Friday, July 31, 2009



"I want to be a part of a new way of doing things." (Stanley Jordan)

Guitarrist Stanley Jordan was born July 31, 1959 in Palo Alto, California. One way to attack the daunting task of describing him is to think of him as a world class guitarist who marches in all aspects of his life to the beat of his own drummer. Never one to be locked into constraints when it comes to musical expression, genres or applications, the California-born prodigy is a progressive thinker with goals and ideals that stretch far beyond record deals, fortune or fame.

Though he maintains a busy international touring schedule and recently recorded several special independent CDs, his broader interests stretch into the realms of Music Therapy and Sonification.

Stanley Jordan came to prominence with the release of his 1985 debut album Magic Touch, a revolutionary project that dually placed him at the forefront of re-launching legendary Blue Note Records into a contemporary entity in jazz and beyond, as well as establishing the then-twenty-something Jordan as among the most distinctive and refreshing new voices of the electric guitar.Key to Jordan's fast-track acclaim was his mastery of a special "tapping" technique on the guitar's fret board instead of conventional strumming and picking. While a handful of other virtuoso players were using similar techniques, Stanley's fluid and melodic use of tapping captured the imagination of listeners via his inherent warmth and sensitivity. He happened upon the technique without any formal study and had been applying it to his already exemplary traditional playing ten years prior to the album. Though Jordan showcased the technique in a variety of musical styles from swing to rock, it was smooth jazz radio support for his singular versions of "The Lady in My Life" (first recorded by Michael Jackson) and the Beatles' "Eleanor Rigby" that sent Magic Touch to the top of Billboard's jazz chart for a stunning 51 weeks.

The album became a gold-seller (over 500,000 sold) - outstanding for any jazz or instrumental CD.Subsequent albums found Jordan caught in a frustrating web of wanting to usher his audience into deeper levels of his artistry while record companies craved more of the stuff that had whisked him to the chart top. Because he debuted on the Blue Note label, he was marketed as a jazz progressive when what he was trying to stress was music beyond stylistic boundaries.Those projects included a solo guitar project titled Standards Volume 1 (1986) where Stanley made the bold statement that songs by the likes of Stevie Wonder and Joni Mitchell deserved recognition as standards as much as chestnuts like "Georgia On My Mind." He followed that with the band album Flying Home (1988) and an especially edgy album titled Cornucopia (1990), half of which was straight ahead jazz recorded live and the other half of which was multi-dimensional originals recorded in the studio.

He has been exploring deeper dimensions of his craft.After a self-imposed exile from the rat race in the `90s that included a retreat to the mountains of the southwest, Stanley Jordan has re-emerged with a new life's direction. A primary element of this new direction involves championing Music Therapy, which he is studying in a Masters program at Arizona State University.

"There's a belief that when you're a musician, you're supposed to want to be rich and famous," he muses. "I've never been like that. I do want to be paid well for what I do and want people to know about what I do - as big of an audience as I can - but that's a tangent. I see the commercial and artistic as two separate things. Sometimes they can work together. Sometimes they work against each other. I'd rather be musically satisfied and not famous than be famous and not satisfied with my music.""When I have something new I'm playing that I really like, then I'm most motivated to share it with the world."

Click to watch him playing "Eleanor Rigby"

http://www.youtube.com/watch?v=OHZTyfKseZE


O veterano guitarrista de jazz americano Kenny Burrell nasceu no 31 de julho de 1931, em Detroit, Michigan, e hoje com cinqüenta anos de carreira, atuou numa variedade de grupos e estilos, indo do solo à big band. Encorajado e patrocinado pelo seu irmão mais velho Billy, Kenny tocou na escola baixo e guitarra e se formou na Wayne State como bacharel de artes em teoria e composição musical.


Suas maiores influências são de Christian e Django no jazz, e de Muddy Waters e T-Bone Walker no blues. Ele gravou pela primeira vez quando participava de um combo de Dizzy Gillespie que incluía Coltrane, Milt Jackson e Percy Heath. Cedo na sua carreira ele teve a companhia de pesos pesados com Tommy Flanagan, Yusef Lateef e Elvin Jones até em 1955 substituir Herb Ellis no Oscar Peterson Trio.Pouco tempo depois, Burrell se mudou para New York onde rapidamente se estabeleceu como um dos guitarristas mais requisitados, improvisando ao lado de Coltrane, Billie Holiday, Thad Jones, Tony Bennett e James Brown.


Iniciou suas gravações na Blue Note em 1956, liderando um quarteto e desde então, esteve presente em mais de setenta álbuns como líder ou solista. Esteve presente como sideman nas bandas de Coltrane, Nat Cole, Coleman Hawkins, Dizzy, Getz, Goodman, Rollins, Gil Evans e Jimmy Smith. Kenny Burrell é também um renomado educador, dividindo o tempo entre tocar e gravar com o de diretor da Jazz Studies Department da UCLA.


O estilo de Burrell está amarrado entre o bebop e o r&b. Ele é considerado um dos melhores dentro da linha suave e que nunca perde esse senso de execução em qualquer situação, oferecendo ao ouvinte, uma inesgotável fonte de idéias musicais.

Fonte Clube do Jazz
Click para ve-lo swingando com monstro sagrado Jimmy Smith.
NOITE DE SWING COM A "ALL THAT JAZZ"Logo mais as 22h00, os amantes da musica jazz terão mais uma oportunidade de se reencontrar, embalados pelo swing da banda "All That Jazz" que se apresenta, como sempre acontece na ultima exta-feira do mês, no palco do Bar e Café Adrianópolis, na Rua Salvador.

Desta vez a apresentação terá como motivo, o tributo ao filho da Voz, Frank Sinatra Jr, que esteve nas nossas paragens há exatamnte um ano. O diferencial será marcado pelo desenvolvimento do mesmo repertório que Frank Jr., apresentou no palco armado no Largo de São Sebastião, diante de uma platéia de milhares de admiradores em Julho de 2008.


All of Me, Day in Day Out, I Got you Under My Skin, Fly me To the Moon, Wave, That Old Black Magic, Night and Day, Our Love is Here to Stay, Blue Skies e Witchcraft, são apenas algumas das canções do Great American Songbook, que animarão aqueles que nos darão a honra da presença por lá.



Estamos te esperando.
O melhor ainda está por vir.


Humberto Amorim, Roger Vargas, Guilhermino Souza, Leo Pimentel e Jr. Leal.


Thursday, July 30, 2009



O guitarrista, cantor de blues e rock Buddy Guy, nascido George Guy, no 30 de julho de 1936 em Lettsworth, Louisiana, ficou conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e outras lendas dos anos 60 Buddy é considerado um importante expoente do chamado Chicago blues, tornado famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.
Cresceu sob os conflitos da segregação racial onde banheiros, restaurantes e assentos de ônibus eram separados para brancos e negros. Com sete anos de idade Buddy fez a sua primeira “guitarra”, um pedaço de madeira com duas cordas amarradas com os grampos de cabelo de sua mãe. Com ela passava o tempo nas plantações e desenvolvia as suas “técnicas” musicais. Depois ele ganhou a sua primeira guitarra de “verdade”, um violão acústico Harmony que hoje se encontra no Hall da Fama do Rock and Roll, em Cleveland, nos EUA.
Em 1955, com 19 anos, Buddy trabalhava na Universidade Estadual da Louisiana, ganhando 28 dólares por semana. Nunca havia saído do estado quando em 1957 um amigo seu que era cozinheiro em Chicago foi visitá-lo e disse que ele precisava ir para Chicago tocar sua guitarra de noite e trabalhar de dia. Guy se interessou pela proposta financeira, pois poderia ganhar em torno de 70 dólares por semana e quem sabe sair de noite para ver os mestres Howlin’ Wolf, Muddy Waters, Little Walter e de “quebra”, ainda aprender alguma coisa para tocar sua guitarra em casa.
Em 1957, Buddy saiu de Lettsworth e chegou em Chicago. O choque foi grande, saindo do ambiente rural e chegando na metrópole totalmente urbana. Buddy arrumou um emprego e após alguns meses conseguiu uma audiência no 708 Club. Naquela noite chegou ao clube, em um Chevrolet vermelho, nada menos que Muddy Waters. Buddy foi servir sanduíche de salame para ele que perguntou se ele estava com fome. Buddy respondeu que, se ele era Muddy Waters, não estava mais com fome, encontrá-lo o alimentou.
Guy começou a tocar em bares de Chicago e seu estilo foi bem aceito. Ele começou a chamar atenção. Gostava de tocar como B.B. King e atuar no palco como Magic Slim. Resolveu, então, enviar uma fita para a gravadora Chess Records, selo tradicional do blues que contava com artistas como Willie Dixon, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Little Walter e Koko Taylor. Em 1960 começou a fazer as guitarras das gravações destes grandes mestres da Chess. Era sempre o primeiro guitarrista a ser chamado pela gravadora.
Mas Buddy não estava satisfeito, pois fazia apenas o acompanhamento. Ele queria mais, queria fazer suas próprias composições. Em 1967 gravou “I Left My Blues” em San Francisco, pela Chess Records. Em 1968 foi para a Vanguard Records e gravou dois álbuns clássicos: A “Man and His Blues” e “Hold That Plane”. A partir desta época seu estilo agressivo e selvagem de tocar, além de seu vocal rasgante, começaram a chamar a atenção de músicos do rock, principalmente os ingleses. Eric Clapton disse em 2005 que Buddy Guy foi para ele o que Elvis foi para muitos outros.
Em 1970 Buddy inicia uma parceria com o gaitista Junior Wells e lança o disco “Buddy and the Juniors”. Em 1972 sai “Buddy Guy and Junior Wells Play the Blues”, disco produzido por Eric Clapton, Tom Dowd e Ahmet Ertegum. Que pode ser considerado um dos melhores álbuns de Buddy, com clássicos do blues e composições próprias, num som límpido, simples e cru. Em 1974 Guy se associa ao baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, que produz e toca no álbum ao vivo chamado “Drinkin’ TNT ‘n’ Somkin’ Dynamite”.
Até quase o final dos anos 80 sua carreira declinou e só voltou a decolar a partir de 1989 quando Buddy abriu o clube “Buddy Guy Legends”, em Chicago, considerado o lugar preferido da maioria dos artistas de blues para se apresentar.
Em 1990 – 1991 Guy tocou junto com Eric Clapton no Royal Albert Hall, em Londres, num show somente de guitarristas. Esta participação lhe proporcionou um contrato com a Silvertone Records, onde ele gravou diversos álbuns, mas o primeiro foi “Damn Right, I’ve got The Blues”, de 1991, que contava com a participação especial de Eric Clapton, Jeff Beck e Mark Knopfler. O disco obteve um sucesso incomum para a cena do blues: ganhou disco de ouro, vendeu 500.000 cópias e também ganhou o Grammy.
Dois anos depois, em 1993, gravou “Feels Like Rain” e em 1994 “Slippin’ in”, ganhando o Grammy com os dois discos. O sucesso havia retornado com força. Foi um trabalho de persistência, como disse Buddy: “tinha colocado na minha cabeça que precisava continuar tocando, porque eu sentia que não tinha tido a chance de me expressar com minha guitarra e minha voz. Poucos haviam me ouvido, mas continuei tocando até que a chance veio com ‘Damn right, I’ve got the blues’ e aí estourei! Acho que alguém me ouviu, lá em cima!” E assim veio em 1996 o disco ao vivo “Live: The Real Deal”, em 1998 “Heavy Love”, em 2001 “Sweet Tea”, onde Buddy retornou ao blues de raízes, em 2003 “Blues Singer” e por último, em 2005, “Bring ‘Em in”, onde Guy contou com a participação de Carlos Santana e John Mayer.
Enquanto a música de Buddy Guy é freqüentemente associada ao blues de Chicago, seu estilo é único e inconfundível. Sua música pode variar desde o mais tradicional e profundo blues, à mais criativa, imprevisível e radical agregação entre blues, rock moderno e jazz livre, que se juntam a cada performance ao vivo de maneira inédita. Em 2004, Jon Pareles, crítico de música pop do New York Times, escreveu: "Mr. Guy, 68, mistura anarquia, virtuosismo, blues denso e suas vertentes de uma maneira única, prendendo a si todas as atenções da audiência.
Fonte - Wikipédia
Click para ve-lo mandando ver com "Sweet Home Chicago".
Renowned and revered the world over as one of the greatest saxophone players of all-time, David Sanborn was born July 30,1945 in Tampa, Florida as David William Sanborn and contracted polio when he was only 3 years old. As part of his rehabilitive therapy, David was introduced to the saxofone. It was an introduction with consequences quite beyond the imagination of his parents,doctors - or anyone else.

He is is an artist whose music has inspired countless other musicians while creating a body of work that spans the genres of rock ‘n’ roll, R&B, pop and jazz. A naturally gifted performer, David has helped defined the saxophone’s modern sound while influencing a generation.

The selection of the alto sax - a favourite from David’s days spent listening to the radio - would prove to be a pivotal moment in the development of his sound.

Growing up in St. Louis, Missouri, David was tremendously inspired by the rich legacy of great Chicago blues artists who would play their way through town. Before he was finished high school, David had played with names such as Albert King and Little Milton. “When I was 17 or 18,” David has said, “And it was time to figure out what to do with my life, I realized that I didn't enjoy anything as much as I enjoyed playing music. I felt that I had no choice, that I HAD to become a musician. Either that or steal cars.”

David studied music for a year at Northwestern University before transferring to the University of Iowa. By 20, he was married and the proud father of a son - Jonathan Sanborn - for whom each of David’s records have been dedicated. A phone call from an old friend in San Francisco - drummer Teddy Steward - convinced David to head for California. It was while in San Francisco that another old friend - Phillip Wilson - who had recently joined the Butterfield Blues Band, invited David to Los Angeles to sit-in on recording sessions with the band. “I got on a Greyhound bus from San Francisco to LA, took a bus into Hollywood, slept on the floor of Phillip's hotel room and went to the studio with him.” David has said. “Just had my horn. I think it was because I looked so pathetic, standing there with my horn, Paul Butterfield said, “Why don't you just come and play on a tune?” I sat in and I did okay. And I was with Butterfield for almost five years.”

Those five years saw David -with the Butterfield Blues Band - play Woodstock, among many other classic gigs. But the demise of that band only brought David new opportunities and within a week he was touring with another legend - Stevie Wonder. David played on Wonder’s remarkable “Talking Book” LP, rocked briefly with rock and roll heroes The Rolling Stones then toured with David Bowie, eventually performing his famous solo on Bowie’s 1975 recording “Young Americans.”

It was also in 1975 that David released his first solo album Taking Off. The record enjoyed respectable sales and while David continued working with other performers such as Paul Simon and James Taylor he also continued flexing his considerable muscles as a solo artist, eventually scoring massive popular hits with 1980’s Hideaway and 1981’s Grammy winning Voyeur.
1983 saw David branch off in a new artistic direction with his first acting roll in the Italian film “Stelle Sulla Citta” for which he also scored the soundtrack. It was also in ’83 that David released his landmark Backstreet album which proved a major hit in the world of contemporary jazz.

David was awarded his second Grammy in 1986 for the album Double Vision and in the late 1980s hosted one of the most remarkable musical television programs of all time - Night Music. Offering up old films of jazz legends, music talk and incredible jams by an increasingly eclectic roll call of musicians from different fields, Night Music is fondly remembered among music fans as a groundbreaking and genre-bursting show.


Produced by Saturday Night Live creator Lorne Michaels, Night Music brought artists as diverse as Sonny Rollins, Leonard Cohen, Hank Crawford, Conway Twitty, Sonic Youth, Al Green and the Pixies together on one program.
Throughout the nineties and into the present, David has continued to tour and record, having amassed a wide and enthusiastic fan base around the world. The albums Pearls, Songs From The Night Before and Essentials reflect the essence of an artist at peace with his own sound and development, yet still hungry - eager to explore the possibilities of his instrument and his abilities.

David Sanborn is both musician and artist - that rare breed of popular recording star as eager today as he was in his youth to continue pushing boundaries and to continue making music that challenges the mind as it rewards the heart and soul.
His latest CD "Here and Gone" is a must have.
Click to watch him playing his sax.


Reference -AAJ

A violonista e compositora brasileira Maria Rosa Canelas, conhecida por Rosinha de Valença, nasceu no 30 de julho de 1941 em Valença,RJ.
O apelido, que adotou como nome artístico, lhe teria sido dado por Sergio Porto que dizia que ela tocava por uma cidade inteira. Um gravíssimo problema de saúde a retirou do mundo artístico. Depois do fato, nunca mais apareceu publicamente.

Rosinha de Valença ficou doze anos em estado de coma. Dois anos após entrar em coma, um grupo de artistas realizou um show beneficente no Canecão para ajudar a custear as despesas médicas da violonista. Foi uma das várias apresentações realizadas para ajudar e manter a memória da artista. Os primeiros oito anos do coma Rosinha passou na casa da irmã mais velha Marijó, que veio a falecer. Só depois foi viver comMaria das Graças.

Rosinha faleceu em Valença, RJ, em 10 de junho de 2004.
Click para ve-la tocando seu violão maravilhosamente.

Wednesday, July 29, 2009


Este álbum soa completamente relaxado, como se os componentes da banda tivessem ido para o estúdio e deixado a coisa fluir. Eles são o pianista John Bunch, suingando aos 86 anos, o guitarrista Frank Vignola, o baixista John Webber e, em seis faixas, o flautista Frank Wess.
O programa é o repertório de Irving Berlin. Canções familiares como “How Deep is The Ocean”, “What´ll I Do” e a menos conhecida “Better Luck Next Time”.Bunch, provavelmente, é melhor conhecido como acompanhante de Tony Bennett e Scott Hamilton. Em canções como “I´ve Got My Love To Keep Me Warm” e “Isn´t This A Lovely Day?” seus belos toques e as presenças enriquecedoras de Wess e Vignola dão um toque especial .
O estilo de Bunch vai de Count Basie a John Lewis, e ele faz você lembrar deles pela concisão dos seus solos e sua capacidade para usar as notas necessárias. Em “All By Myself” ele constrói, dentro de um suave suingue, uma peça extasiante.As performances são consistentes, e sua preferência se dará pelo respeito irrestrito às canções de Irving Berlin. Meu voto vai para “They Say It´s Wonderful”. Está bem colocada e sem sentimentalismo.


Faixas : Soft Lights & Sweet Music; Coquette; How Deep is the Ocean?; What'll I Do?;I've Got My Love To Keep Me Warm; The Best Thing For You; Isn't This a Lovely Day?; I'm Putting All My Eggs In One Basket; They Say It's Wonderful; All By Myself; Better Luck Next Time; Change Partners

Fonte : JazzTimes / Thomas Conrad
Click para ouvir e ver John Bunch tocando piano com o Grupo de Carmen Leggio .































A reunião mensal do - Clube dos Discófilos Fanáticos - CDFs, voltou a acontecer na base secreta em grande estilo, desta vez com as apresentaçãoes e salamaleques de Acram Isper (autênticos) e Joaquim Marinho (Patuléia).
O ponta-pé inicial foi dado pelo Joaquim que, em dupla com o Acram, iniciou a exploração do tema "Plágios". O foco central da palestra, que antecedeu a mostragem musical, recaiu sobre a abordagem, que surpreendeu e indignou a platéia , comprovando com som, imagem e documentos, que muitos desses grandes "astros", levados por impulsos de ladroagem explícita, optaram descaradamente, em determinados momentos de suas carreiras, por afanar a criação alheia. Foi então que veio a internet e os camaradas foram, um a um, desmascarados.
Marinho aproveitou a ocasião para apresentar os dotes musicais do neto Luis Henrique, que demonstrou na guitarra, um solo "afanado" pelo Beatle George Harrisson.
Resumo da noite mais do que interessante:
Arnaldo Russo, bem ao estilo Amazonino Mendes, era o mais encantado pelas informações. Só não gostou quando ventilou-se, que a dupla sagrada Lennon e McCarthy havia dado suas afanadinhas. Nada comprovado. Alivio para o Arnaldo.
Salomito Benchimol retemperado pelo passeio na Russia, soltou indignado, aqui e ali, fazendo coro com a maioria, um, ponte que partiu! que filho daquela! caraca!
Paulinho Monteiro, nao resiste e abandona temporariamente seu santuário no sul maravilha e finca o pé na plateia até a ultima musica.
Chaguinha, revoltado pelas informações sobre os afanos de Raul Seixas, relaxou um pouco e me entregou o mimo que trouxe do Panamá, me enchendo de alegria.
Edson Costa com saudades da Sandra e das filhas, recebeu um caboco seresteiro e mandou ver para euforica plateia, ao som do violão do Prof. Renam, a canção "Esse amor que eu não esqueço".
Waldir Menezes é indiscutivelmente, o nosso sonoplasta, talentoso e insubstituível.
Havas, para não perder o controle, tirou varios cochilos, durante a empolgante apresentação.
Acram Isper - Estava com a corda toda. Explicitou com segurança o tema, embasado por multiplos "double checks" , sem coleira, a sua picardia inconfundivel ocupou todos os cantos da sala. Jamais se riu e se chamou, com razão, tanto palavrão, numa mesma reunião.
A fofoca da reunião ficou por conta do boato que Acram mandou o porteiro desligar a energia dos elevadores, fazendo com que grande parte dos convivas, fosse forçada a chegar ao último andar, pelas escadas. Haja folego meu irmão!!!!!
Comprovado - muita coisa que ouvimos por ai é afanada. O CD ofertado pela dupla, está impagável.
Lista Negra de alguns "afanadores":
Roberto Carlos , Renato e seus Blue Caps, Demetrius (o rei da afanação) Raul Seixas, Rossini Pinto,Odair José,Vanusa,Jim Croce,Fernando Mendes,Leno & Lilian, Agnaldo Timóteo, Erasmo Carlos, Amado Batista, Evinha, Ronnie Von, Petula Clark (afanou uma musica da Leila Silva, uma cantora/compositora amazonense)George Harrison,Rod Stewart,Pepeu Gomes e Baby Consuelo,Frankie Lane,The Fevers, Deny e Dino,The Sheiks,Jennifer Warnes,Bianca,Xuxa,Claudio Roberto, Magazine, Antonio Carlos Jobim.

Mês que vem, a arena será do Paulinho Monteiro.
O melhor ainda está por vir.


Tuesday, July 28, 2009


American jazz singer, composer, producer and arranger Chinyere Nnenna Pierce a.k.a Nnenna Freelon, was born July 28,1954 in Cambridge, Mass., to Charles and Frances Pierce. She has been nominated for five Grammy Awards for her vocal work, and has performed and toured with such top artists as Ray Charles, Ellis Marsalis, Al Jarreau, Anita Baker, Aretha Franklin, Dianne Reeves, Diana Krall, Ramsey Lewis, George Benson, just to name a few.
One critic described her as "a spell-binding professional, who rivets attention with her glorious, cultivated voice and canny stagecraft". She has performed at Carnegie Hall, Hollywood Bowl, Uellington Jazz Festival, Monterey Jazz Festival, Apollo Theater, Montreaux Jazz Festival and more.
As a young woman she sang extensively in her community and the Union Baptist Church and at St. Paul AME. She has a brother Melvin and a sister named Debbie. Nnenna graduated from Simmons College in Boston, with a degree in health care administration. For a while worked for the Durham County Hospital Corporation, Durham, North Carolina.
In 1979, married architect Philip G. Freelon, native of Philadelphia, raised three children, Deen, Maya and Pierce, before deciding to go pro as a jazz singer.


In 1990, Nnenna Freelon went to the Southern Arts Federation’s jazz meeting and met Ellis Marsalis. "That was a big turning point. At that time, I had been singing for seven years. Ellis is an educator and he wanted to nurture and help. What I didn’t know at the time was that George Butler of Columbia Records was looking for a female singer. Ellis asked me for a package of materials. I had my little local press kit and my little tape with original music. Two years later, I was signed to Columbia Records.” She was in her late 30s when she made her debut CD, "Nnenna Freelon", for Columbia Records in 1992. The label dropped her in 1994, and Concord Records signed her in 1996.
In "Maiden Voyage" (1998), she leaves behind standard and comfortable conventions and releases an inner spirit that allows her to creatively soar to a higher dimension. Watch out! When a woman reaches this point there's no telling what will come next. Freelon's seventh album is Tales of Wonder (2002), covers hit songs written and/or recorded by Stevie Wonder. She considers him one of the greatest artists of our time and describes how his music easily became her music, as it touched her life throughout the years. "A lot of Stevie Wonder's music is on the level of many other unique artists like Duke Ellington, like Thelonious Monk. When you hear Stevie, you know that's who it is. I put him in a genius class, he's fabulous." On her Grammy-nominated release, Blueprint of a Lady: Sketches of Billie Holiday (2005), which comes highly recommended, Freelon pays tribute to the quintessential jazz vocalist Billie Holiday in the best possible way—without imitation and putting her own interpretations on material written by or associated with Lady Day. Her band, adjusted to fit the mood of each song, skillfully complements her at every turn. With Freelon is a group of veteran jazz artists who give her album a welcome presence. Tenor saxophonist Dave Ellis, trumpeterChristian Scott, and flutist Mary Fettig add stellar musical partnerships to the program. Freelon's long-term quartet of Brandon McCune, Wayne Bachelor, Kinah Boto, and Beverly Botsford provide cohesive accompaniment that serves as an intuitive accompaniment for her vocal offerings.
Reference - Wikipédia
Click to watch her singing "Straighten up and Fly Right" with Take 6.
Um dos maiores bandolinistas e compositores para bandolim no Brasil, Luperce Miranda nasceu no 28 de julho de 1908 em Recife. O pai montou uma orquestra infantil com os 11 filhos. Assim, desde cedo, Luperce aprendeu a tocar bandolim, tendo composto a primeira música aos 15 anos. Também tocava piano, e na juventude foi pianista de uma confeitaria de Recife.

Na década de 20 integrou o grupo Turunas da Mauricéia, que foi para o Rio de Janeiro em 1927, provocando a primeira "onda nordestina" que chegou à então capital do país, provocando reações no cenário musical. Luperce não viajou com o grupo, mas teve músicas suas gravadas pelos Turunas no Rio.


Ficou em Recife e montou outro conjunto, o Voz do Sertão, e só então viajou para o Rio. Gravou algumas músicas com o novo grupo até formar, em 1929, o Regional Luperce Miranda, que atuou em rádios e na gravadora Parlophon. Na década de 30 acompanhou Mário Reis, Carmen Miranda e Francisco Alves.


Nos anos seguintes trabalhou nas rádios Mayrink Veiga e Nacional até 1937, quando voltou para Pernambuco. De volta ao Rio nos anos 50, gravou discos e excursionou pela Europa.


Criou uma escola de música especializada em instrumentos de corda. Em 1994 o bandolinista Pedro Amorim lançou o CD "Pedro Amorim toca Luperce Miranda", dedicado à obra do compositor, que inclui "Reboliço", "Martelando", "Querida", "Picadinho à Baiana".


Luperce Miranda faleceu em Abril de 1977.
Click para ver Dudu Maia solando de Luperce Miranda "Quando me lembro".
O pianista Peter Duchin nasceu no 28 de julho de 1937 em Newport, e de seu talento e carreira musical, o realçe vai para o fato de que ele tornou-se o pianista preferido do "beutiful people" que compõe o jet set (alta sociedade) norte-americano e mundial. Peter já entreteve presidentes nos encontros "chics" da Casa Branca, na posse presidencial, bailes de gala, eventos de caridade e formaturas de universidades.

Além de pianista, é condutor de orquestra e compositor e como bandleader já tocou em mais de 100 eventos publicos e em concertos a cada ano. Também se apresentou com outras formações mais de 600 vezes, tornando as suas apresentações, nas mais populares, pretigiadas e requisitadas nos Estados Unidos.

Sua extensa carreira musical é marcada por apresentações em 48 estados americanos e 22 paises estrangeiros. Teve participação em seis filmes, diversos shows de televisão, editou 26 discos e publicou sua biografia pela editora Randon House.

Click para ver e acompanhar performance de sua banda no famoso Waldorf Astoria Hotel em NYC, desenvolvendo "You're the Top" de Cole Porter.

http://www.youtube.com/watch?v=eUQZ5DxS0rQ



Pianist Peter Duchin was born July 28, 1937 in Newport and for over thirty years Duchin has provided music for presidents, society galas, corporate events, and charity benefits - - from White House state dinners and inaugural balls, to college proms.

A pianist, conductor, and composer, Peter Duchin and his band play for more than one hundred public and private parties and concerts each year. In addition, his various groups (without him at the helm) play another 600 dates a year, making his one of the most popular, prestigious, and sought-after orchestras in the country.

Society functions represent only a small portion of the engagements Duchin plays each year, and he is as comfortable playing Top-40 tunes at college proms as he is entertaining swanky Palm Beach debutantes with sounds of the Big Band Era.
His parents were Eddy Duchin and Newport socialite Marjorie Oelrichs. His mother died in child birth and he was raised by his parents' best friends, Governor and Mrs. Averell Harriman at their home in Manhattan and Arden, New York.

After the war, when his father returned from overseas naval duty, he lived with his father, who had remarried, and his stepmother Chiquita, until his father's death in 1951. He was educated at Hotchkiss (1954) and Yale (1958), where he majored in music and French.

He studied in Paris at the Ecole Normale de Musique and the Sorbonne. He then served in the United States Army for two years on active duty in Panama. Upon returning to civilian life he launched his professional career in 1962 when he appeared at the world famous Maisonette Room in the St. Regis Hotel, and was an overnight success.

Since that time he has played in 48 states and 22 countries. He has appeared in five movies, countless television shows, made 26 albums, and recently released his autobiography for Random House.

Peter is married to Brooke Hayward, the celebrated author of "Haywire" and has three children by a previous marriage. He is an avid outdoorsman and fly-fisherman and is involved with many environmental groups.

Reference - Sophisticated People

Tradução - Humberto Amorim

Monday, July 27, 2009


A inglesa Barbara Thompson, virtuose do saxofone, nasceu no 27 de julho de 1960, em Oxford e foi educada na Queen's College e na Royal College of Music em Londres, onde aprendeu a a arte de tocar clarineta, piano, flauta e composição. Apesar de nutrir grande interesse pela música classica, foi arrebatada pelo trabalho jazzistico do pianista e bandleader de jazz Duke Ellington e do saxofonista John Coltrane que originou nela a irresistivel paixão pelo saxofone.


Formou o seu proprio grupo Paraphernalia em 1977. A banda continua viajando e se apresentando, apesar do diagnóstico da Doença de Parkingson dado a Barbara em 1997. A sasofonista tornou-se uma sumidade musical pelos marcantes sons que extrai de seu saxofone, nas muitas apresentações por toda Europa. Suas composições destacam-se pela originalidade e inventividade e seus solos tanto no saxofone quanto na flauta, angariaram à ela, o reconhecimento mundial.


A musica de Barbara Thompson tem atraido seguidores fora do circulo de apreciadores de jazz.


Click para vê-la em ação.

http://www.youtube.com/watch?v=4j6OBRmungM
Saxophonist Barbara Thompson was born July 27, 1940 in Oxford, England, and educated at Queen's College, Harley Street, London and the Royal College of Music, where she studied clarinet, piano, flute and composition. Whilst retaining a strong interest in classical music, Barbara was captivated by the jazz work of Duke Ellington and John Coltrane and developed a consuming passion for the saxophone.


She formed her own group Paraphernalia in 1977, the band , still touring and recording despite Barbara being diagnosed with Parkinson's Disease in 1997, became one of the major instrumental attractions on the European concert scene. Barbara's original and inventive compositions and soaring saxophone and flute improvisations, have earned her international acclaim, while the originality of the music has appealed to a wider audience than merely contemporary jazz buffs.


Reference - AAJ

Tradução - Humberto Amorim
PARA MULHERES, APRECIADORAS DO NOBRE FERMENTADO.

Vinho tinto aumenta libido feminina, diz estudo, feito por pesquisadores que avaliaram questionários de quase 800 mulheres.

Uma pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina.
O estudo da Universidade de Florença foi feito com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos na região de Chianti, na Toscana.
Elas foram classificadas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.
As mulheres, todas consideradas sexualmente saudáveis, responderam questionários com 19 perguntas sobre sexualidade. Os questionários medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index, em inglês), uma medida usada em outros estudos científicos sobre sexualidade feminina.
O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia.
Os pesquisadores do estudo fazem duas ressalvas sobre o estudo:"Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo", afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica "Journal of Sexual Medicine".
"Enquanto este resultado precisa ser interpretado com cautela, devido ao pequeno número da amostragem [...] e pela falta de dados de exames de laboratório, ainda assim o estudo sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho tinto e melhor sexualidade."


Fonte - BBC


Nota do Blog - Conteúdo do e-mail que recebi de meu amigo e enófilo de carteirinha, Pedro Stenio. Impossivel não compartilha-lo com os disTINTOS leitores e leitoras.

Jean Toussaint born July 27,1960 is a jazz tenor saxophonist. He was born in St.Thomas,Virgin Islands in the Caribbean..
Toussaint learned to play calypso as a child, and attended the Berklee College of Music in the late 1970s. In 1979 he played with Wallace Roney, and from 1982 to 1986 he was a member of Art Blakey's Jazz Messengers, for which he is best known.


Since 1987 he has lived in London, where he has taught at Guildhall School of Music and Drama and performed with many local musicians, in addition to internationally known jazz players such as Wynton Marsalis,Macoy Tyner, and the Gil Evans Orchestra. He has also taught at Trinity College of Music and the Birmingham Conservatory.

Click to listen to his sound.

http://www.youtube.com/watch?v=e054ReVNkuU
Reference - All Music Guide
Há mais ou menos um ano e meio, aqueles que não tinham fácil acesso aos melhores clubes noturnos em Manhattan, podiam ter o privilégio de passar uma hora com um dos mais finos trios de jazz através da audição de “Live at Jazz Standard, Volume One”.
Agora, a vocalista/pianista, Dena DeRose, o baterista Matt Wilson e o baixista Martin Wind, estão de volta para completar a noite com oito faixas que compõe a segunda parte daqueles sete shows apresentados em março de 2007.
Outra vez o trio apresenta uma série de categorizados “standards”. Interpretam a suave e misteriosa “The Ruby and The Pearl” de Ray Evans e Jay Livingston, depois acelaram com “When Lights Are Low” de Wilson e imprimem maior velocidade com “Detour Ahead”, que possibilita aos componentes do trio movimentarem-se rapidamente dentro ou fora da trilha.DeRose e companhia pagam tributo a Dave Brubeck em um surpreendente e esperto 3/4 em “In Your Own Sweet Way”, celebram Carmen McRae com um suave “I Can´t Escape From You”, sublinhando brilhantemente sua simplicidade e, inspirada por uma gravação de Billie Holliday, partilha emoção em uma ebuliente “Laughing at Life”.
Acima de tudo, o sublime trio, com oito anos de inspiração compartilhada, devidamente evidenciada, demonstra que não há nenhum “standard” como os seus.
Faixas : The Ruby And The Pearl; When Lights Are Low; Detour Ahead; I Fall In Love Too Easily; In Your Own Sweet Way; I Can't Escape From You; Laughing At Life; We'll Be Together Again.
Click para desfrutar da musica de Dena DeRose
Fonte: JazzTimes / Christopher Loudon

Sunday, July 26, 2009


O multi-instrumentista brasileiro Moacir Santos, nasceu no 26 de julho de 1926, e é considerado pelos críticos e pesquisadores musicais como um dos principais arranjadores e compositores brasileiros, aquele que renovou a linguagem da harmonia no país. Uma boa maneira de começar a dimensionar a importância do saxofonista, compositor e arranjador Moacir Santos é citando alguns de seus alunos nos anos 60: Bola Sete, Oscar Castro Neves, Paulo Moura, Maurício Einhorn, Dom Um Romão, Roberto Menescal, Dori Caymmi, o casal Airto Moreira e Flora Purim, Carlos Lyra, João Donato e Baden Powell.

Moacir Santos começou cedo sua história musical, se unindo à banda da sua Flores do Pajeú natal, em pleno sertão pernambucano, aos 14 anos, tocando saxofone, clarinete e trompete, entre outros instrumentos. Dois anos depois ele saiu pelo nordeste afora até 1943, quando arrumou um emprego na Rádio Clube de Recife.

Em 1945 foi para a Paraíba, onde tocou na banda da Polícia Militar e na jazz band da Rádio Tabajara como clarinetista e tenorista. Em 1948 ele mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na gafieira "Clube Brasil Danças" durante 18 anos como saxofonista, arranjador e maestro. Outro longo emprego que teve foi na Rádio Nacional, começando como tenorista da Orquestra do Maestro Chiquinho. Como fazia arranjos sem conhecer as regras, Santos se iniciou em teoria musical com Guerra Peixe e depois foi estudar com o grande musicólogo e compositor alemão Hans Joachim Koellreutter, de quem Santos depois se tornou assistente. Durante essa década ele começou a dar aulas, mas foi nos sessenta que ficou famoso, sendo professor de grandes talentos, como Paulo Moura, Oscar Castro-Neves, Baden Powell, Maurício Einhorn, Sérgio Mendes, João Donato, Roberto Menescal, Dori Caymmi e Airto Moreira, entre outros.

Em 1951, ele foi convidado por Paulo Tapajós, diretor da Rádio Nacional para ser um maestro e arranjador do elenco, onde permaneceu até 1967. Em 1954, Santos foi para São Paulo onde dirigiu a orquestra da TV Record. Dois anos depois, ele voltou ao Rio de Janeiro, retomando seu trabalho na Rádio Nacional e se tornou regente na Copacabana Discos. Com o prestígio alcançado no Brasil, Santos gravou em 1965 pela Forma, o seu primeiro álbum solo, "Coisas". Santos compôs trilhas sonoras para muitos filmes como "Love in the Pacific", "Seara Vermelha"(Rui Aversa), Ganga Zumba (Cacá Diegues), O Santo Médico (Sacha Gordine), e Os Fuzis (Ruy Guerra), entre outros. Em 1967, ele deixou a Rádio Nacional e se mudou para os EUA, indo morar em Pasadena, California, onde ficou dando aulas de música até ser descoberto por Horace Silver.


Em 1985, ele abriu junto com Radamés Gnattali, no Rio de Janeiro, o I Free Jazz Festival. Em 1996, ele condecorado pelo Presidente Fernando Henrique com a comenda da Ordem do Rio Branco.

No mesmo ano, Santos foi homenageado no Brazilian Summer Festival em Los Angeles.Seus arranjos originais para várias de suas composições foram transcritas por Mário Adnet e Zé Nogueira no álbum duplo "Ouro Negro"(2001), que teve as participações de Milton Nascimento, João Donato, Gilberto Gil, e do próprio Moacir Santos, entre outros.

Discografia
1965
Coisas
Forma/Universal Music
1972
Maestro
Blue Note
1974
Saudade
Blue Note
2001
Nota do Blog - O album "Coisas" foi o primeiro lançado por Moacir Santos em 1965 pela Forma com produção de Roberto Quartin. O disco introduziu ao grande público o trabalho um dos maiores mestres da renovação da música popular brasileira.
Fonte - Clube do Jazz
Click para ve-lo em ação.

A cantora, pianista e compositora de jazz Joanne Brackeen nasceu no 26 de julho de 1938 ,em Ventura na Califórnia. Casada com o saxofonista tenor Charles Brackeen, inventou-se que ela se retirou por sete anos de sua promissora carreira, no início da década de 60, para criar e cuidar de seus quatro filhos. Na verdade, mesmo tendo que dedicar mais tempo para a familia, jamais deixou de se apresentar nos shows em clubes de jazz.
Desde que voltou ao cenário do jazz, em 1966, Joanne construiu uma sólida carreira, como uma instrumentista bem distinta, com seu próprio approach no ataque dos teclados e na ênfase rítmica, e como uma notável compositora e educadora. Autodidata em piano, apesar de dizer que aprendeu nota por nota, através dos discos de Frankie Carle.
Brackeen mudou-se para Los Angeles com a idade de 16 anos e trabalhou com Dexter Gordon, Charles Lloyd e Teddy Edwards no final dos anos 50, até que saiu de cena para criar sua família. Depois de seu retorno no final dos anos 60 e também durante a década de 70, ela se apresentou com Art Blakey, Joe Henderson, Woody Shaw, Sonny Stitt, Stan Getz e Dave Liebman.
Já no final dos anos 70, ela era uma das melhores pianistas de jazz e então, começou a trabalhar com grupos próprios, excursionando, gravando e participando de festivais de jazz ao redor do mundo. A incorporação em seu estilo de elementos considerados de vanguarda, faz com que sua música ganhe mais cores para seus improvisos.
Continua na ativa se apresentando esporadicamente em show e programas de televisão.
Click para acompanhar sua performance.
Fonte Clube do JazzJoanne Brackeen is one of jazz's most prized possessions: a virtuoso pianist and master composer who epitomizes the history and evolution of jazz from traditional to free, and everything in between; all with a contemporary edge. Joanne's unique sound was honed through a period of apprenticeship with some of the world's greatest names: Art Blakey and the Jazz Messengers, Joe Henderson, Stan Getz, and the list goes on.
Since the mid 70's, Joanne has been at the forefront of new music, recording over 20 albums as a leader with some of the most respected musicians in jazz. Her playful and complex sense of time, rhythm and mood permeates her repertoire, which now numbers close to 300 original compositions, 100 of which have been recorded.
Joanne was born Joanne Grogan in Southern California in 1938, and began to play the piano at the age of 9, even though she had been yearning to play from age 5. A grand piano her parents owned lured her to the keys, but “mysteriously” disappeared and was replaced by a tiny upright. Her lessons were a disaster however, because the teacher required the students to play basic classical exercises. “That was not my idea of what piano music was!” laughs Joanne. “What I really wanted to play was what I was hearing on the radio. So of course, I didn't practice.” Her exposure to jazz began during this time with the recordings of bandleader and pianist Frankie Carle, who she imitated as she taught herself to play and improvise. “I figured out all the notes and chords for the left and right hands, because it never dawned on me that you couldn't do that without instruction. It took me about 6 months, and I copied about eight of the solos. I memorized them, then started playing out at school functions when I was 11 with a girlfriend on accordion!” As her talent was realized, she was accepted to the Los Angeles Conservatory of Music, but she dropped out to pursue jazz because “too much of the education of the day was ineffective. All they did was talk about music. If I can't see or actually do something that I'm learning, I get very bored.”
FROM LOS ANGELES TO NEW YORK By the late 50's at the age of only 20, Joanne was sitting in on jam sessions in Los Angeles, playing with heavyweights like Dexter Gordon and Harold Land and gigging with Charles Lloyd, Bobby Hutcherson and Billy Higgins. Her jazz career was launched.
She met and married saxophonist Charles Brackeen in the early 60's, and subsequently had four children. Contrary to popular belief, Joanne never stopped her career during this period: “I wasn't always gigging, but I never stopped playing.”
When they moved to New York in the mid 60's, she began to command the attention of the upper echelon of jazz players and played with Woody Shaw and Dave Liebman in 1969. She spent the next several years with the ultimate working band, the Jazz Messengers, led by Art Blakey. “Art called me his adopted daughter,” says Joanne, “and he was the first person to say all the things that I heard inside myself since I was 9 or 10. I think that he influenced my whole musical experience. He played the way he talked, and the way he talked was the way I thought.” She became one of the most lauded pianists of the day, working with Joe Henderson for three years and two with saxophonist Stan Getz.
Click to watch her performance.

Saturday, July 25, 2009

MANAUS - O FILHO DA VOZ ESTEVE AQUI.

(Frank Sinatra Jr. nos palcos do Largo de São Sebastião e do Teatro Amazonas -27/7/2008)

No programa "Momentos de Jazz" que vai ao ar neste domingo a partir do meio dia, pelas ondas da Radio Amazonas FM 101,5 (http://www.amazonasfm.com.br/) iremos reviver com musica, a inesquecível passagem, por aqui, do filho da Voz, Frank Sinatra Jr, no final de julho do ano passado.


Começaremos o programa com as musicas que dão conteúdo ao CD "That Face" que Frank Jr gravou e homenageia o seu pai famoso pai com a musica título. Também degustaremos toda sensibilidade musical de Tony Bennett que prestou homenagem ao amigo Frank Sinatra no CD "Perfectly Frank". Imprescindivel a participação no programa de Steve Lawrence, que fez varios pre-shows, durante as apresentações de Sinatra e Barry Manilow que separadamente, em dois CDs memoráveis, prestaram até agora, na minha opinião, os mais marcantes e elaborados tributos ao Senhor das Canções.

Vamos aproveitar para fechar o programa, fazendo o lançamento nacional do mais recente CD de Frank Sinatra, "Frank Sinatra Classics II" com 21 canções, entre elas, " This Can't Be Love" jamais editada, que foi elaborado pelos filhos, detentores do espólio do cantor.



A grande novidade deste domingo, fica por conta do sorteio do CD de uma, hoje famosa e complicada cantora, que no seu primeiro disco homenageou Frank, ( oferta da Degraus Arquitetura) e de uma garrafa do melhor espumante nacional, produzido pela vinicola Salton, oferta da Panificadora N.S. de Fátima) que irão para os ouvintes que acertarem o nome da cantora misteriosa, através do telefone 3216-5504.
O melhor ainda está por vir!

Conto com a tua valiosa audiência.


Enquanto seu lobo não vem, para teu entretenimento, clica para ver o que acontece, quando criatividade e originalidade se reúnem para alegrar as pessoas e tornar uma ocasião inesquecível.

Humberto Amorim

Produtor/Locutor









Jazz saxophonist John Cornelius Hodges,a.k.a Johnny Hodges, was born July 25, 1906 in Cambridge,Mass.

“Never the world's most highly animated showman or greatest stage personality, but a tone so beautiful it sometimes brought tears to the eyes, this was Johnny Hodges. Because of this great loss, our band will never sound the same. Johnny Hodges sometimes sounded beautiful, sometimes romantic, and sometimes people spoke of his tone as being sensuous.
With the exception of a year or so, almost his entire career was with us. So far as our wonderful listening audience was concerned, there was a great feeling of expectancy when they looked up and saw Johnny Hodges sitting in the middle of the saxophone section, in the front row.
I am glad and thankful that I had the privilege of presenting Johnny Hodges for forty years, night after night. I imagine I have been much envied, but thanks to God....” Duke Ellington eulogy.


He started his musical career playing drums and piano before taking up the saxophone at the age of 14, beginning on the soprano and later the alto. Originally self-taught he was given lessons by Sydney Bechet, whom he got to know through his sister. He followed Bechet into Willie 'The Lion' Smith's quartet at the Rhythm Club (around 1924), then played in the house band with Bechet's Club ‘Basha’ in Harlem.

He continued to live in Boston and traveled to New York at weekends playing with such musicians as Bobby Sawyer (1925), Lloyd Scott (1926), then from late 1926 with the great Chick Webb at The Paddock Club and The Savoy Ballroom, etc. followed by a short stint with Luckey Roberts.

Johnny died in NYC in 1970.

Reference - AAJ

Click to watch Johnny Hodges, in color, with Duke Ellington.
http://www.youtube.com/watch?v=ZA_JxaA1ddA
A cantora de jazz Annie Ross nasceu na Inglaterra no 25 de julho de 1930 e tem sido uma das mais importantes contribuidoras do genero jazz nos ultimos 50 anos. Mora nos Estados Unidos de onde se tornou cidadã em 2001.

Annie é pioneira do estilo vocalese e também compositora de "Twisted", um dos melhores exemplos desta arte, e "Farmer's Market", "Jackie" entre tantas outras. Uma das fundadoras do grupo vocalese Lambert, Hendriks e Ross, (foto) considerado o maior conjunto vocal de todos os tempos. A sua influencia está presente nos seguidores do vocalese. A canção "Twisted" tem sido desenvolvida por muitos grupos deste estilo (Manhattan Transfer, Pupini Sisters), inclusive alguns cantores, não diretamente ligados ao jazz, como Joni Mitchell e Bette Midler.

Annie atualmente mora em Nova York, onde mantém ativa a sua carreira e de lá excursiona pela Europa, de vez em quando. Recentemente lançou o CD "Let me Sing".

Click para ver e ouvir o grupo Lambert,Hendriks e Rosso em ação.
http://www.youtube.com/watch?v=anrXYEAkg8U


Jazz singer Annie Ross born in the UK, July 25,1930 has been an abundant contributor to the art of jazz for over 50 years. She has been a permanent resident of the USA for many years and a US citizen since 2001. The following are some highlights of what has been a long and illustrious career in jazz:

Annie Ross is one of the pioneers of vocalese and the composer of “Twisted”, one of the most well known examples of that art, as well as “Farmers Market”, “Jackie” and many others. A founding member of Lambert, Hendricks and Ross, considered the greatest jazz vocal ensemble of all time, her influence is present in all subsequent practitioners of vocalese. “Twisted“ has been recorded by a host of vocalists, including some not normally associated with jazz, including Joni Mitchell and Bette Midler.

Annie Ross toured in the 50’s with the extraordinary Lionel Hampton band that included Art Farmer, Clifford Brown, Gigi Gryce, and Quincy Jones. Ms. Ross has recorded with James Moody, Kenny Clarke, Milt Jackson, Harry Sweets Edison, the Count Basie band, Louis Armstrong, Gerry Mulligan, Art Farmer, Chet Baker and many more. In this variety of settings, she became known as a great jazz singer, masterful at ballads and up tempos, with the ability to swing hard, improvise and make every lyric meaningful and revealing.

At age eleven she appeared as Judy Garland’s sister in “Presenting Lily Mars.” At age 14 she composed the song “Let's Fly”, which was subsequently recorded by Johnny Mercer and Jo Stafford.

She worked on 52nd St. with Max Roach, Tommy Potter and George Wallington and subbed for Billie Holiday at the Apollo Theater. The original recordings of “Twisted” and “Farmer’s Market” were done in 1952 with Wallington on piano and Art Blakey on drums.
Annie Ross has continued to bring the essence of jazz to a broad spectrum of listeners internationally, by touring, through her recordings, conducting workshops, writing, and appearances in film, television and radio.

Currently, Annie Ross is living in New York and is still active as a jazz performer, having recently performed in New York, Scotland, and Spain as well as having recorded a new CD, Let Me Sing.
NOVO DISCO DE BILL FRISELL
Como prova em “Disfarmer”, um novo lançamento pela “Nonesuch”, Bill Frisell, nem sempre necessita de um toque de Buster Keaton para preparar uma trilha sonora, apenas algumas fotografias.

O álbum apresenta Frisell na guitarra e une-se a Greg Leisz no violão com cordas de aço e bandolim, Viktor Krauss no baixo e Jenny Scheinman no violino. Inspirado pela vida e trabalho de Mike Disfarmer, o homem misterioso de Arkansas cujas fotos de pessoas marcam o mais impressionante processo de retratar do século XX. “Disfarmer” apresenta 26 majestosas vinhetas melódicas evocando antigos cabarés e cidades decadentes.


Este trabalho segue a trilha “All Hat”, composta no ano passado por Frisell para o filme do mesmo nome. Entretanto, aquele disco tem a participação do baterista Scott Amendola e do gaitista Mark Graham em adição ao quarteto que atua em “ Disfarmer”.


O disco compartilha o espírito de John Ford.Como uma grande composição para cinema, o sucesso de “Disfarmer” reside no grande tema. Em “Farmer” Frisell toca um acústico acorde-melódico que relembra as gemas de Enio Morricone. “Focus” encontra o tema suportado pelo minimalismo de Philip Glass. “I Am Not a Farmer” é uma atuação da banda na mesma batida e “Small Town” é outra performance acústica.


Apenas quando você imagina que a coisa deve permanecer melancólica, o guitarrista adiciona efeitos para alegrar como na leitura livre de “That’s Alright, Mama”.


Fonte : JazzTimes / Evan Haga
Click para ouvi-lo
OS AMIGOS DA CONFRARIA "BOLSA VINHO" - (ACBV)











Nesta última quinta-feira, nas agradabilissimas dependências do requintado Restaurante Stravaganza, em Manaus, os integrantes da Confraria Amigos da Bolsa Vinho,voltaram a se reunir com o unico propósito de reforçar os laços de amizade, regando o acontecimento com vinhos que recebem o titulo de "indescobriveis", pois a degustação, antes de cada prato, é toda realizada "as cegas".
Buscamos detectar os aromas e as uvas, que dão vida ao saboroso nectar, dos fermentados provenientes de rigiões vinicolas espalhadas pelo mundo. Infelizmente, por razão justificada, dois grandes conhecedores, os irmãos Edmar e Ernesto Costa não compareceram. De certa forma, a ausencia dos amigos, acabou por beneficiar os que estavam na reunião, que almejavam arrebatar o primeiro lugar do eno-podium, através dos conhecimentos e sentidos, aprimorados com afinco todos os meses. Os mimos foram ofertados por mim (livro sobre vinhos e dois cds - um da cantora Leny Andrade, grande estrela do Quarto Festival Amazonas Jazz e o outro de Astor Piazzola), que foram conquistados, respectivamente, por Pedro Stenio, Celio Cruz e Edson Costa.
No mês que vem a reunião será na Panificadora N.S. de Fátima e terá como anfitrião o confrade Joaquim Nogueira, especialista em vinhos portugueses. Joaquim agendou como "piece de resistance" uma sequência de cordeiro.
As fotos falam de nossa felicidade. Abaixo, especificação por confrade, dos vinhos degustados.

Edson Costa: 1: um 'Gewurztraminner' Reserve, 2006, 'La Joya', Vina Bisquirt, Chile;
Edson Costa: 2: um 'Viognier' 2007, 'Diga', Portugal;
Pedro Stênio: um 'Heida', du Valais, 2007, 'Maitre de Chais', Suíça;
Célio Cruz: um 'Alicante Bouchet + Aragonês + Tricadeira + Castelão', 2003, 'Borba', Alentejo, Portugal;
Hélio Uchoa: um 'Malbec', 2005, Afincado, Argentina;
Humberto Amorim: um "Syraz + Merlot + Tinta Roriz', 2005, 'Vinha da Costa' , Portugal.

Friday, July 24, 2009


A influência e a proeminência do pianista Fred Hersch no jazz moderno se expressa em intensidades proverbiais, atuando tanto como líder de uma banda ou como solista. Apresenta , neste CD "Fred Hersh plays Jobim", sua homenagem à obra de Antonio Carlos Jobim.


Como previsto, o enfoque de Hersch é exposto de forma profundamente personalizada. Ele faz a leitura nota por nota de variados ritmos e apresenta toques profundos entre extasiantes estruturas clássicas.As imaginativas interpretações do pianista produz generosos frutos através das nove faixas.Hersch funde uma clássica e austera fraseologia de "O Grande Amor", enquanto realça a linha melódica dentro de porções generosas de eloqüência e técnica pessoal.
Sua preferência por nuances e sutilezas é evidente, tudo envolto em um novo olhar sobre o distinto estilo composicional de Jobim. Hersch inicia "Insensatez" com um tranquilo andamento e a expõe durante a ponte entre um andamento pulsante e uma delicada apresentação do tema inicial. Além disto ele finaliza com uma sequência progressiva de silêncios e simples notas.

O percussionista Jamey Haddad aparece na bela e contagiante "Brigas Nunca Mais" e Hersch encerra o trabalho com "Corcovado", onde ele expressivamente mescla notas meditativas com temas conhecidos e brilhantes conjuntos de acordes estruturados.Gratificantemente, este não é apenas mais um “álbum-tributo”, mas a construção de um bloco da vasta assimilação de ideias e conceitos do pianista. Ele prospecta profundo, enquanto evita superficiais recursos complicados e cerebrais. Hersch é engenhoso o tempo todo, mas o resultado transcende a normalidade.


É uma audição prazeirosa, plena de pequenas e maravilhosas surpresas e desvios espertos que possibilitam a música soar nova e revigorada, consumada pelo toque magistral do artista.


Faixas: Por Toda Minha Vida; O Grande Amor; Luiza; Meditacão; Insensatez; Brigas Nunca Mais; Modinha/Olha Maria; Desafinado; Corcovado.Músicos: Fred Hersch: piano; Jamey Haddad: percussão.


Fonte: All About Jazz / Glenn Astarita
Click para ver Fred Hersh ao piano acompanhando a maravilhosa Luiciana Souza.
Leading jazz pianist Fred Hersch says he has been mesmerized by Brazilian jazz for many years. He visited Brazil three times and learned one tune from Stan Getz. Hersch is a fan of the closely-allied Brazilian folk idiom the chorino, and has composed some himself. He secured a large library of both published and unpublished works from the Jobim estate and selected these ten tunes for his solo piano improvisations. (On Brigas Nunca Mais he is joined by percussionist Jamey Haddad.)
Hersch’s treatments of the tunes are different than what you might hear from a Brazilian pianist, especially as part of an ensemble. His lean more to the contrapuntal, classically-inspired style but are not without plenty of rhythmic life even without the bass and drums. Jobim’s melodic constructions are just gorgeous, and they are full of unexpected harmonic possibilities that Hersch takes full advantage of in his improvisations. He seems to support in his singling out of this music my opinion that Brazil has the most exciting musical folk culture in the world.
TrackList: Por Toda Minha Vida, O Grande Amor, Luiza, Meditacao, Insensatez, Brigas Nunca Mais, Modinha/Olha Maria, Desafinado, Corcovado.

CD "CAN YOU HEAR ME NOW" - MADELINE EASTMAN

Matt Wilson parece que veio a ser o mais demandado baterista no jazz e, portanto, muito apreciado. Wilson, muito bem assistido pelo baixista Rufus Reid e pelo pianista Randy Porter, providencia um superlativo acompanhamento para a vocalista, natural de San Francisco, Madeline Eastman, em sua primeira gravação ao vivo.
Eastman nunca está contida para seguir em frente, quando passa do suave para o ácido, da esquerda para a direita, podendo liderar novos enfoques.Sua maneira maravilhosa de atuar relaxada é incrementada quando ela sai do estúdio e acrescenta apresentações ao vivo em seu circuito. Considerem, por um momento, a fumaça advinda de uma locomotiva em “Show Me”, o balanço do seu “Pent-up House”, os meandros hipnóticos do seu “Slow Boat to China”, seu passeio em “Gone With The Wind”, que sugere uma folha flutuando ao sabor do vento e a sutil tristeza da sua “Haunted Heart”.
Ela é uma permanente e mutável viajante, que nunca falha no objetivo de nos levar a locais mágicos, e , afortunadamente, tem Matt Wilson para ajudá-la a permanecer maravilhosamente em seu curso errático.
Faixas : You Say You Care;Make Someone Happy;Show Me;Pent Up House;Slow Boat To China;Don't Look Back; Intro Baubles;Baubles, Bangles And Beads;Gone With The Wind;Haunted Heart;I Love You;Epistrophy
Fonte : JazzTimes / Christopher Loudon

Thursday, July 23, 2009


A vocalista Janis Siegel nascida no 23 de julho de 1952 no Brooklyn, em New York, ao longo das últimas três décadas, com sua belissima voz - já faturou nove Grammy e foi dezesete vezes indicada para o mesmo premio - tem sido de imcomparavel importancia para o vigor empreendido pelo grupo vocal The Manhattan Transfer.


Além do envolvimento de trinta anos com este grupo fenomenal, Siegel desenvolveu, a partir de 1982, carreira solo que produziu discos de relevante qualidade musical (ver discografia no final), iniciou inumeros projetos de parceria, solidificou reputação de ambito internacional, sempre apoiada pelos comentários positivos da critica especializada.


Click para desfrutar de sua bela voz.

http://www.youtube.com/watch?v=lOlXXBTWY-I




Born in the Brooklyn, NYC, on July 23,1952, vocalist Janis Siegel had been a member of "The Manhattan Transfer" since 1972, she has also built a successful solo career since 1982. Siegel's first album as a leader, "Experiment in White" established her solo credentials, while the follow-up, "At Home", earned a Grammy nomination in 1987 for Best Female Jazz Vocal. Siegel began the first of several collaborations with pianist/composer Fred Hersch on 1989's "Short Stories".


The duo relied less on standards and concentrated instead on modern pop songs by singer songwriters including Joni Mitchell, Judy Collins, Marvin Gaye and James Taylor.





By 1994's "Slow Hot Winds" and the "Tender Trap" from 1999, Siegel had developed an eclectic showcase that blended several decades of popular songs. In 2000 Siegel signed with the Telarc label and released "I Wish You Love" in 2002 and "Friday Night Special" in 2003. Both discs feature contributions from top jazz musicians including Joey De Francesco, Houston Person, David Fathead Newman, Tom Harrell and Cedar Walton.





She followed up these successes with an 2004 album "Sketches of Broadway" that featured her interpretations of lesser-known show tunes. All the while she remained a vital member of the Manhattan Transfer.

Concerning the famous vocal group, she once made an interesting remark: "The question about The Manhattan Transfer was always: 'Are you a jazz group or a pop group?'" she says. "When we were concentrating on jazz and we had Vocalese out in 1985 and it was very popular, we were embraced by the jazz purists and jazz radio, but pop radio wouldn't play us. But then when we do pop records, oh my God, the jazz people just go to pieces."-





By Ron Wynn & Al Campbell


All Music Group


Solo Records:

Sketches of Broadway - 2004
Friday Night Special
Telarc Records
2003
I Wish You Love
Telarc Records
2002
The Tender Trap
Monarch Records
1999
"The Nearness Of You" (from Fred Hersch and Friends - The Duo Album)
Classical Action
1997
Slow Hot Wind
Varese/Sarabande
1995
"More Than You Know" (from Last Night When We Were Young album)
Classical Action
1994
Short Stories
Atlantic Records
1989
At Home
Atlantic Records
1986
Experiment in White
Atlantic Records
1981

Tradução - Humberto Amorim

William Thomas Dupree, best known as Champion Jack Dupree, was an American blues pianist. His birth date is disputed, given as July 4, July 10, and July 23, in the years 1908, 1909, or 1910.

Champion Jack Dupree was the embodiment of the new Orleans blues and boogie woogie pianist, a true barrelhouse "professor". His father was from the Belgian Congo and his mother was part African American and Cherokee. He was orphaned at the age of 2 and sent to the New Orleans Home for Colored Waifs (also the alma mater ofLouis Armstrong).
He taught himself piano and as a young man he began his life of travelling, living in Chicago, and Indianapolis where he met Scrapper Blackwell and Leroy Carr. Whilst he was always playing piano, he also worked as a cook, and in Detroit he met Joe Louis, who encouraged him to become a boxer. He ultimately fought in 107 bouts and winning Golden Gloves and other championships, and picking up the nickname 'Champion Jack', which he used the rest of his life.

Dupree's career was interrupted by military service in World War II. He was acook in the United States Navy and spent two years as a Japanese prisoner of war.

He sang about life, jail, drinking and drug addiction; although he himself was a light drinker and did not use other drugs. Dupree's songs included not only gloomy topics, such as "TB Blues" and "Angola Blues" (aboutAngola Prison, the infamous Louisiana prison farm, but also cheerful subjects like the "Dupree Shake Dance".

On his best known album, 1958's Blues from the Gutter for Atlantic, he was accompanied on guitar by Larry Dale, whose playing on that record inspired Brian Jones of The Rolling Stones. In later years he recorded with John Mayall, Mick Taylor and Eric Clapton.
His biggest commercial success was "Walkin' the Blues", which he recorded as a duet with Teddy McRae. This led to several national tours, and eventually to a European tour. Dupree moved to Europe in 1960, first settling in Switzerland and then Denmark, England, Sweden and, finally, Germany. During the 1970s and 1980s he lived in Halifax, England where a bronze plaque has been commissioned in his memory. He returned to the United States from time to time and appeared at the New Orleans Jazz & Heritage Festival.
Dupree died in Hanover,Germany of cancer.
Quotation
"When you open up a piano, you see freedom. Nobody can play the white keys and don't play the black keys. You got to mix all these keys together to make harmony. And that's what the whole world needs: Harmony." (Champion Jack Dupree)

Jack died on January, 1992
Click to follow him singing and playing "Weed Head Woaman"

O saxofonista e compositor de jazz Steve Lacy nasceu em Nova York no 23 de julho de 1934, com o nome Steven Lackritz Norman..
Steve Lacy acompanhou principalmente Sidney bechet e John Coltrane. Iniciou sua carreira com o jazz tradicional, Dixieland, antes de se iniciar no "free jazz" com Cecil Taylor, que o apresentou a Thelonious Monk que estabeleceu uma enorme influência em sua carreira e com quem ele gravou o album "Reflections" onde constam apenas as composições de Monk, e tocou na sua banda e big band. Viveu muito tempo na Europa, tendo como base Paris.
Lacy retornou para os Estados Unidos em 2002 e passou a ensinar musica no New England Conservatory of Music em Boston.
Uma de suas últimas apresentações publicas, deu-se diante de uma platéia de 25,000 mil pessoas, no final de uma passeata pela paz em 2003, depois da invasão do Iraque pelos Estados Unidos.
Steve Lacy permaneceu lecionando e tocando até poucas semanas antes de sua morte, aos 69 anos em Boston, em 2004.
Discografia Recomendada
Evidence,1961.
Wordless - 1971.
Scrups,1974.
Sands, 1998 .
Sempre Amore avec Mal Waldron.
Click aqui para ve-lo atuando com o seu sax soprano em Praga.
Steve Lacy, born Steven Norman Lackritz in New York, on July 23,1934, was a jazz soprano saxophonist.
Lacy began his career at sixteen playing Dixilieland music with much older musicians such as Henry "Red" Allen, Pee Wee Russell, George "Pops" Foster and Zutty Singleton and then with Kansas City jazz players likeBuck Clayton,Dicky Wells and Jimmy Rushing. He then became involved with theavant-garde, performing onJazz Advance (1956), the debut album ofCecil Taylor, and appearing with Taylor's groundbreaking quartet at the 1957 Newport Jazz Festival; he also made a notable appearance on an early Gil Evans album. His most enduring relationship, however, was with the music of Thelonious Monk: he recorded the first album to feature only Monk compositions "Reflections", Prestige, 1958) and briefly played in Monk's band in 1960 and later on Monk's Big Band/Quartet album (Columbia, 1963).
Monk tunes became a permanent part of his repertoire, making an appearance in virtually every concert appearance and on albums, and Lacy often collaborated with trombonist Roswell Rudd in presenting interpretations of Monk's compositions.
Beyond Monk, he performed the work of jazz composers such as Charles Mingus, Duke Ellington and Herbie Nichols; unlike many jazz musicians he rarely played standard popular or show tunes. Lacy also became a highly distinctive composer with a signature simplicity of style: a Lacy composition is often built out of little more than a single questioning phrase, repeated several times. In the 1960s he continued to work with other players involved in the American free-jazz avant-garde and, in the 1970s, the European free improvisation scene, and free improvisation remained an important element in his work thereafter.
Lacy's first visit to Europe came in 1965, with a visit to Copenhagen in the company ofKenny Drew; he went to Italy and formed a quartet with Italian trumpeter Enrico Rava and the South African musicians Johnny Dyani and Louis Moholo (their visit to Buenos Aires is documented on the album "The Forest and the Zoo", ESP, 1967). After a brief return in New York, he returned to Italy, then in 1970 moved to Paris, where he lived until the last two years of his life. He became a widely respected figure on the European jazz scene, though he remained less well-known in the U.S.
Lacy returned to the United States in 2002, where he began teaching at the New England Conservatory of Music in Boston. One of his last public performances was in front of 25,000 people at the close of a peace rally on Boston Common in March 2003, shortly before the
US-led invasion of Iraq.
Lacy was diagnosed with cancer in August 2003, he continued playing and teaching until weeks before his death at the age of 69.

Reference - Wikipédia
Tradução- Humberto Amorim

Wednesday, July 22, 2009


O guitarrista Al Di Meola nasceu no 22 de julho de 1954, em Jersey City, Nova Jersey, numa familia de imigrantes italianos. Al ganhou fama da noite para o dia ao ingressar no "Return to Forever" com apenas 19 anos. O trio com John McLaughlin e Paco de Lucia também tornou-se lendário.
Ele foi um dos mais velozes guitarristas do jazz fusion, mas depois passou a se dedicar também à world music, alternando a guitarra com o violão, que toca com a mesma destreza. Desde criança, já freqüentava clubes de salsa, até descobrir o jazz com Chick Corea e Larry Coryell.
Em 74, o próprio Corea o convidou a entrar para o Return to Forever. Os solos velozes e enérgicos de Meola atraíram o público roqueiro, proporcionando ao grupo suas melhores vendagens, em discos como "Where Have I Known You Before" e "Romantic Warrior". Dois anos depois, ele iniciou carreira solo com "Land of the Midnight Sun". Este e os subsequentes "Elegant Gypsy", "Casino" e "Splendido Hotel" já traziam elementos de world music.
Em 80, Meola gravou com John McLaughlin e Paco de Lucia "Friday Night in San Francisco", que vendeu mais de dois milhões de cópias. A partir dos anos 90, ele gravou com mais freqüência world music acústica, como "World Sinfonia" e "Di Meola Plays Piazzolla". Em 96, formou o trio The Rite of Strings, com o violinista Jean-Luc Ponty e o baixista Stanley Clarke (outro ex-Return to Forever). O CD, "Diabolic Inventions and Seduction for Solo Guitar, Volume I", foi lançado em outubro de 2007 e agradou a critica especializada e a toda sua vasta legião de fãs.
Clic para ve-lo com Paco de Lucia e John McLaughlin.

New York City-based vocalist and songwriter Sarah Lynch was born July 22,1973 and brings much more to the microphone than just a great set of pipes. She and music have been friends since she started studying piano at age five. Her playing led to singing, which led to composing, and with a Masters degree in piano performance from UCLA, this vocalist and songwriter knows her way around a piece of music.


"Haunted Heart", her debut CD, was released in November 2006, and has had airplay on KKJZ in Los Angeles and WWOZ in New Orleans. The disc includes five originals, and seven not-so-standard standards from the '20s and the '40s. Some of Sarah's most salient influences include Jo Stafford, Dinah Washington, Rickie Lee Jones, Joni Mitchell, Anita O'Day, Sarah Vaughan, Peggy Lee, and Dianne Reeves.


In addition to her jazz gigs in New York, she has performed with Bronx Opera and the New York Choral Artists. Sarah currently sings in the professional ensemble at St. James' Church on the Upper East Side and maintains a private piano studio. The first time Phil Springer (composer, "Santa Baby") heard Sarah Lynch sing in New York, he likened the quality of her voice to a trombone; Springer was the first to call Sarah Lynch a "young Peggy Lee."