
Durante anos, ele e sua banda “Talento não tem idade” integrada por Anúbio, Máximo, Pernambuco e Paulo, tiveram destaque no programa da Tv Educativa “Carrossel da Saudade”. Apresentou-se no palco do Teatro Amazonas acompanhando Joaquim Marinho e em outra oportunidade apresentou-se com a Banda.
Apaixonado pelo que fazia Domingos tinha prazer em repassar seu conhecimento musical. Tinha uma escola de violão, no Beco do Macedo, onde lecionou até o último dia de vida. Em parceria com o também musico e compositor Abilio Farias compôs "Aviso Prévio", Coração Indeciso" e "Engano"
Admirador do músico Nelson Gonçalves realizaria um sonho subindo ao palco como seu ídolo em um festival de música da Fundação Villa Lobos, em que seria homenageado. Mas, por ironia do destino, um dia antes da apresentação, Domingos Lima faleceu, aos 69 anos, vítima de ataque cardíaco, na madrugada do dia 29 de setembro de 1995.

Eis o depoimento comovente sobre Domingos Lima feito por sua neta Luciana Dias que hoje trabalha na area de comunicação para um grande grupo de televisão em Manaus:
"Tinha 15 anos, mas lembro como se fosse hoje a última noite que estive com meu avô. Sempre assistia com ele aos jogos do Flamengo, nosso time do coração.

Após a partida ele se despediu, me deu a última benção e foi para sua casa. Durante a madrugada fomos surpreendidos com a notícia de seu falecimento. Era algo inacreditável e difícil de aceitar. Meu avô-pai, o homem que me criou, educou e me passou os verdadeiros valores da vida, não estava mais entre nós. Nos restou a lembrança dos domingos musicais quando ele se reunia com a banda para ensaiar e tudo acabava em festa. Das inúmeras vezes que ele reunia os netos para ensinar violão. Lembranças dos puxões de orelhas pelas danações feitas na infância e adolescência. Saudades eternas de um homem espetacular de coração puro e bom como jamais vi”.
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Fonte - ludias27@hotmail.com



Nota do Blogger - Nos idos de 1979, após ter sido convidado pelo Governador José Lindoso para coordenar o Carnaval de Rua de Manaus, fui conversar com Domingos Lima sobre o desfile do carnaval e colher as suas opiniões do que poderia ser feito para muda-lo radicalmente. Sugeriu-me transferir o desfile do Carnaval de Rua da Avenida Eduardo Ribeiro para a Avenida Djalma Batista, antigo sonho dele e de outros carnavalescos como Batista da Em Cima da Hora, Maranhão da Batucada Baré, Tia Lidoca e Orlando Medeiros da Vitória Régia, Dona Esmeralda do Cordão das Lavadeiras, Sodré da Unidos da Selva, Antonio Carriço, Assis Mourão e Kió do Bloco Sem Compromisso, Miro da Unidos da Raiz e tantos outros.
Em outubro daquele mesmo ano, coloquei em votação a proposta de mudança e a grande maioria optou pela Avenida Djalma Bartista. Domingos estava lá, testemunhando o inicio da revolução do Carnaval de Rua de Manaus, que hoje é considerado um dos melhores do Brasil.


Domingos Lima aceitou meu convite para atuar como jurado do quesito Letra do Samba de Enredo do primeiro carnaval de rua organizado de Manaus, na Avenida Djalma Batista em 1980.


Obrigado Domingos, por sua paciencia comigo e amizade, onde quer que você esteja.



Humberto Amorim

Monday, September 28, 2009

KOKO TAYLOR, THE QUEEN OF THE CHICAGO BLUES



A eterna Rainha do Chicago Blues, Koko Taylor, nasceu no 28 de Setembro de 1928, como Cora Walton, no Condado de Shelby no Tennessee. Koko ganhou o apelido por causa de sua paixão pelo chocolate.

Nascida Cora Walton, em Memphis, Tennessee, Koko ganhou o apelido por sua paixão pelo chocolate.


Em 1952, Koko viajou a Chicago (Illinois) com seu futuro marido, Robert “Pops” Taylor, e passou a ganhar a vida cantando em clubes noturnos de blues. Em 1963, conheceu o compositor Willie Dixon, que a levou à gravadora Chess Records, onde Koko lançou, dois anos depois, “Wang Dang Doodle“, com venda de um milhão de cópias


Koko faleceu aos 80 anos em Chicago, em Junho de 2009, devido à complicações de uma cirurgia.


Koko Taylor sings "Wang Dang Doodle"

http://www.youtube.com/watch?v=oxCa16-nxtM
The american blues musician Koko Taylor, was born on September 28,1928, popularly known as the "Queen of the Chicago Blues." She was known primarily for her rough, powerful vocals and traditional blues stylings.

Born Cora Walton in Shelby County,Tennessee, Taylor was the daughter of a sharecropper. She left Memphis for Chicago,Illinois in 1952 with her husband, truck driver Robert "Pops" Taylor.


In the late 1950s she began singing in Chicago Blues clubs. She was spotted by Willie Dixon in 1962, and this led to wider performances and her first recording contract. In 1965, Taylor was signed by Chess Records where she recorded "Wang Dang Doodle," a song written by Dixon and recorded by Howlin' Wolf five years earlier. The song became a hit, reaching number four on the R&B charts in 1966, and selling a million copies.


Taylor recorded several versions of "Wang Dang Doodle" over the years, including a live version at the 1967 American Folk Blues Festival with harmonica player Little Walter and guitarist Hound Dog Taylor. Taylor subsequently recorded more material, both original and covers, but never repeated that initial chart success.
National touring in the late 1960s and early 1970s improved her fan base, and she became accessible to a wider record-buying public when she signed with Alligator Records in 1975. She recorded nine albums for Alligator, 8 of which were Grammy-nominated), and come to dominate the female blues singer ranks, winning twenty five W.C. Handy Awards (more than any other artist).


After her recovery from a near-fatal car crash in 1989, the 1990s found Taylor in films such as Blues B rothers 2000 and Wild at Heart, and she opened a blues club on Division Street in Chicago in 1994, but it closed in 1999.
Taylor influenced musicians such as Bonnie Raitt,Shemekia Copeland, Janis Joplin,Shannon Curfman and Susan Tedeschi. In the years prior to her death, she performed over 70 concerts a year and resided just south of Chicago in Country Club Hills,Illinois.
In 2008, the Internal Revenue Service said that Taylor owed $400,000 in back taxes, penalties and interest. Her tax problems concerned 1998, 2000 and 2001; for those years combined, her adjusted gross income was $949,000.
Taylor died on June 3, 2009, after complications from surgery for gastrointestinal bleeding on May 19, 2009. Her final performance was at the Blues Music Awards, on May 7, 2009.

Koko passed away on June,2009.
Reference - Wikipédia
Tradução - Humberto Amorim

Sunday, September 27, 2009

BUD POWELL, A JAZZ GIANT.



Jazz pianist Bud Powell, was born on September 27,1924 and is generally considered to be the most important pianist in the history of jazz. Noted jazz writer and critic Gary Giddins, in Visions of Jazz, goes even further, saying that “Powell will be recognized as one of the most formidable creators of piano music in any time or idiom.”


His first recordings were made in 1944, when he was a 20 year old pianist in the Cootie Williams Band, and his last recordings were made in 1964 when he returned from several years in Europe to play at Birdland.


Between those dates Bud Powell played with the greatest jazz musicians of his generation including Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Miles Davis, Sonny Rollins, Dexter Gordon, Charlie Mingus and Max Roach. The recordings he made for the forerunners of the Verve label and for Blue Note, as well as many lesser known labels, are among the greatest jazz recordings of all time.
If Oscar Peterson's piano style is like a painter creating a landscape out of swirls and dabs of colorful paint, Bud Powell's approach is more like a sculptor working with a slab of black marble. Powell too is influenced by Tatum, but only as filtered through Monk; whereas Peterson always seemed driven to create perfect renditions of songs, Powell always seemed to be wrestling with personal problems, sawing away at melodies as away of expressing him innermost thoughts. Consider each pianist's approach to "Sweet Georgia Brown"; Peterson's is all about style and finesse; Powell rips through it fiendishly with avalanches of arpeggios and ragged chords, daring your ears to keep up.


Tragically, Powell received a racially motivated beating early on in his career that caused the mental disturbances that kept him in and out of mental hospitals his entire life. Legend has it that in one of these hospitals Powell drew a piano keyboard on the wall with chalk in order to practice away from his instrument. As Powell got older, his condition worsened, and tags like "Genius" and "Amazing" on albums contain a hint of pathos as a result; did we ever truly know what his talents were?

Bud plays "All the Things You Are" with saxophonist Coleman Hawkins.

http://www.youtube.com/watch?v=V0VeXdEa5GI

Reference - AAJ

DAVE BRUBECK, DOUTOR HONORÁRIO DE MÚSICA


No próximo passado dia 20 de Setembro, o legendário pianista Dave Brubeck, recebeu o título de doutor honorário pela “Berklee College of Music”. A premiação ocorreu no último dia do Festival de Jazz de Monterey.Um pouco antes, do término do Festiva, Brubeck subiu ao palco com o seu quarteto.



Há algo mais para Brubeck celebrar. Este ano marca o 50º aniversário do lançamento do álbum “Time Out”, um dos mais populares discos de jazz do século XX.


Em 2007, Clint Eastwood, um velho amigo de Brubeck, havia presenteado-o com a mesma honra no festival, com o qual ele tem uma longa associação. Eastwood estava presente quando Brubeck recebeu o título do presidente da Berklee, Roger Brown.


Em um informe à imprensa, divulgado pela renomada escola de música, Brown reconhece a grande contribuição do pianista para a música norte-americana. “Sinto-me orgulhoso ao conceder-lhe esta premiação pelas suas diversas contribuições para o jazz, a música orquestral e sacra, e para a educação, com o Instituto Brubeck na Universidade do Pacífico e no Festival de Jazz de Monterey,onde ele tem fortes conexões e associações”, disse Brown.


“O 50º aniversário do lançamento do disco “Time Out” foi um perfeito momento para agradecer a Dave por tudo que ele tem feito pelo mundo e pelo mundo da música”. O Doutorado Honorário de Música foi outorgado pela primeira vez em 1971 para Duke Ellington.


Nos anos que se seguiram, muitas figuras proeminentes do jazz receberam esta honra, incluindo Dizzy Gillespie, Nancy Wilson, Tito Puente, Toshiko Akiyoshi, Chick Corea, Elvin Jones e Hank Jones.


Dave toca para Clint Eastwood, "Audrey"

http://www.youtube.com/watch?v=lGGucwpHdK4
Fonte : JazzTimes / Lee Mergner

Saturday, September 26, 2009

MANAUS,DOMINGO,MEIO DIA,101,5FM, JAZZ & THE FAB FOUR

Neste domingo, a partir do meio dia no programa "Momentos de Jazz", pelas ondas da Radio Amazonas Fm 101,5 (www.amazonasfm.com.br), iremos iniciar a transmissão destacando a musica dos The Beatles ( The Fab Four) pela passagem, hoje, do aniversário de 40 anos da edição do Abbey Road, ultimo disco gravado pelo grupo em 1969, considerado na atualidade como uma das obras primas da trajetória dos Beatles e do rock.

Nossa abordagem será através das leituras que grandes nomes da musica internacional fizeram das composições de George, John e Paul, tais como: Aretha Franklin, Tom Jones, Matt Monro, Little Richard, Elton John, Stevie Wonder, John Pizzarelli, Curtis Stigers, Lou Rawls, George Benson, Cassia Eller e tantos outros.
Seguidamente iremos desfrutar das leituras impressionantes da cantora de jazz Diana Krall, que no seu ultimo CD "Quiet Nights" presta honrosa homenagem à musica brasileira, cantando em português "Este Seu Olhar" de Antonio Carlos Jobim.
A cantora de jazz Keely Smith brilhou nos palcos do Golden Nugget, Caeser's Palace, Sands e tantos outros cassinos de Las Vegas, ao lado do marido Louis Prima e Frank Sinatra, nas décadas de 40 e 50. Ela, indubitavelmente, é uma das poucas remanescentes da Época de Ouro, quando a descontração reinante era comandada pelos integrantes do Rat Pack. Para nossa felicidade, gravou o CD "Keely Smith Vegas 58 Today" que nos transporta mental e tranquilamente, para o meio das platéias das inesqueciveis noitadas, nas quais, os maiores artistas do show business mundial, comandavam o show.
Conto com tua honrosa audiência.
O melhor ainda está por vir.
Humberto Amorim
Locutor/Produtor
Nota do Blogger - Uma garrafa de um super espumante rosé, será sorteada entre os ouvintes que participarem da promoção pelo telefone 3216-5504.

GEORGE GERSHWIN,O SENHOR DAS GRANDES CANÇÕES


É possível que mesmo os grandes conhecedores de música jamais tenham ouvido falar de Jacob Gershovitz. Mas com certeza saberão quem foi George Gershwin. Jacob Gershovitz e George Gershwin, porém, são a mesma pessoa. Nascido no dia 26 de setembro de 1898, em Nova York, ele foi o segundo filho do casal de imigrantes russos Moritz Gershovitz e Rosa Brushkin.



Como muitos estrangeiros naquela época, acabaram americanizando seus nomes para facilitar a vida nos Estados Unidos. Moritz e Rosa passaram então a ser conhecidos, respectivamente, como Morris e Rose. O primogênito, Israel, tornou-se Ira.



E foi assim que Jacob Gershovitz virou George Gershwin. Desde cedo, os irmãos Gershwin foram companheiros no gosto pela música. Com personalidades diferentes, Ira gostava de estudar, era fascinado por arte e aos 14 anos pediu um piano de presente aos pais. George, ao contrário, vivia pelas ruas de East Side, arrumando encrenca e jogando beisebol. Mas para espanto de todos, foi ele quem mais se encantou com o novo instrumento em casa.


Aos 12 anos, conseguiu sozinho tirar de ouvido uma canção. Impressionados pelo talento, seus pais contrataram um professor particular que passou a dar aulas de piano aos meninos.George Gershwin nunca foi um aluno exemplar. Aos 16 anos, abandonou o curso médio de comércio onde estudava para trabalhar em uma editora musical como leitor de partituras. O emprego consistia em tocar piano para os fregueses, mostrando os lançamentos musicais. Nas horas vagas, ocupava-se em suas próprias composições.



Após alguns desapontamentos, consegue finalmente em 1916 publicar sua primeira canção, intitulada “When you want'em, you can't get'em, when you got'em, you dont' want'em”. Cansado de tocar apenas música clássica, que considerava "ultrapassada", passou a compor trechos inspirados no jazz que, de Nova Orleans, começava a ganhar espaço em todo o país.



Gershwin sempre se mostrou um homem otimista, mas nunca poderia imaginar que em tão pouco tempo de trabalho se tornaria rico e famoso. A surpresa veio em 1919 quando compôs seu grande sucesso, “Swanee”. A canção foi interpretada por Al Jonson no musical Simbad e rendeu a Gershwin reconhecimento e um bom dinheiro. Milhares de partituras e gravações foram vendidas, fazendo seu nome ser divulgado por toda a América.Apesar do sucesso, sofreu severas críticas por inventar um estilo musical totalmente revolucionário, misturando as formas clássicas ao jazz. Desde então, seria uma conquista atrás da outra.



Em parceria com o irmão Ira, compôs inúmeras obras para musicais da Broadway, como La La Lucile (1919), Lady be good (1924) e Funny face (1927).Mas foi graças a um convite feito pelo célebre maestro Paul Whiteman, em 1924, que Gershiwn produziu sua obra-prima. A proposta era a de produzir uma grande peça de jazz sinfônico. A principio, Gershwin temeu tamanha responsabilidade, mas, com o incentivo do irmão, acabou aceitando o trabalho. Daí nasceria a famosa Rhapsody in Blue.


Na estréia do espetáculo, estavam na platéia nomes ilustres como Stravinsky, Rachmaninov e Leopold Stokowski. O sucesso foi tamanho que o nome de George Gershwin entrou, definitivamente, para a história artística dos Estados Unidos.Porém, seu mais audacioso projeto aconteceu mesmo em 1935, com a montagem da ópera Porgy and Bess. O libreto escolhido foi Porgy, de Edwin duBose Hayward, que relata o melancólico drama amoroso entre uma bela mulher e um mendigo, ambos negros.



Apesar do êxito, houve muita resistência por conta do forte preconceito racial. Mesmo assim, a música composta por Gershwin acabou se tornando a maior ópera americana de todos os tempos.



O sucesso aumentava a cada dia, quando Gershiwn, com 39 anos incompletos, percebeu que algo estava errado com a sua saúde. Passou a sofrer desmaios, dores de cabeça e lapsos de memória. No começo de julho de 1937, teve um desmaio e entrou em coma. Os médicos detectaram um tumor no cérebro em estado avançado.


Na manhã do dia 11 de julho, George Gershwin morreu ao lado do irmão, em Hollywood, Califórnia, passando para a história da musica mundial como um dos mais brilhantes e talentosos compositores. Daqui ha 500 anos, com absoluta certeza, alguém estará desfrutando a musica eterna de George Gershwin.

Judy Garland sings "Embraceable You" de Ira e George Gershwin.


Popular songs and musical comedies as well jazz-flavored orchestral works and opera won international fame for the American composer George Gershwin, born in New York City on September 26,1898. His parents were Russian-Jewish immigrants, and he grew up on the lower east side of Manhattan. As a boy, he taught himself to play hit tunes on a neighbor's piano; when he was thirteen, he began studying with a teacher who recognized his talent and introduced him to piano works ranging from Bach to Liszt to Debussy.


At fifteen. he left school to become a pianist demonstrating new songs in the salesrooms of a music publisher; three years later, he started his won career as a songwriter, and in 1919 (at the age of twenty) he wrote La, La, Lucille, his first complete Broadway musical. The next year, his song Swanee was a tremendous hit; during the 1920s and 1930s he wrote one brilliant musical after another-including Lady, Be Good (1924), Funny Face (1927), and Of The I Sing (1931)--usually with his brother Ira as lyricist.


Gershwin was not only a creator of the golden age of American musical theater but also a successful composer of music for the concert hall, beginning with the triumphant premiere of Rhapsody in Blue in 1924. He gave the first performance of his Concerto in F at Carnegie Hall in 1925 and traveled to Europe in the 1920s (meeting Berg in Vienna and Ravel and Stravinsky in Paris); part of his symphonic poem An American in Paris (1928) was composed on one of these visits.


His most extended work is the opera Porgy and Bess (1935), which deals with the lives of poor black people in Charleston, South Carolina; it has been performed all over the world.
"Gershwin was outgoing, a sportsman, an art collector and amateur painter and irresistible to women; he was also wealthy, from royalties, concert fees, and his weekly radio show. During the last year of his life, he lived in Hollywood, were he wrote the music for several movies (and played tennis with Arnold Schoenberg in his spare time). He died of a brain tumor at the age of thirty-eight.




Fonte - AllJazz Music

THE BEATLES ABBEY ROAD ALBUM, 40 ANOS HOJE


O dia de hoje, sábado, 26 de setembro de 2009, marca o quadragéssimo aniversário de lançamento do último disco que os Beatles gravaram juntos em 1969, "Abbey Road". Dos acordes iniciais do baixo em "Come Together" até "The Love you take is equal to the love you make", quatro décadas se passaram e o disco "Abbey Road", permanece como uma dos maiores obras-primas da história musical dos Beatles e também da história do rock.


Os leitores da revista "Rolling Stone" elegeram "Abbey Road" como o melhor album dos Fab Four.



Os Beatles tocam e cantam a música "Something", segunda faixa do último album gravado pelos Beatles, "Abbey Road" (1969). Escrita por George Harrison, é um dos maiores sucessos dos Fab Four. É a segunda música mais regravada do mundo.






Today, September 26th, marks the 40th anniversary of the release of the last album the Beatles recorded together, Abbey Road. From the opening bassline of “Come Together” to “The love you take is equal to the love you make,” four decades later Abbey Road remains one of the greatest masterpieces not only in the Beatles’ history, but also in rock history.



Thankfully, because of the new Beatles remasters, we’re hearing Abbey Road again like it’s the first time. With a Side A stocked with tracks like “Come Together,” “Something” and “Oh! Darling,”. Our Readers recently voted Abbey Road as the Fab Four's greatest album., no small achievement.

And then there’s that Side B. As John Mendelsohn wrote in his 1969 Rolling Stone review of Abbey Road, “That the Beatles can unify seemingly countless musical fragments and lyrical doodlings into a uniformly wonderful suite, as they’ve done on side two, seems potent testimony that no, they’ve far from lost it, and no, they haven’t stopped trying. No, on the contrary, they’ve achieved here the closest thing yet to Beatles freeform, fusing more diverse intriguing musical and lyrical ideas into a piece that amounts to far more than the sum of those ideas.” (Mendelsohn also said “Simply, side two does more for me than the whole of Sgt. Pepper,” which might be a slight overstatement.)


To celebrate the 40th anniversary of Abbey Road, in addition to listening to the LP itself, be sure to check out all the essential coverage over in our Beatles hub, including the Fab Four’s photos, reviews, the story behind their breakup, their Rolling Stone covers, a landmark 1970 interview with John Lennon and much more.

Reference - Daniel Kreps (Rolling Stone Magazine)


Tradução - Humberto Amorim

GAL COSTA, BACANA DEMAIS.



A cantora brasileira Gal Costa, nasceu no 26 de setembro de 1945, em Salvador, Bahia, filha de Dona Mariah Costa, sua grande incentivadora, que, em entrevistas, conta que passou toda a gestação de Gracinha, nome como era conhecida antes da fama, ouvindo rádio.


Cresceu no Bairro da Graça, em Salvador. Na adolescência trabalhou na loja de discos do jornalista Roni, que coincidentemente foi, em 1972, promotor do show "Caetano & Chico", realizado em Salvador. Através deste emprego, sabia de todas as novidades musicais da época, e tornou-se fã da bossa nova.


Desde criança tinha o sonho de ser cantora. No início dos anos 60 conheceu o ídolo João Gilberto, que, segundo seu depoimento registrado no encarte da coleção "História da Música Popular Brasileira", disse-lhe após o primeiro encontro em que a viu cantar: "Você é a maior cantora do Brasil". Nesta mesma época também conheceu Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gilberto Gil, quarteto que mais tarde viria a ser conhecido como Doces Bárbaros, quando juntos participaram de um espetáculo que resultou em um LP.


Sua estréia oficial como cantora foi em junho de 1964, no show "Nós por exemplo", que marcou a inauguração do Teatro Vila Velha, em Salvador, onde atuou ao lado de Caetano, Tom Zé, Maria Bethânia, Djalma Correa, Alcivando Luz, Pitti, Fernando Lona e Gilberto Gil. Neste ano o grupo ainda apresentou, no mesmo teatro, o show "Nova bossa velha, velha bossa nova".



Em 1965, com a ida de Maria Bethânia para o Rio de Janeiro, onde foi substituir a cantora Nara Leão na peça "Opinião", ela, que já pensava em passar as férias na "cidade maravilhosa", aproveitou e viajou ao lado de Bethânia e Caetano, na época, mero acompanhante da irmã. Neste mesmo ano participou ao lado dos baianos (nome com que o grupo inicialmente ficou conhecido) dos espetáculos "Arena canta Bahia" e "Em tempo de guerra", ambos dirigidos por Augusto Boal e apresentados no T.B.C. (antigo Teatro Brasileiro de Comédia), em São Paulo. Teve sua primeira participação em gravação no LP "Maria Bethânia", lançado pela RCA, onde cantou ao lado da amiga, que também estreava em disco Long Play (já havia gravado alguns compactos), a composição de Caetano Veloso "Sol negro".



Ainda em 1965, gravou seu primeiro compacto, pela gravadora RCA, contendo as músicas "Eu vim da Bahia", de Gilberto Gil", e "Sim, foi você", de Caetano Veloso. Em 1966, participou do I Festival Internacional da Canção (FIC), promovido pela TV Rio, interpretando a música "Minha Senhora", de Gilberto Gil e Torquato Neto. No ano seguinte, participou do III Festival da Música Popular Brasileira defendendo a canção "Dada Maria", de Renato Teixeira. Seu primeiro LP foi "Domingo", lançado em 1967 pela Philips, que dividiu com o também estreante Caetano Veloso. A produção deste disco ficou por conta de Dori Caymmi. Uma vez inserida no meio artístico carioca, foi apresentada por Chico Buarque ao produtor Marcos Lázaro, que acertou sua participação nos programas de televisão de grande sucesso na época, "Fino da Bossa" e "Agnaldo Rayol Show".



Foi neste momento que o produtor Guilherme Araújo, que em 1968 viria a empresariá-la junto com Caetano, Gil e Tom Zé, sugeriu a mudança de seu nome artístico de Maria das Graças para Gal Costa. A partir daí, seguindo uma tendência do movimento tropicalista liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, deixou o cabelo crescer e adotou um estilo mais agressivo no seu modo de cantar, contrário ao estilo bossa-novista que adotava anteriormente. Foi assim que, em 1968, defendeu a composição de Gilberto Gil e Caetano Veloso, "Divino Maravilhoso", no IV Festival de Música Popular Brasileira, recebendo a terceira colocação. Foi considerada pela crítica da época a musa do Tropicalismo, alcançando grande popularidade.



No emblemático LP "Tropicália", também lançado em 1968, participou das faixas "Parque Industrial", "Hino do Senhor do Bonfim", "Mamãe coragem" e "Baby". Esta última faixa havia sido composta por Caetano Veloso para Maria Bethânia gravar (inclusive foi ela que pediu ao irmão que fizesse uma música com este nome), mas como preferiu não participar do movimento Tropicalista, deixou a gravação por conta da amiga. "Baby", que teve arranjo de Rogério Duprat, foi um marco em sua carreira.



No ano seguinte gravou seu primeiro LP individual: "Gal Costa", lançado pela Philips. O sucesso foi imediato, ficando as faixas "Não identificado", de Caetano Veloso, e "Que pena", de Jorge Ben (hoje Jorge Benjor), mais de três meses nas paradas de sucesso. Seu empresário, Guilherme Araújo, produziu neste ano uma série de shows em várias cidades brasileiras. Ainda em 1969 gravou seu segundo LP, também intitulado "Gal Costa". O disco continha a antológica gravação de "Meu nome é Gal", música de Roberto e Erasmo, feita em sua homenagem. Com o exílio de Caetano e Gil, viajou por diversas vezes para visitá-los em Londres. Neste período gravou "London, London" e "Deixa sangrar" de Caetano Veloso, em seu LP "LeGal", lançado no final de 1970.



Estreou ainda o show "Deixa sangrar" no Teatro Opinião, Rio de Janeiro, com direção de Jards Macalé. No ano seguinte, lançou o álbum duplo "Gal a todo vapor" e o show homônimo, com direção de Roberto Menescal, que incluia os sucessos "Pérola Negra" de Luís Melodia, "Como dois e dois" de Caetano Veloso", e "Sua estupidez" de Roberto e Erasmo. Em 1971, participou ao lado de João Gilberto e Caetano Veloso de um programa da TV Tupi de São Paulo. Em 1972, estreou, sob a direção de Wally Salomão, o show que foi considerado um marco na sua carreira, "Fatal", e em seguida o que confirmaria seu sucesso "Índia".



Com este show percorreu o circuito universitário que compreendeu a maioria das cidades do interior de São Paulo e Paraná. Em 1973 a Phonogram realizou, em São Paulo, o show "Phono 73", que reuniu mais de 35 artistas do cast da gravadora. Neste evento cantou ao lado de Bethânia "Oração de Mãe Menininha", de Dorival Caymmi, registrada no LP homônimo. Neste ano, ainda apresentou-se ao lado de Gilberto Gil no MIDEM, em Cannes, França. Em 1974, lançou, ao lado de Gil e Caetano, o show e LP "Temporada de verão", apresentado na Bahia e São Paulo. Ainda nesse ano, gravou o LP "Cantar", com direção de Caetano Veloso. Este disco não obteve o mesmo sucesso dos anteriores, sendo o menos vendido desde o início de sua carreira. Em 1975, sua gravação para a música "Modinha para Gabriela", de Dorival Caymmi, foi tema da novela "Gabriela", apresentada no horário nobre da TV Globo.



O grande sucesso que a música alcançou gerou o LP "Gal canta Caymmi", contendo exclusivamente composições do mestre baiano. O disco, produzido por Perinho Albuquerque, foi lançado em 1976. Nesse mesmo ano, apresentou-se ao lado de Caymmi, em show produzido por Guilherme Araújo. A música "Só louco", contida no LP, foi escalada para compor a trilha de uma nova novela da Globo. Apresentou-se ainda no programa "Globo de Ouro" da mesma emissora. També, em 1976, reuniu-se com Maria Bethânia, Gilberto Gil e Caetano Veloso para formar Os Doces Bárbaros. O show estreou no Anhembi, São Paulo, e, posteriormente, ficou por dois meses em cartaz no Canecão, Rio de Janeiro, batendo o record de bilheteria da época. Em 1977, mais um sucesso de crítica e público marcou sua carreira: o LP "Caras e Bocas", que incluiu a canção "Tigresa", de Caetano Veloso. No ano seguinte recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Discos o Prêmio Villa-Lobos, como melhor cantora.



Ainda em 1978, viajou para a Europa com Caetano Veloso, com quem realizou uma série de shows e gravou especiais para as televisões italiana e francesa. Em setembro deste ano, lançou o LP "Água Viva", com o qual ganhou seu primeiro Disco de Ouro. Neste disco gravou pela primeira vez músicas de Chico Buarque, compositor que a partir daí sempre freqüentou o seu repertório. No final de 1978, realizou três apresentações no Bauen Hotel, em Buenos Aires, e participou ainda da faixa "Sonho Meu" (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho) do LP "Álibi", de Maria Bethânia. No dia 11 de janeiro de 1979, estreou no Teatro dos Quatro, Rio de Janeiro, um dos shows mais marcantes de toda a sua carreira: "Gal Tropical". O show ficou em cartaz durante todo o ano, sempre com casa lotada, sendo apresentado em seguida em São Paulo, no Norte e Nordeste do país, e no exterior: Montreux, Portugal, Japão e Argentina. Com o LP homônimo ganhou seu segundo Disco de Ouro.



Ainda em 1979, gravou para o LP "Ópera do Malandro", de Chico Buarque, a faixa "Pedaço de Mim". Em 1980, ganhou seu terceiro Disco de Ouro, com o LP "Aquarela do Brasil", no qual gravou somente músicas de Ary Barroso. No ano seguinte, participou do especial para a televisão "Grandes Nomes" (TV Globo), com direção de Daniel Filho. Neste programa, teve como convidada a cantora Elis Regina, na interpretação inesquecível de "Amor até o fim", de Gilberto Gil, que fizeram juntas.



Neste ano, realizou temporada de quatro meses no Canecão com o show "Fantasia". O LP homônimo foi lançado no mesmo ano, e lhe valeu o Prêmio de Melhor Cantora, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e mais um Disco de Ouro e o primeiro Disco de Platina de sua carreira. Em 1982, estreou o show "Festa do Interior" no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, para um público de mais de 25 mil pessoas. O show, dirigido por Waly Salomão, excursionou pelo Brasil e encerrou sua temporada nacional na comemoração do 22º aniversário de Brasília, para um público de mais de 300 mil pessoas.



O compacto com a música "Festa do Interior" (Moraes Moreira e Abel Silva), com arranjo de Lincoln Olivetti, também ganhou Disco de Ouro. Na decorrer da década de 1980, outros discos e shows foram lançados. No LP "Profana", destacou-se a faixa "Chuva de Prata", bolero de Ed Wilson e Ronaldo Bastos, que em 1985 tocou bastante nas rádios. Em 1990, lançou pela BMG o disco "Plural", no qual incluiu músicas de Carlinhos Brown, compositor então pouco conhecido (havia sido gravado um ano antes por Caetano Veloso no LP "Estrangeiro").



Em 1994, reuniu-se com Gilberto Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia na quadra da escola de samba Mangueira para o show "Doces Bárbaros na Mangueira", que comemorou os 18 anos dos Doces Bárbaros. Neste mesmo ano, a escola os homenageou com o samba enredo "Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu", parafraseando o sucesso "Atrás do trio elétrico", de Caetano Veloso. No dia primeiro de junho daquele ano os Doces Bábaros voltaram a se reunir no Royal Albert Hall, em Londres, com a participação da bateria da Mangueira. Ainda em 1994, lançou o disco e o show "O sorriso do gato de Alice", com direção de Gerald Thomas. O espetáculo causou polêmicas com a encenação da cantora, que entrava no palco quase que se arrastando no chão e, ao cantar "Brasil", de Cazuza, mostrava os seios nus à plateia. Com este trabalho ganhou os prêmios Sharp e APCA do ano. No ano seguinte, lançou "Mina d'água do meu canto", trazendo apenas composições de Chico Buarque e Caetano Veloso, com arranjos de Jaques Morelenbaum.



Em 1997, gravou o CD e o vídeo "Acústico MTV", cantando ao lado de diversos convidados como Herbert Vianna e Zeca Baleiro. Lançou, no ano seguinte, o CD "Aquele frevo axé" e, em 1999, um disco em homenagem a Tom Jobim, com arranjos de Cristovão Bastos, cujo show de lançamento percorreu o Brasil depois de estrear no Metropolitan (atual ATL Hall), na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Em 2000, participou dos shows comemorativos da virada do milênio, apresentando-se ao lado de Bethânia, em show apresentado no Metropolitan (ATL Hall), Rio de Janeiro, e participou do evento "Rio Bossa Nova 2000", realizado num palco montado na praia de Ipanema, Rio de Janeiro, ao lado de diversos artistas, como Leny Andrade e "Os Cariocas".



Em 2001, gravou o CD "De tantos amores", contendo as músicas "Outra vez" (Isolda), "A última estrofe" (Cândido das Neves "Índio"), "Que pena (Ela já não gosta mais de mim)" (Jorge Ben), "Que maravilha" (Jorge Ben e Toquinho) "Folhetim" (Chico Buarque), "Apaixonada" (Ed Motta e Nélson Motta) e "Caminhos do mar" (Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Dudu Falcão), além de canções de Caetano Veloso, "Abandono", "O amor" (c/ Ney Costa Santos) e "Força estranha", e versões de Geraldo Carneiro, "Dama sofisticada" (Irving Mills, Duke Ellington e Mitchell Parish) e "Contigo aprendi" (Armando Manzanero) e José Fortuna, "Índia" (M. O. Guerrero e J. A. Flores.


Gal canta "Coisa Mais Bonita" e "As Time Goes By". Maravilha!!!!!


Fonte - Gal Biografia

JULIE LONDON, CRY ME A RIVER


Jazz vocalist and actress Gayle Peck, known as Julie London, was born on September 26, 1926 in Santa Rosa, California. She was the daughter of Jack and Josephine Peck, who were vaudeville song-and-dance team . Best known for her smoky, sensual voice, she was at her singing career's peak in the 1950s. Her acting career lasted more than 35 years, ending with the role of nurse Dixie McCall, RN, on the television series Emergency! (1972–1979).


When she was 14, the family moved to Los Angeles, California. Shortly after that, she began appearing in movies. She graduated from the Hollywood Professional School,in Hollywood, in 1945.

In July 1947 she married actor Jack Webb (of Dragnet fame). Her widely regarded beauty and poise (she was a pinup girl prized by GIs during World War II) contrasted strongly with his pedestrian appearance and streetwise acting technique (much parodied by impersonators). This unlikely pairing arose from their mutual love for jazz music. They had two daughters, Stacy and Lisa Webb. London and Webb divorced in November 1954. Daughter Stacy Webb was killed in a traffic accident in 1996.
In 1954, having become somewhat reclusive after her divorce from Webb, she met jazz composer and musician Bobby Troup at a club on La Brea Avenue in Los Angeles. They married on December 31, 1959, and remained married until his death in February 1999. Together, they had one daughter, Kelly Troup and twin sons, Jody and Reese Troup. Kelly Troup died in March 2002.



London's most famous single, "Cry Me a River", was written by her high-school classmate Arthur Hamilton and produced by Troup. The recording became a million-seller after its release in December 1955 and also sold on re-issue in April 1983 from the attention brought by a Mari Wilson Cover. London performed the song in the film The Girl Can' t Help It (1956), and her recording gained later attention in the films Passion of Mind (2000) and V for Vendetta (2006).
Other popular singles include "Hot Toddy," "Daddy" and "Desafinado." Recordings such as "Go Slow" epitomized her career style: her voice is slow, smoky, and sensual.

Her last recording was the classic "My Funny Valentine" for the soundtrack of the Burt Reynolds film Sharky's Machine (1981).
Her star on the Walk of Fame is at 7000 Hollywod Boulevard in Los Angeles.
Julie sings " Cry Me a River"
Julie London passed away on October, 2000 in Encino,California, at age 74.
Reference - AAJ

GARY BARTZ, A JAZZ GREAT.



Jazz Saxophonist and Grammy Award winner Gary Bartz was born on September 26,1940 in Baltimore, Maryland and first came to New York in 1958 to attend the Julliard Conservatory of Music. Just 17 years old, Gary couldn't wait to come to the city to play and learn. “It was a very good time for the music in New York, at the end of what had been the be-bop era,” says Bartz. “Charlie Parker had passed away three years previously but Miles' group was in its heyday, Monk was down at the Five Spot, and Ornette Coleman was just coming to town. Things were fresh.” Back then, Gary could regularly be found drinking Cokes in the all ages “peanut gallery” of Birdland, enjoying a marathon bill of performers. “If I didn't have money to get in. I'd help somebody carry a drum and sneak in,” laughs Bartz. “I learned that early on.”


Circa mid-'60s, the alto saxophonist - still in his early 20s - began performing throughout the city with the Max Roach/Abbey Lincoln Group and quickly established himself as the most promising alto voice since Cannonball Adderley. “In those days, we used to go by people's lofts and stay for weeks, just working on music,” says Gary. “Polks would all chip in and buy food, and one of us would cook. But there was always music, because people were dropping by at all hours. We didn't even think about it; that's just what we did. We were very unselfish about what we were writing because, after all, music doesn't belong to any one person. It belongs to the people, to everybody.”


With the splash of his New York debut solidly behind him, Bartz soon joined Art Blakey's Jazz Messengers. According to the story, Gary's parents owned a club in Baltimore, the North End Lounge. When his father hired Blakey for a gig, Gary grabbed the opportunity to fill a sax player vacancy in the band. After his performance that night, the young Bartz was officially hired to join the Jazz Messengers; in 1965, he would make his recording debut on Blakey's SOULFINGER album.


From 1962-64, Gary joined Charles Mingus' Workshop and began practicing regularly with fellow members of the horn section, including Eric Dolphy. In 1968, Bartz began an association with McCoy Tyner, which included participating in Tyner's classic "Expantions and Extentions" albums. Work with McCoy proved especially significant for Bartz because of the bandleader's strong connection to John Coltrane who Gary succinctly cites as a profound influence. Gary continues to perform and record with McCoy to this day.


During his first two years with Tyner, Gary was also touring with Max Roach and taking some time out to record on Max's Atlantic Records release, "Members don't get weary". “With Max, there was that bond with Charlie Parker,” declares Bartz. “Charlie Parker is why I play the alto saxophone.”

In addition to working with Miles in the early '70s - including playing the historic Isle of Wight Festival in August, 1970 - Bartz was busy fronting his own NTU Troop ensemble. The group got its name from the Bantu language: NTU means unity in all things, time and space, living and dead, seen and unseen.

Bartz followed those impressive works in 1995 with the release of his debut Atlantic album THE RED AND ORANGE POEMS, a self-described musical mystery novel and just one of Gary's brilliantly conceived concept albums. Back when Bartz masterminded the much-touted I'VE KNOWN RIVERS album, based on the poetry of Langston Hughes, his concepts would be twenty years ahead of those held by some of today's jazz/hip hop and acid jazz combos.



With over 30 recordings as a leader (as well as more than 100 recordings as a guest artist with others), Gary Bartz has taken his rightful place in the pantheon of jazz greats.
Gary Bartz plays.
Reference - AAJ

NICHOLAS PEYTON, GUMBO NOUVEAU


Trompetista de jazz Nicholas Peyton nasceu no 26 de setembro de 1973 em New Orleans e foi criado em Treme, nas vizinhanças do Armstron Park. Ele começou aos 4 anos utilizando um trompete de miniatura presenteado pelo pai, o baixista Walter Peyton.



Aos dez, ele já participava dos ensaios e logo cursava a NOCCA (New Orleans Center for Creative Arts), da família Marsalis.Foi Wynton quem deu a primeira chance profissional a Payton, que tinha 16 anos, recomendando-o ao pianista Marcus Roberts, em New York.



Uma das novas estrelas do trompete dos anos 90, Nicholas combina referencias de sua herança de New Orleans com o hard bop e a musicalidade dos Young Lions.


Um ano depois, ele participava de um tributo a Louis Armstrong ao lado de jazzmen do porte de Dizzy Gillespie, Clark Terry, Harry "Sweets" Edison, Freddie Hubbard e Red Rodney. Payton se formou na New Orleans Center for Creative Arts. Em 1992, saiu em turnê com Marcus Roberts e viajou para a Europa em 1994 com o “The Jazz Futures II”.



Além disso, também excursionou com Elvin Jones e trabalhou com jazz no Programa do Lincoln Center.Sua estréia solo ocorreu em 1995, em "From this moment". No ano seguinte, ele lançou "Gumbo nouveau", onde recriava a seu molde clássicos da música de rua da Crescent City como "When the saints go marching in" e "St.James Infirmary".O seu terceiro cd, "Payton's Place", que reúne os três principais trompetistas da geração neo-bop: Wynton Marsalis, Roy Hargrove e Payton e o sax-tenor de Joshua Redman, foi lançado pela Verve em 1997.



Em 1999 realizou um projeto musical que homenageava Louis Armstrong.



Nicholas plays "Bag's Groove"
Fonte - CDJ

Friday, September 25, 2009

MARCO PEREIRA, O VIOLÃO BRASILEIRO


O violonista brasileiro Marco Pereira, nasceu no 25 de setembro de 1950, é um renomado compositor, guitarrista e professor conhecido internacionalmente. O seu trabalho de composição e execução é fortemente influenciado pela música brasileira, latina e pelo jazz.


Pereira foi premiado em importantes competições internacionais, como o Concurso Andrés Segóvia, no de Palma de Mallorca e no Concurso Francisco Tárrega em Valencia, todos na Espanha. Mais tarde foi para a França, onde recebeu título de mestre em violão e defendeu tese sobre Heitor Villa-Lobos.


Durante o período que passou na França, se aproximou também do jazz e da música latino-americana. Atuou como concertista em diversos países europeus e participou também de concursos.Voltou ao Brasil e utilizou seu embasamento acadêmico para criar o curso superior de violão e harmonia funcional na Universidade de Brasília.



Gravou dois discos, privilegiando compositores nacionais contemporâneos, e excursionou pelos Estados Unidos no final da década de 80.Nos anos 90 mudou-se para o Rio de Janeiro. Participou de quatro edições do Free Jazz Festival e de discos de vários artistas, atuando como violonista e arranjador. Ganhou o prêmio Sharp de música de 1994 pelo disco "Bons Encontros", com o pianista Cristóvão Bastos, consagrando-se como uma das figuras mais importantes no cenário da música instrumental.



Lançou em 1998 o elaborado CD "Valsas Brasileiras", e atualmente concilia as atividades de compositor, arranjador e violonista com a de professor da UFRJ.


Em 2000 ele excursionou pelos EUA junto com Ralph Towner, apresentando a série International Guitar Night.



Marco toca "Luz Negra", uma das composições mais famosas de Nelson Cavaquinho


BARBARA DENNERLEIN,HAMMOND ORGAN VIRTUOSO



Internationally celebrated Hammond organ virtuoso Barbara Dennerlein was bon on September 25,1964 in Munich,Germany. Her CDs have won numerous awards, including the German Record Critics Award. Her CD "Take Off" (Verve/Universal) even reached number 1 in the jazz charts and was the best-selling German jazz album of the year.
Barbara Dennerlein belongs to the small circle of German artists of international repute. On her recordings and in her concerts, she stands out as a member of a new generation of jazz musicians, and is regarded by her peers and her audiences alike as one of the leading representatives of her instrument, the legendary Hammond B3.


It is an awe-inspiring experience to watch Barbara live on stage. As the most important and most successful German jazz export, she is familiar with large international festival stages and intimate clubs alike.


A list of venues where she has wowed audiences is as varied as it is long: the "Blue Note" and the "Sweet Basil" in New York, "Ronnie Scott's Club" and the "Jazz Café" in London and the "Blue Note" in Tokyo; Philadelphia, Berkley, San Jose, San Diego; the Montreal, Vancouver, Toronto, Edmonton, and Victoria jazz festivals; European festivals in The Hague, the North Sea Jazz Festival in the Netherlands, the Pori Jazz Festival in Finland, the Molde Jazz in Norway, the Arhus Jazz Festival in Denmark, the Maastricht-Kortrijk Festival in Belgium, the Vitoria Festival de Jazz in Spain, and German festivals in Berlin, Frankfurt, Leverkusen, Nuremberg, Vilshofen, Burghausen, Freiburg, Hamburg, Hanover and many others. Besides her nearly endless live performances, Barbara has made numerous appearances on both domestic and international radio and TV.


Both with her own "Bebab" group and solo, Barbara is equally celebrated by critics and audiences alike on both sides of the Atlantic. The name "Bebab" is a play on "Bebop" and "Barbara" and indicates something unique for which there is no established term, no pigeonhole. She knows the value of tradition but is also at home in modern jazz, in the here and now. She is one of the few musicians who can make the connection between different styles and audiences, building bridges between the musical past and present. She is just as familiar with the grooves of youth culture as with the listening experiences of a generation that grew up with the Hammond organ boom of the fifties.


Swing, bebop, blues, soul, latin and funk - for Barbara there are no rigid boundaries, only fluid transitions. Audiences are captivated by her talent, her absolute mastery of the instrument, her taste, and not least, her warm personality. The B3, it would seem, is a seamless extension of herself. She understands better than anyone how to exploit her instrument to the full, creating a sound and a musical style that is unmistakably "Barbara Dennerlein".



Her brilliant technique has breathed new life into the venerable Hammond organ, an instrument long neglected in modern jazz. She can rightfully claim to have paved the way for the organ's current renaissance in jazz.



Barbara plays "Swing the Blonde"




Reference - German Jazz

BANDA "ALL THAT JAZZ", TRIBUTO À GEORGE GERSHWIN


Logo mais, as 22h00, dentro da programação cultural do Bar e Café Adrianópolis, a banda jazzistica manauara, "All That Jazz" (foto), estará de volta ao palco da prestigiada casa de shows, desta vez homenageando o grande compositor George Gershwin, cujo aniversário de nascimento será celebrado amanhã em todo universo do jazz.
O repertório será integrado por algumas das belas canções compostas por George e seu irmão Ira Gershwin, que foram eternizadas nas vozes de Frank Sinatra, Tony Bennett, Billie Holiday, Joe Williams, Mel Thormé, Bobby Short, Sarah Vaughn, Ella Fitzgerald e tantos outros que exploram magistralmente o Great American Songbook.
E tem mais. Junior Leal (sax), Roger Vargas (cba) e Leo Pimentel (b) prepararam para a audiência, um solo especial de duas canções de John Coltrane, como forma de homenagear também, o inesquecível jazz master, pela passagem esta semana de sua data natalicia.
Te vemos por lá.
The best is yet to come.
Humberto Amorim, Leo Pimentel, Roger Vargas, Guilhermino Souza, Junior Leal.

OS CEM ANOS DA MAGNÍFICA MARY LOU WILLIAMS


Apesar do centenário de Mary Lou Williams, ocorrer em Maio do próximo ano, o pessoal da “Jazz at Lincoln Center” iniciará a sua celebração neste ano. Começando em Novembro, o espaço construído por Wynton Marsalis estará homenageando a legendária pianista com vários eventos , desde concertos, aulas e até um concurso “Você é a Próxima Mary Lou Williams?".



O início ocorrerá nos dias 6 e 7 de Novembro com “Jazz for Young People” com um programa chamado “Quem é Mary Lou Williams?” tendo Marsalis e a “J@LC Orchestra” como anfitriões. Uma semana depois Marsalis e a orquestra retornarão para um concerto com os convidados especiais, os pianistas Geri Allen e Geoffrey Keezer, para celebrar o centenário de Mary Lou Williams. Essas performances ocorrerão nos dias 13 e 14 de Novembro no “Rose Hall”.Talvez o mais inusual seja o concurso com o curioso título “Você é a Próxima Mary Lou Williams?".



Apesar de uma óbvia menção a programas de televisão que assolam os canais hoje em dia , o título leva-nos a questionar porque haveria outra Ms. Williams, uma pessoa e artista singular. Williams teve uma carreira que não pode ser facilmente comparada com outro artista de jazz e é duro imaginar a participação dela em um concurso, quando ela era jovem para ser, digamos, o próximo James P. Johnson ou Count Basie. Apesar disto, mulheres, que tocam piano e que tenham até quinze anos de idade, são encorajadas a submeter um vídeo de uma música de Williams, para ter a chance de tocar com a “Jazz at Lincoln Center Orchestra” com Wynton Marsalis como integrante do já mencionado concerto “Jazz for Young People”, “Quem é Mary Lou Williams?” As inscrições encerrarão no próximo dia 14 de Outubro.



Para maiores informações visitem o site da “Jazz at Lincoln Center”. E há mais . Em Janeiro e Fevereiro do ano que vem, o empresário e guia espiritual de Mary Lou Williams, o padre Peter O’Brien, dará um curso na “Swing University” sobre a vida e a música de Williams. Finalmente, a “Essentially Ellington High School Jazz Band” doará 4.500 livretos sobre a música de Mary Lou Williams para escolas do segundo grau dos Estados Unidos. Nestes livretos estão “New Musical Express,” “Roll ‘Em” e “Walkin’ and Swingin’.”



O programa culminará com o evento anual “Ellington Competition & Festival” no dia do aniversário de Williams, 08 de Maio de 2010. Nossa admiração e respeito pelo diretor artístico Marsalis e seus associados pelos esforços para chamar a atenção para esta, frequentemente esquecida, gigante do piano jazzístico.



Para aqueles que desejam realizar outras festividades , recomendamos o interessante livro de Linda Dahl sobre Williams,” Morning Glory, A Biography of Mary Lou Williams”, que teve trechos publicados na edição de Março de 2000 da JazzTimes.


Mary Lou plays "Solo Piano Blues"






Fonte : JazzTimes / Lee Mergner