Friday, December 18, 2009

ALL THAT JAZZ, SE DESPEDE DE 2009 COM JAZZ E SWING.


A banda "All That Jazz" fará hoje a noite, a partir das 20h00, no palco do Salão Solimões no Hotel Tropical de Manaus, a sua última apresentação do ano de 2009.
A citada apresentação será também mais uma oportunidade para homenagear o cantor Frank Sinatra que aniversariou no último dia 12 do corrente e celebrar os grandes acontecimentos musicais e a evolução da banda no ano 2009. O evento acontecerá durante o jantar festivo da Associação Brasileira de Agentes de Viagens - Abav-Am e Associação da Indústria Hoteleira seccional do Amazonas - ABIH-Am.
A decoração do ambiente ficou por conta de minha estimadissima e talentosa amiga Claudia Mendonça, diretora da Paradise Turismo, que colocou no palco um "backdrop" com a foto da Big Apple, a cidade que nunca dorme. Vamos espalhar e compartilhar muito "swing" com os senhores e senhoras da platéia.
Aproveito o ensejo para agradecer e destacar publicamente o profissionalismo, dedicação e a participação dos ex-membros da banda, os jazzístas Leonardo Pimentel, Robson Silva e Guilhermino Silva que contribuiram positivamente com talento,versatilidade e musicalidade ímpares, para o engrandecimento da promoção da cultura jazzistica na cidade de Manaus.
Nossos agradecimentos também se dirigem aos amigos, admiradores, apoiadores e incentivadores da banda All That Jazz que formaram platéia para nos ouvir e aplaudir, alimentando as nossas almas nos incentivando a proseguir com mais gana e garra ainda.
Vamos em frente acreditando que o melhor está sempre por vir.
Feliz Natal e Próspero Ano de 2010 para todos, com todo jazz!
Humberto Amorim, Roger Vargas, Junior Leal , A. Dias e Igor Saunier
Nota do Blogger - Pelo apoio e incentivo, fundamentais, (e muita paciência pelas minhas ausencias noturnas), que recebi de meu filho Nicholas Artanis, minha mulher Luiza,minha filha Nicolle e minha neta Sofia, o meu eterno reconhecimento, com todo meu carinho e amor.
Humberto Amorim

O GENIALF JOHNNY ALF, É A VEZ DOS AMIGOS E ADMIRADORES


Johnny Alf, grande compositor, pianista, cantor, um dos precursores da bossa nova, precisa de ajuda. Quem puder fazer algo por "Genialf" (como Tom Jobim chamava-o), a seguir as infos passadas por seu empresário, Nelson Valencia:
Oi Pessoal!
O Johnny entrou em uma fase mais agressiva do tratamento, está fazendo quimioterapia, em função disso, acontece uma baixa de imunidade, por isso tem precisado receber transfusão de sangue. O Banco de Sangue do Hospital Mário Covas, está pedindo doadores. Quem puder ou conhecer quem possa, por favor, peço essa ajuda. Apesar da agressividade do tratamento, no geral, ele está reagindo bem.
Ontem ele me pediu para levar as partituras, pois quer montar o roteiro para um novo show, pesquisando músicas que não toca há muito tempo. Esse é o melhor sinal, é o milagre da música. Assim seja!
Hospital Mário Covas - Fone 2829-5000 Banco de Sangue - procurar a Catarina Doar para Alfredo José da Silva De 2a. a sábado das 8 às 13h00 Idade de 18 a 65 anos, com mais de 50 Kg Pode tomar o café da manhã Qualquer tipo de sangue. O Hospital fornece atestado para quem precisar.
O Hospital Estadual Mário Covas está localizado na Rua Henrique Calderazzo, 321, Bairro Paraíso, em Santo André, próximo ao Shopping ABC e ao Hospital Brasil. No endereço abaixo tem um mapa com a localização: www.hospitalmariocovas.org.br/internas.aspx
Abraços,
Nelson
Johnny Alf, apresentado por Carlos Miéle, canta e toca ao piano uma de suas mais famosas composições "Rapaz de Bem"
Fonte - Blog Jazzseen.

Thursday, December 17, 2009

RAY NOBLE, THE ENGLISH BANDLEADER



Pianist,bandleader and composer Ray Noble, was born on December 17, 1903 in Brighton, England, from an early moment in his life showed distinctive musical tendencies.


The songs of the late English bandleader and composer, Ray Noble, are very much of the type for which many take a historical look backwards in saying, “They don't write songs like that -anymore.” And without denigrating the wonderful output of songwriters of today, songs like those in Noble's amazing catalog are simply not being written today.
The coterie of classic songs, included the enduring, “The Very Thought Of You,” “The Touch Of Your Lips,” “Love Is The Sweetest Thing” and “I Hadn't Anyone 'Til You,” the latter highly popularized by the famed Tommy Dorsey Band in the late '30s. Many of those remarkable songs were given prominent voice when Ray Noble led in the words of the New York Times' John Wilson, “an extraordinary American jazz band,” in the RCA Building's glittering centerpiece, The Rainbow Room.


He studied piano and. arranging as a youth, and at 19, won an arranging competition staged by the English journal of popular music and jazz, The Melody Maker. At 21, he became a staff arranger for the BBC and a year later was named a musical advisor for His Master's Voice (HMV) Records.


For HMV, he became conductor of its house band, known as the New Mayfair Orchestra. The original New Mayfair Orchestra, composed usually of top flight sidemen from other bands in London, was inherited from The Savoy Hotel bandleader, Carroll Gibbons.


Noble wrote his first major hit, the immortal “Goodnight Sweetheart,” in 1931, and soon followed it with “By The Fireside,” “I Found You” and “What More Can I Ask.”
Ray Noble's band recordings were the first by a British ensemble to achieve popularity in the United States, so much so, particularly among college students, that in 1934 he journeyed to America, along with drummer/manager, Bill Harty, and the distinctive South African Vocalist, Al Bowlly.



The American bandleader/trombonist, Glenn Miller, helped Noble organize an American orchestra, which at various times in its evolution, included such future bandleaders as Claude Thornhill, Charlie Spivak, Pee Wee Irwin, Will Bradley and soloists Bud Freeman and George Van Epps.
While the band achieved marked success, especially during its engagements in The Rainbow Room, it never reached the level of his British bands and was disbanded in 1937, when Noble went west to Hollywood to begin a brand new and very different career as a radio conductor and comedian. He appeared, as one writer/critic put it, “as a silly ass Englishman in the Fred Astaire movie, A Damsel In Distress.” He worked extensively with Astaire and later was a back-up singer on Buddy Clarke's number one American hits “Linda” and “I'll Dance At Your Wedding.”



Noble continued producing hit recordings in the late '30s, and records of his compositions, “Cherokee,” by the Charlie Barnet Band and “I Hadn't Anyone 'Til You,” by the Tommy Dorsey Orchestra were widely recognized as swing era classics. Noble also played musical and comedy roles on the George Bums and Gracie Allen radio shows and with ventriloquist, Edgar Bergen as a stooge for Bergen's famous partner, Charlie McCarthy. For some years thereafter, Noble lived in retirement in Santa Barbara.



He died in London in April 1978 at age 71. His songs, however, live on as a living monument to his great composing skills.
Ray Noble and His Orchestra "The Very Thought of You" sung by Al Bowlly.

GROVER WASHINGTON JR.


O legendário e influente saxofonista Grover Washington, Jr., (na foto), morreu de um ataque cardíaco em 16 de Dezembro de 1999, ou seja 10 anos atrás. O baixista Gerald Veasley estava atuando com Washington em uma gravação para “The Early Show” na CBS em Nova York, quando o saxofonista enfartou no camarim. Sua morte chocou a comunidade jazzística e musical de mundo, particularmente a Veasley que cresceu próximo a Washington e à sua familia. Veasley vinha atuando intermitentemente com Washington por 12 anos.
Nesta sexta-feira, 11 de Dezembro, Veasley apresentou um tributo especial para Grover Washington Jr. no “Miller Center for the Arts” em “Reading”, Filadélfia. O concerto teve Veasley com sua banda, bem como Eric Darius, como convidado especial no saxofone.Entretanto, ele tem participado de poucos tributos a Grover em gravações e performances, incluindo a realizada com sua banda “Jazz Base” em um clube em “Reading”. Veasley estava relutante em organizar este tributo, em razão dos aspectos emocionais. Recentemente, um fã o persuadiu e lembrou que seriam dez anos da morte de Grover e tinha que se fazer algo para manter a música dele viva. Sabendo que o aniversário de Grover será amanhã , e que ele gostava de música de Natal, Veasley decidiu promover um show para lembrar seu mentor.Washington tem uma tremenda influência sobre Veasley, tanto pessoal como profissionalmente. “Uma das principais coisas que admirava nele profissionalmente era a sua receptividade para com outros músicos.Você sabe, eu nem sempre sou assim. Após um concerto, frequentemente um jovem músico vinha até ele e dava-lhe uma fita ou um CD. Ele não apenas aceitava, como os escutava no ônibus. Quando perguntei porque ele fazia aquilo, ele disse-me: `Todo mundo tem uma história, você apenas tem que ouvi-la’. Um músico que contribuía para o ser humano que era. Você não pode separar os dois. Ele era modesto, mas tocava seu coração a cada noite que tocava”.
Veasley também aprendeu sobre a importância de desenvolver sua própria voz como músico. “A única coisa que leva você a ser um músico de prestígio é ter uma sonoridade reconhecível. Aquilo que nós todos lutamos para ter. Você escuta Al Green ou Betty Carter e com poucas notas, você os reconhece. Para instrumentistas, é mais difícil. Porém, se você ouve poucas notas de Grover, você o identifica. Quando nós atuávamos com vocalistas, Grover quase sempre encerrava os shows. Parcialmente, os artistas não queriam seguí-lo, mas era como se ele fosse um vocalista”.
Como legado, Veasley vê Washington mais que alguém que criou um gênero que combina jazz com R&B. “As pessoas não podem subestimá-lo. No seu último CD, ele estava tocando jazz em interpretações de peças operísticas. Ele tocava o jazz do estilo ´straight-ahead´. Ele era um músico completo que estava aberto para qualquer coisa”.No concerto de hoje, Veasley e companhia apresentará as canções mais conhecidas de Washington, bem como algumas músicas natalinas que ele gostava. “Quando estava ensaiando as músicas de Natal de Grover com minha banda, eu fiquei imaginando porque não conhecia aqueles arranjos. Então, lembrei que era porque nunca excursionamos com aquele material”. Aparentemente, aquilo era algo que Washington planejava, mas que não veio a acontecer devido à sua trágica morte.
Veasley ainda encontra Christine Washington, a viúva e produtora de Grover, que também reside na Fidadélfia, sua base regular, e está feliz porque ela estava presente no concerto em “Reading”. “Eu estive em sua residência, recentemente, para ouvir as gravações de um álbum de Grover ao vivo, que será lançado brevemente, e eu sentei e chorei ao ouvi-lo. A dor da perda ainda estava lá. É como um imenso buraco”.Eric Darius tem o difícil desafio de preencher temporariamente a ausência do saxofonista no concerto. “Eric estava no segundo grau, quando Grover veio para uma performance. Eric, que estudou a música de Grover e devotou-se a ela, não estava se sentindo bem e decidiu que não iria ao show, pensando : ‘Eu irei na próxima vez’. E, claro, não haverá uma próxima vez”.Darius buscou ser um artista de sucesso de “smooth jazz” e agora teve a chance de homenagear um dos seus heróis musicais.
Grover sola "Just the Two of Us"
Fonte : JazzTimes / Lee Mergner

Wednesday, December 16, 2009

STEVE ALLEN, THE TONIGHT SHOW


American television personality,musician,actor, comedian and writer Stephen Valentine Patrick William "Steve" Allen was born on December 16, 1921. Though he got his start in radio, Allen is best-known for his television career. He first gained national attention as a guest host on Arthur's Talent Scouts. He graduated to become the first host of The Tonight Show, where he was instrumental in innovating the concept of the television talk show. Thereafter, he hosted numerous game and variety shows, including The Steve Allen Show, I've Got a Secret, The New Steve Allen Show, and was a regular panel member on CBS' What's My Line?

Allen was also known as a prolific composer, having penned over 10,000 songs, one of which was recorded by Perry Como and Margaret Whiting, others by Steve Lawrence and Eydie Gorme,Les Brown and Gloria Lynne. Allen won a Grammy Award in 1963 for best jazz composition, with his song The Gravy Waltz. Allen wrote more than 50 books and has two stars on the Hollywood Walk of Fame.
Steve passed away on October 2000.
Steve Allen does "Cocktail for Two"
Reference - Wikipédia

ALLAN VACHÉ



Jazz clarinetist Allan Vaché was born on December 16, 1953. When Vaché plays swing on his clarinet, the smooth sounds invite comparisons to a young Benny Goodman, which isn''t surprising since the King of Swing was one of Vaché''s chief influences.



Vaché can be downright blistering as well as warm and inviting and his graceful playing makes even complicated pieces seem easy. Critics also compare him to jazz clarinetist Peanuts Hucko. Vaché evinced an early aptitude for music, which he pursued while at college during the 1970s. He became a student of the Metropolitan Opera Orchestra''s David Dworkin. He also studied with traditional jazz clarinetist Kenny Davern. Early on he performed professionally with a number of noted musicians, among them Lionel Hampton, Bobby Hackett, Gene Krupa, Pee Wee Erwin, Clark Terry,Dick Hyman, Dick Wellstood, Max Kaminsky, Bob Wilber, Cliff Leeman, and Wild Bill Davison. He also often played with his brother, flügelhorn and cornet player Warren Vaché Jr.



In 1974, he hit Broadway in a production of +Doctor Jazz. By 1975, Vaché was a member of the Jim Cullum Jazz Band, which was based in San Antonio, TX. He appeared on nine of the group''s albums, among them the CBS Masterworks recording of Porgy and Bess. Playing portions of that score, Vaché and the group took to the stages of Mexico City''s Cervantino Arts Festival, Washington, D.C.''s Kennedy Center, and other stops. Vaché performed a number of times at San Antonio''s World Series of Jazz with Cullum''s band, a venue that also hosted jazz luminaries such as Goodman.




In 1987, he and the group played Carnegie Hall. Vaché''s other appearances included A Prairie Home Companion and Riverwalk, Live From the Landing on radio and television''s Austin City Limits. The clarinetist branched out into films in 1998 when two numbers that he played were featured in The Newton Boys. Both songs came from the Shootin'' the Agate album released bythe Jim Cullum Jazz Band. Vaché left the band to perform solo during the early ''90s. In 1993, he relocated to Orlando, FL, where he appeared at Rosie O''Grady''s and Walt Disney World, among other venues.



He has recorded for Arbors Records, Audiophile, and Jazzology, both as a solo artist and in conjunction with others. He put out a dozen albums for the German label Nagel-Heyer, half of which saw him in the role of leader with bands that include the Florida All-Stars, Swingtet, and the Big Four. Vaché''s father is bass player Warren Vaché Sr. During the clarinetist''s youth, the family resided in Rahway, NJ. He graduated from Jersey City State College in 1975.

Allan plays "It's All Right with Me".
http://www.youtube.com/watch?v=XqIlXTcOOQs
Reference - Linda Seida, All Music Guide

Tuesday, December 15, 2009

STAN KENTON, UM BANDLEADER SINGULAR.

O pianista de jazz e bandleader Stan Kenton nasceu no 15 de dezembro de 1911 em Wichita, Kansas, foi nos anos 50 um dos bandleaders mais famosos nos Estados Unidos (talvez o mais famoso) do jazz norte-americano, e ainda hoje a sua orquestra é indiscutivelmente cult entre muitos amantes do jazz moderno. A música de Kenton é singular, porque se baseia numa vigorosa tentativa de fusão entre o jazz e a música erudita européia. Durante toda a sua carreira, ele se manteve fiel a suas convicções estéticas pessoais, e exerceu influência sobre muitos músicos.

O arranjador Pete Rugolo teve importância fundamental na cristalização do “som Kenton”. É inevitável ver analogias entre a colaboração Kenton-Rugolo, iniciada em 1947, e aquela que se estabeleceu entre outro bandleader e seu arranjador, a saber, Duke Ellington e Billy Strayhorn.
Mesmo os outros (excelentes) arranjadores com quem Kenton viria a trabalhar posteriormente haveriam de manter a marca imprimida por Rugolo.



Na música da orquestra de Kenton pode-se encontrar toques de impressionismo a la Debussy, expressionismo a la Stravinsky e mesmo uma certa grandiloqüência que evoca Wagner - tudo isso posto a circular no interior de um referencial jazzístico. Essa mistura agradou muito a um certo segmento do público, fazendo de Kenton uma celebridade. O fato de se tornar uma celebridade, por sua vez, agradou muito a Kenton, que sempre tratou de manter uma imagem de “líder bem sucedido”, inclusive vestindo-se impecavelmente como um astro de Hollywood.



Além do talento de Rugolo, é justo lembrar que Kenton também tinha a seu favor uma grande capacidade de organização, uma personalidade carismática e padrões elevados de qualidade técnica. Certamente também se beneficiou da presença de grandes solistas em sua orquestra: por exemplo, Lee Konitz, Bud Shank e Charlie Mariano ao sax; Maynard Ferguson, Conte Candoli e Shorty Rogers ao trompete; Frank Rosolino ao trombone; Shelly Manne à bateria e Eddie Safranski ao contrabaixo - para citar apenas alguns.



Para uns, o resultado do projeto musical kentoniano foi genial; para outros, foi pretensioso, megalomaníaco, esnobe, etc. Lembremos que críticas parecidas foram feitas a Dave Brubeck e ao Modern Jazz Quartet - outros expoentes da third stream (fusão clássico-jazz) e defensores da forma e da estrutura. A qualidade musical da música produzida pela orquestra de Kenton, porém, resiste ao teste do tempo. Parece certo que, dentro da história do jazz, a orquestra de Kenton certamente se coloca ao lado das de Woody Herman, Duke Ellington, Count Basie e outros, formando uma constelação de inesquecíveis “máquinas instrumentais”.



Stan Kenton e sua orquestra em "Malagueña".


JOHN HAMMOND II, A TALENT SCOUT

Record producer, musician and music critic from the 1930s to the early 1980s, John Henry Hammond II, was born on December 15, 1910 in New York City to great wealth as the great- grandson of William Henry Vanderbilt. Hammond showed interest in music at an early age. At age four he began studying the piano only to switch to the violin at age eight. He was steered towards classical music by his mother but was more interested, in the music sung and played by the servants, many of whomm were black. In his teens he started listening to black musicians in Harlem, who adopted him as a novel mascot, and in 1927 heard Bessie Smith sing at the Alhambra Theater, a performance which would influence the rest of his life.


In his service as a talent scout, Hammond became one of the most influential figures in 20th century popular music. Hammond was instrumental in sparking or furthering numerous musical careers, including those of Benny Goodman, Charlie Christian, Billie Holiday, Count Basie, Teddy Wilson, Big Joe Turner, Pete Seeger, Babatunde Olatunji, Aretha Franklin, George Benson, Bob Dylan, Freddie Green, Leonard Cohen, Bruce Springsteen, Arthur Russell, Asha Puthli and Stevie Ray Vaughan.


Hammond was christened John Henry Hammond, Jr., the youngest child and only son of James Henry Hammond. The father attended Phillips Exeter Academy and Yale, graduating with a law degree from Columbia. He was the son of Civil War General John Henry Hammond and Sophia Vernon Wolfe. James was a brother of Ogden Hammond, ambassador to Spain, and uncle to politicianMillicent Fenwick. Hammond's mother was the former Emily Vanderbilt Sloane, one of three daughters of William Douglas Sloane and Emily Thorn Vanderbilt. James Hammond and Emily Sloane were wed on April 5, 1899. They also had four daughters: Emily, Adele, Rachel, and Alice, who married musician Benny Goodman in 1942.




In 1928, Hammond entered Yale University as a member of the class of 1933, where he studied the violin and, later, viola. He made frequent trips into New York and wrote regularly for trade magazines. In 1931 he dropped out of school for a career in the music industry, first becoming the U.S. correspondent for Melody Maker.



In 1931, he funded the recording of pianist Garland Wilson, marking the beginning of a long string of artistic successes as record producer. He moved to Greenwich Village, where he claimed to have engaged in bohemian life and worked for an integrated music world. He set up one of the first regular live jazz programs, and wrote regularly about the racial divide. As he wrote in his memoirs, "I heard no color line in the music....To bring recognition to the negro’s supremacy in jazz was the most effective and constructive form of social protest I could think of." It should be noted that Hammond was given to exaggeration when speaking of his own achievements, but he had much to be acclaimed for.
By 1932–1933, through his involvement in the UK music paper Melody Maker, Hammond arranged for the faltering US Columbia label to provide recordings for the UK Columbia label, mostly using the Columbia W-265000 matrix series. Hammond recorded Fletcher Henderson, Benny Carter, Joe Venuti, and other jazz performers during a time when the economy was bad enough that many of them would not have had the opportunity to enter a studio and play real jazz.


He played a role in organizing Benny Goodman's band, and in persuading him to hire black musicians such as Charlie Christian, Teddy Wilson and Lionel Hampton. In 1933 he heard the seventeen-year-old Billie Holiday perform in Harlem and arranged for her recording debut, on a Benny Goodman session. Four years later, he heard the Count Basie Orchestra broadcasting from Kansas City and brought it to New York, where it began to receive national attention.
In 1938, he organized the first "From Spirituals to Swing" concert at Carnegie Hall, presenting a broad program of blues,jazz and gospel artists, including Ida Cox, Big Joe Turner, Albert Ammons, Meade "Lux" Lewis, Sister Rosetta Tharpe, the Count Basie Orchestra, Sidney Bechet, Sonny Terry, James. Johnson, and Big Bill Broonzy (who took the place of the murdered Robert Johnson).


After serving in the military during World War II, Hammond felt unmoved by the Bebop jazz scene of the mid-1940s. Rejoining Columbia Records in the late 1950s, he signed Pete Seeger and Babatunde Olatunji to the label, and also discovered Aretha Franklin, then an eighteen-year-old gospel singer. In 1961, he heard folk singer Bob Dylan playing harmonica on a session for Carolyn Hester and signed him to Columbia and kept him on the label despite the protests of executives, who referred to Dylan as "Hammond’s folly." He produced Dylan's early recordings, "Blowin'in the Wind" and " A Hard Rain's a-Gonna Fall."



John Hammond also oversaw the highly influential posthumous reissues of Robert's Johnson's recorded work (produced by Frank Driggs), convincing Columbia Records to issue the album "King of the Delta Blues Singers" in 1961. Artists Hammond signed to the label included Leonard Cohen and Bruce Springteen.
Hammond retired from Columbia in 1975, but continued to scout for talent. In 1983, he brought guitarist Stevie Ray Vaughan to Columbia and was credited as executive producer on his debut album.



He married, 8 March 1941 (divorced 1948), as his first wife, Jemison McBride, an actress and a daughter of Robert McBride. The couple had three sons, John P. Hammond, Douglas Hammond, (born and died 1944), and Jason Hammond.


Hammond married, in 1949, as his second wife, Esme Sarnoff (née O'Brien), the former wife of NBC chairman Robert W. Sarnoff and a daughter of Mary and Esmond O'Brien.



Hammond received a Grammy Trustees Award for being credited with co-producing a Bessie Smith reissue in 1971, and in 1986 was inducted into the Rock and Hall of Fame.

He died in 1987 after a series of strokes.




Reference - Wikipédia

CURTIS FULLER, O TROMBONE EXPRESSIVO DO HARD BOP.

O trombonista de jazz Curtis DuBois Fuller, nasceu em Detroit, Michigan no 15 de dezembro de 1934 e é considerado pela crítica especializada o trombonista mais importante do hard bop, com relevância comparável à que teve J. J. Johnson (uma de suas mais significativas influências, ao lado de Jimmy Cleveland e Urbie Green) para o bebop.


A música entrou em sua vida de Curtis quando ele cursava o colegial. Curiosamente, seu primeiro instrumento foi o sax barítono, trocado pouco tempo depois pelo trombone.


O ambiente musical da cidade, altamente estimulante, permitiu o convívio com futuros astros do jazz, como Donald Byrd, Paul Chambers, Pepper Adams, Kenny Burrell e Elvin Jones, com quem Fuller mantinha, além da amizade pessoal, uma intensa troca de informações musicais e um estreito convívio nos clubes e casas noturnas da Capital do Automóvel, onde todos eles começaram suas respectivas carreiras profissionais.


Para se ter uma idéia de como era bem representativa a cena musical da Detroit dos anos 50, basta dizer que ali pontuavam estrelas como Thad Jones, Louis Hayes, Barry Harris, Hank Jones, Yusef Lateef, Roland Hanna, Doug Watkins e Tommy Flanagan. Em 1953 Fuller esteve no exército, onde conheceu Cannonball Adderley, então sargento da companhia em que ambos serviam.



De volta à vida civil, gravou o primeiro álbum como líder, “Introducing Curtis Fuller”, para o selo Transition (1956) e integrou-se ao quinteto de Yusef Lateef, ao lado de quem desembarcou em Nova Iorque em 1957, para gravar alguns álbuns para a Savoy e a Verve. Nesse período, o seu fraseado potente e encorpado chamou a atenção de gente como John Coltrane, Jimmy Smith, Bud Powell, Benny Golson, Miles Davis, Sonny Clark, Phil Woods, Hank Mobley, Horace Silver, Sonny Rollins, Paul Quinichette, Clifford Jordan, Lester Young, Kenny Dorham, Blue Mitchell, Lee Morgan e outros, tendo sido um dos mais requisitados músicos de apoio do final dos anos 50.




Compositor inspirado, Fuller é o autor de verdadeiros clássicos do hard bop, como “Vonce # 5”, “Transportation Blues” e “Cashmere”, tendo gravado com regularidade para selos como Savoy, Prestige, Blue Note, Atlantic e Impulse, entre as décadas de 50 e 60.



Em 1959, lançou o seminal “Blues-ette”, pela Savoy, ao lado de Benny Golson, Tommy Flanagan, Jimmy Garrison e Al Harewood. Sobre a importância deste disco, basta dizer que 34 anos depois, em 1993, o quinteto se reuniu novamente para “Blues-ette – Pt. 2”, novamente para a Savoy, mas com Ray Drummond substituindo o falecido Jimmy Garrison. Ainda em 1959, foi convidado por Golson para integrar o Jazztet, combo fundado por ele e pelo trompetista Art Farmer.
Em 1957, Fuller viveu um ano admirável. Além dos discos para a Prestige, lançou o magistral “The Opener”, sua primeira gravação como líder para a Blue Note, onde chegou com status de estrela em ascensão. Hank Mobley (ts), Bobby Timmons (p), Paul Chambers (b) e Art Taylor (bt) foram os companheiros convocados para a empreitada, cujo resultado é um álbum impecável, não apenas porque todos os músicos são verdadeiros mestres em seus respectivos instrumentos, mas também por conta de um repertório muito bem escolhido, que permite a todos, sem exceção, exibir competência técnica, inventividade e elevada capacidade de improvisação. Em “A Lovely Way To Spend An Evening”, que abre o disco, o trombone de Fuller é doce e envolvente, criando um clima altamente sedutor. A primorosa remasterização de Rudy Van Gelder permite que se ouçam todos os instrumentos e que se perceba toda a delicadeza dessa faixa encantadora – o elegantérrimo solo de Timmons merece ser ouvido mil vezes. “Hugore”, com sua levada funky e seu leve sabor de blues é o veículo mais que apropriado para as intervenções altamente criativas de Mobley. A sacolejante “Oscalypso”, de Oscar Pettiford, com a sua levada ondulante e cálida, evoca um mergulho nas águas cristalinas do Caribe, com um diálogo extraordinário entre Fuller e Mobley.



Outro grande destaque é a emocionante versão de “Soon”, dos irmãos Gershwin, na qual Timmons, novamente, mostra porque é considerado um dos pianistas mais habilidosos das décadas de 50 e 60 e o brilhante Taylor dá uma aula de versatilidade e ritmo. Em “Lizzy's Bounce”, um bebop matador do próprio Fuller, o destaque é Chambers, soberbo tanto na parte rítmica quanto nos solos. “Here's to My Lady”, de Johnny Mercer, completa este set verdadeiramente indispensável, com Fuller desintegrando tudo ao redor, com o seu aparentemente inesgotável vigor físico e sua proverbial criatividade. Um álbum para se ouvir muitas e muitas vezes!



O trombonista também participaria de uma das formações mais arrojadas e criativas dos Jazz Messengers de Art Blakey, entre 1961 e 1965, e que incluía o pianista Cedar Walton, o saxofonista Wayne Shorter e o trompetista Freddie Hubbard. Nesse período, os Messengers lançaram alguns dos seus álbuns mais primorosos, como “Mosaic”, “Ugetsu” e “Free For All”. Ainda nos anos 60, excursionou com Dizzy Gillespie e se manteve bastante ativo, conservando-se como um dos músicos mais requisitados de Nova Iorque e acompanhando tanto veteranos como Philly Joe Jones, quanto estrelas em ascensão, como Booker Little, Houston Person, Joe Henderson e Wayne Shorter. Nos anos 70, tocou ao lado de Stanley Clarke e integrou a orquestra de Count Basie.



De lá para cá, lançou alguns poucos discos, ao lado de figuras como Cedar Walton, Kai Winding, Javon Jackson, Paul Jeffrey, Larry Willis e dos velhos companheiros Pepper Adams, Louis Hayes, Tommy Flanagan, Art Blakey e Benny Golson. Após a morte de Blakey, uniu-se a Terence Blanchard, Benny Golson, Geoff Keezer e Lewis Nash para lançar o tributo “The Legacy Of Art Blakey”, pela Telarc, em 1997.
Permanece em atividade até hoje, gravando regularmente e tocando em festivais de jazz pelo planeta afora. Para gaudio dos privilegiados nestas platéias!!!


Curtis Fuller e Companhia em Kiev.

http://www.youtube.com/watch?v=9SkwE-zGhMY

Fonte - Jazz Music USA




Monday, December 14, 2009

CLARK TERRY...MUMBLES.


Clark Terry was born December 14, 1920 in St. Louis Missouri. His first trumpet was made of garden house and His start in jazz came when he purchased his first trumpet from a pawn shop for $12.50. (Helgesen) He began his more formal career when he attended Vashon High School. He was a member of both the local drums and bugle corps. After high school he traveled across the Midwest with several bands. In 1942 he joined the Navy and was stationed at Great Lakes Naval Station in Chicago. (Helegsen)


In 1945 he was discharged from the Navy and for the rest of the decade played in Charlie Barnet and Count Basie’ bands. During the fifties he gained much fame when he played with Duke Ellington. During the fifties Terry began releasing his own albums he made 10 albums in all during the fifties with such hits as Clark Terry, Swahili, Serenade to a Bus Seat, Duke with a Difference, Clark Terry Quartet with Thelonious Monk, In Orbit, and Top and Bottom Brass. Terry also traveled to Europe with Harold Arlen’s Free & Easy Show. Though the show was not a success it spread Terry’s name further around the world.



In the 60’s Terry became the first African American staff musician at NBC. He had many appearances on the “Tonight Show”. His hit “Mumbles” gained much of its popularity from audiences seeing him play it on the “Tonight Show”. His unique mumbling scat style was a major draw for audiences. It was the first time that any one had seen the scat style being used with jazz music. Terry told the story of how he got to be the first black musician to work in the NBC Orchestra during a January 1, 2005 interview on NPR. He said that the Urban League was researching why there was not more black representation on television. The Urban League went to NBC and asked them why they did not have any black people playing on television. Their answer was that there were not any black people that could play on television. The Urban League asked people who they knew that could play on television and Clark Terry’s name came up from everyone they asked.



After the “Tonight Show” Terry’s career has continued to grow, “from the 70's through the 90's, Clark performed at Carnegie Hall, Town Hall, and Lincoln Center, toured with the Newport Jazz All Stars and Jazz at the Philharmonic, and he was featured with Skitch Henderson's New York Pops Orchestra. Since 2000, he hosts Clark Terry Jazz Festivals on land and sea, and his own jazz camps.” (The Official Bio)


Throughout Terry’s career he played with many great musicians. He had great relationships will everyone in the jazz community. As seen in a biography written by Bill Crow in which he visits Terry at his home in New Jersey.


“On another tour, Granz had asked Clark 'not bring that funny horn,' meaning Clark's flugelhorn. Clark obliged, playing only trumpet on those concerts. At the end of the tour, when Clark went into Granz's office to get what he described as a generous paycheck, Granz said, "...and thanks for not bringing that funny horn," and slipped an extra banknote into Clark's hand. As Granz walked away, Clark peeped at the denomination and was surprised to see it was a thousand dollar bill. Just then NormanClark said, "I knew you'd made a mistake. This is a thousand!" Granz nodded. "'I did make a mistake. I meant to give you two." And he handed Clark returned and said, "What did I give you?" another one.” (Crow). Terry’s career still continues to this day with his contributions to the education of new jazz musicians.
Clark Terry does "Mumbles"

Photo courtesy of.... http://www.jazzfestivalbern.ch/html/home_d.htm

Works Cited
Crow, Bill. Clark Terry. 15 April. 2007
Helgesen, Jeff. Biography. Clark Terry. 25 May. 2006. 28 Feb. 2007. <http://www.shout.net/~jmh/terry/biography.htm.>
Reference - “The Official Bio.” Clark Terry. Jazz Corner. 28 Feb. 2007.

Sunday, December 13, 2009

ANNA MARIA JOPEK, A VOCALISTA DE JAZZ POLONESA.


A cantora polonesa Anna Maria Jopek, nasceu no 13 de dezembro de 1970 em Varsóvia. Anna-Maria é filha de Stanislaw Jopek, vocalista do Mazowsze, importante grupo folclórico polonês.

Formada em música pela Academia Chopin de Música em Varsóvia, participou do Festival Eurovisão da Polónia em 1997, qualificando-se no décimo primeiro lugar entre vinte e cinco participantes. Em seguida, passou uma temporada em New York, onde estudou jazz na Manhattan School of Music e tem realizado apresentações em vários eventos nas mais importantes capitais européias.. Em 2002, ela foi descoberta pelo guitarrista de jazz americano Pat Metheny e participou como convidada especial do CD "Upojenie".


Ao longo da carreira recebeu vários premios importantes em seu país, e dos 12 CDs que gravou até agora dois lhe deram um disco de ouro e de platina na Europa e foi agraciada com o Premio Michel Legrand em 1994. Ela declara que a música em si é o maior premio e o grande desafio de sua carreira musical.


Em 2009 excursionou pela Russia, Indonésia, Cingapura e Japão.

Anna Maria & Pat Metheny.

http://www.youtube.com/watch?v=MExihLTljzk

Jazz vocalist Anna Maria Jopek, was born on December 13, 1970 in Warsaw, is a Polish musician and singer. She represented her country in the 1997 Eurovision Song Contest, with the song "Ale Jestem" and finished 11th out of 25 participating acts; and in 2002, she collaborated on the album "Upojenie" with jazz guitarist Pat Metheny.



She is the recipient of numerous awards for her music, including Michel Legrand's Personal Award in Vitebsk in 1994, as well as all of the awards for music in Poland, together with gold and platinum records. However, she has said: "Music itself is the highest award for me. And the greatest challenge. With so many questions remaining to be answered". She's married to music journalist, photographer and guitarist Marcin Kydrynski, and has two sons, Franciszek and Stanisław.


Anna Maria Jopek is the daughter of Mazowsze singer Stanislaw Jopek who is known as the "First Coachman of Poland" for his signature song "Furman" (The Coachman), and former Mazowsze dancer Maria Stankiewicz.


Her 1999 Chistmas album "Dzisiaj z Betleyem" features two duets with her father. Anna Maria's sister, Patrycja is a violinist.

In 2007 she recorded album "ID" with such artist as Mino Cinelu,Christian McBride,Richard Bona, Branford Marsalis, Dhafer TYoussef, Tord Gustavsen and the brazilian musician Oscar Castro-Neves,


In April/May 2009. she did a tour with stops in Russia,Indonésia,Singapore and Japan.
Reference - Wikipédia
Tradução de Humberto Amorim

EDU DA GAITA, O PAGANINI DA HARMÔNICA DE BOCA.


Eduardo Nadruz, artisticamente conhecido como Edu da Gaita, nasceu no 13 de Dezembro de 1916 na cidade gaúcha de Jaguarão.


Ao longo de toda a sua carreira artística teve como grande objetivo demonstrar que a harmônica de boca, ainda hoje vista como um instrumento exótico e despretensioso, possui recursos técnicos que a colocam no mesmo nível de qualquer outro instrumento musical.



Sua grande conquista foi a execução na íntegra do "Moto Perpétuo" de Nicolò Paganini, compositor italiano e o maior virtuose do violino em todos os tempos. Para isso foram necessários onze anos de estudos durante os quais Edu enfrentou as tremendas dificuldades representadas por mil e duzentas notas, que deveriam ser executadas num tempo máximo de quatro minutos, sem pausa de espécie alguma.



Em junho de 1956, tendo como seu acompanhador ao piano o maestro Leo Peracchi, Edu se tornou o primeiro em toda a história da musica instrumental de sopro a executar o célebre "moto perpétuo" de Paganini, no tempo recorde de 3 minutos e 21 segundos, comprovando de maneira irrefutável que a harmônica de boca é um instrumento completo e definido.



Apesar do esforço de Edu e de outros, dentre os quais Larry Adler merece especial destaque, a harmônica de boca ainda é um instrumento "sem cátedra" e não é estudado nas escolas de Música. Isso se deve, dentre outras razões, à falta de uma literatura musical de maior seriedade dedicada ao instrumento, embora não possamos deixar de citar os concertos para harmônica de boca e orquestra escritos por Villa-Lobos e Radamés Gnatalli, o primeiro dedicado a John Sebastian e o último a Edu. Por esse motivo, Edu foi obrigado a usar em seu repertório composições originalmente escritas para outros instrumentos. Se por um lado isso tornou seu caminho mais difícil, também serviu para demonstrar de forma indiscutível os recursos técnicos da harmônica de boca.


O resgate de sua obra tem importância não apenas para a preservação da cultura nacional como também para divulgar em outros países o nível técnico que é possível atingir com o instrumento, permitindo que no futuro outros possam suceder e até mesmo superar o maior virtuose da harmônica de boca até os dias de hoje.


Edu falaceu no Rio de Janeiro de 1982.
Edu toca "Moto Perpétuo" de Paganini.

Fonte - Eduardo Nadruz Filho

LUIZ GONZAGA, O LUA


O compositor popular brasileiro Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no 13 de dezembro de 1912 na fazenda Caiçara, no sopé da Serra do Araripe , na Zona Rural do municipio de Exu no sertão pernambucano. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de saus primeiras composições. Luiz Gonzaga ficou conhecido como o "rei do baião". É considerado também, mestre do cantor e sanfoneiro Dominguinhos.


Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi "Asa Branca", que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.



Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato., Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado.


Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros,sambas, fox e outros gêneros da época.



Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Até que, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe (A primeira música que gravou em 78 rpm; disco de 78 rotações por minuto), um tema de sabor regional, de sua autoria. Veio daí a sua primeira contratação, pela



Em abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca "Dança Mariquinha" em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça - iniciado provavelmente quando ela já estava grávida - e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha, que mais tarde também se tornaria famoso, foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.


Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de "Lua". Com ela teve uma filha que chamava de Rosinha.


Luiz faleceu em agosto de 1989 na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e posteriormente sepultado em seu município natal.


Sua música mais famosa é Asa Branca,
O Lua canta e toca "Asa Branca"

MANAUS,DOMINGO,MEIO DIA,101,5 FM, JAZZ, FRANK SINATRA


O grande e inesquecível cantor, "entertainer" e ator Francis Albert Sinatra que passou por aqui e que durante seis décadas de sua vida encantou com sua bela voz, platéias em todo mundo, teve a data de passagem de seu aniversário de 94 anos celebrada ontem nas grandes capitais e principalmente nos corações de seus fãs incondicionais espalhados pelo mundo , entre os quais orgulhosamente me incluo.


No programa "Momentos de Jazz" neste domingo, a aprtir do meio dia, hora de Manaus, iremos celebrar juntos o acontecimento, pelas ondas da Radio Amazonas FM - 101,5 FM - http://www.amazonasfm.com.br/ , destacando na voz do Chair-man-of -the- Board, as musicas que ele eternizou durante a sua brilhante carreira musical.


Na promoção habitual do programa, sortearei entre os ouvintes que participarem pelo telefone 3216-5504, cinco exemplares do CD " The Best is Yet To Come" por mim produzido em homenagem à Frank Sinatra para apresentar especialmente na reunião do Clube dos Discófilos Fanáticos - CDFs, em Novembro último, e distribuição entre os meus poucos amigos.



Conto com tua valiosa audiência.



Humberto Amorim

Produtor/Locutor


Saturday, December 12, 2009

TONY WILLIAMS, EXCEPCIONAL BATERISTA DE JAZZ



O baterista de jazz Tony Williams nasceu no 12 de dezembro de 1945 em Chicago, Illinois e cresceu em Boston. Seu pai, saxofonista amador, incentivou-o a estudar bateria e o levava aos clubes para dar oportunidade ao jovem Tony para se familiarizar com o meio jazzístico.



Estudou com Alan Dawson e aos quinze anos já tocava em jam sessions, chamando a atenção dos músicos mais experientes. Tocou em 1959 e 1960 com Sam Rivers e, ao se mudar para Nova Iorque em dezembro de 1962, passou a tocar com Jackie McLean. Miles Davis, sempre atento a potenciais grandes talentos, chamou-o em 1963 para integrar seu quinteto. Juntamente com Herbie Hancock e Ron Carter, o adolescente Tony (então com 17 anos) formou dentro do quinteto uma seção rítmica fenomenal, que iria marcar época. Tony ficaria com Miles até o disco "In a Silent Way", de 1969, imediatamente antes do histórico álbum Bitches Brew. (Em 1964, também havia participado de um disco clássico de Eric Dolphy, Out to Lunch.)


Em 1969, Tony formou o grupo "Lifetime", que se tornaria cult como um dos mais influentes grupos do recém-criado jazz -rock. Da primeira formação faziam parte o guitarrista John McLaughlin e o organista Larry Young, aos quais logo se juntaria o contrabaixista Jack Bruce. O grupo teria outras formações (inclusive contando com a presença de Ron Carter), mas os críticos geralmente consideram que a consistência musical do grupo caiu com o passar dos anos. Enquanto isso, Williams fez algumas gravações como líder de outros grupos. Também tocou no grupo V.S.O.P. de Herbie Hancock em 1976-77 e na reunião feita em 1992 em homenagem a Miles Davies.


O estilo de tocar de Tony é bastante pessoal. É difícil encontrar-lhe precursores; poderíamos citar talvez Elvin Jones, o baterista do quarteto de John Coltrane. No entanto Tony trouxe para o drumming jazzístico uma “liberdade controlada” até então inédita. Seu toque é inquieto, nervoso, com o uso freqüente de quiálteras e riffs na caixa e nos tom-toms que à primeira vista parecem estar “fora do tempo”, mas na realidade estão, isso sim, a tornar mais complexa - e não menos precisa - a marcação do tempo. Tony também gosta bastante de usar os pratos para condução. Apesar disso, embora seja um drumming complexo, é importante notar que não é sobrecarregado, mas relativamente nítido e limpo, bem delineado.



Williams abriu para o baterista moderno de jazz um novo horizonte, no qual se poderia tocar com liberdade e ainda assim manter um pulso básico perceptível. Na verdade, a melhor maneira de caracterizar a maneira de tocar de Tony é dizer que ela não corresponde a uma marcação do tempo (andamento), mas sim a um sublinhar do tempo, a uma colocação em perspectiva do tempo. Por exemplo, a acentuação não é aquela padronizada, que funciona como um simples semáforo para os outros músicos; ao contrário, é uma marcação que coloca “riscos” (num sentido criativo) para os outros executantes, mas ainda assim é perfeitamente válida para aqueles que sabem se aproveitar dela.


Williams não é um baterista free nem anárquico. Ele não representa um rompimento completo com a tradição percussiva, mas sim uma radicalização dela, levando-a até os limites. O baterista atual com o qual Williams teria mais afinidade é Jack DeJohnette. Williams não executava, por exemplo, um “power drumming” como aquele praticado pelo outro grande baterista da fusion, Billy Cobham.


Tony Williams nos deixou prematuramente, aos 52 anos, de ataque cardíaco após uma cirurgia relativamente rotineira. Estava em plena forma e sua criatividade em nada havia decrescido. Como observam Richard Cook e Brian Morton, “A morte de Williams foi uma perda cruel para o jazz, e também um desperdício desnecessário. Seu legado é rico e complexo. O que é doloroso é perceber que ele estava justamente ingressando em uma nova fase, em um novo nível criativo”. Esse legado persiste nas gravações e na memória dos que o assistiram em antológicas apresentações .


Tony Williams faz o que sabe com talento excepcional.




Fonte - e-jazz

TOSHIKO AKIYOSHI, THE FIRST JAPANESE AT BERKLEE.


Japanese American jazz pianist,composer,arranger and bandleader Toshiko Akiyoshi (秋吉 敏子 or 穐吉 敏子, was born on December 12,1929 in Liaoyang, Manchuria to Japanese imigrants. She was the youngest of four sisters. In 1945 after World War II, Akiyoshi's family lost its home and returned to Japan, settling in Beppu.



Among a very few successful female instrumentalists of her generation in jazz, she is also recognized as a major figure in jazz composition. She has received 14 Grammy nominations, and she was the first woman to win the Best Arranger and Composer awards in Down Beat magazine's Readers Poll.



In 1984, she was the subject of a documentary film titled "Jazz is My Native Language". In 1996, she published her autobiography, "Life With Jazz" and in 2007 she was named an NEA Jazz Master by the U.S. National Endowment for the Arts.



Akiyoshi began to study piano at age seven. When she was 16, she took a job playing with a band in a local club. Beppu was crowded with US soldiers, and musicians were in high demand to provide entertainment. Akiyoshi had planned to attend medical school, but she loved playing piano; and since she was earning good money, her family didn't object to her pursuing music.
A local record collector introduced Akiyoshi to jazz by playing a record of Teddy Wilson playing "Sweet Lorraine". Akiyoshi immediately loved the sound, and began to study jazz. In 1952, during a tour of Japan, pianist Oscar Peterson discovered Akiyoshi playing in a club on the Ginza. Peterson was impressed, and convinced producer Norman Granz to record Akiyoshi. In 1953, under Granz's direction, Akiyoshi recorded her first album with Peterson's rhythm section: Herb Ellis on guitar, Ray Brown on bass, and J.C. Heard on drums. The album was titled Toshiko's Piano", and has since been reissued on CD.


In 1955, Akiyoshi wrote a letter to Lawrence Berk asking him to give her a chance to study at his school, Berklee College of Music. After a year of wrangling with the State Department and Japanese officials, Berk secured permission for Akiyoshi to study in Boston. He offered her a full scholarship, and he mailed her a plane ticket to Boston. In January 1956, Akiyoshi enrolled to become the first Japanese student at Berklee. (As of 2000, roughly 10% of Berklee's student body comprised Japanese students.) While in Boston, Akiyoshi studied with legendary music teachers Herb Pomeroy,Madame Chaloff, and Richard Bobbitt. The latter taught her about Joseph Schillinger's System of Musical Composition, which influenced her approach to composition. On March 18, 1956, she became known to the entire country as a mystery guest on the popular television game show, "What's My Line?"


Akiyoshi married saxophonist Charlie Mariano in 1959. In 1963, the two had a daughter Monday Michiru. The pair formed several bands together, until their divorce in 1967. That same year, she met saxophonist Lew Tabackin, whom she married in 1969. Akiyoshi and Tabackin moved to Los Angeles in 1972. In March 1973, they formed a 16-piece big band composed of studio musicians. Akiyoshi composed and arranged music for the band, and Tabackin served as the band's featured soloist, on tenor saxophone and flute. The band recorded its first album, Kogun, in 1974. The title, which translates to "one-man army," was inspired by the tale of a Japanese soldier lost for 30 years in the jungle, who believed that World war II was still being fought and thus remained loyal to the Emperor. Kogun was commercially successful in Japan, and the band began to receive critical acclaim. By 1980, the Toshiko Akiyoshi -Lew Tabackin Big Band was considered one of the most important big bands in jazz.


The couple moved to New York City in 1982, where they promptly assembled a new big band (now called the Toshiko Akiyoshi Jazz Orchestra featuring Lew Tabackin). Akiyoshi toured with smaller bands to raise money for her big band.



BMG continued to release her big band's recordings in Japan, but remained skeptical about releasing the music in the United States — since the 1950s, big band music has rarely achieved commercial success in the US. While Akiyoshi was able to release several albums in the US featuring her piano in solo and small combo settings, many of her later big band albums were released only in Japan and were available elsewhere only as imports. On Monday, December 29, 2003, her band played its final concert at Birdland in New York City, where it had enjoyed a regular Monday night gig for more than seven years. Akiyoshi explained that she disbanded the ensemble because she was frustrated by her inability to obtain US recording contracts for the big band. She also said that she wanted to concentrate on her piano playing, from which she had been distracted by years of composing and arranging. She has said that although she has rarely recorded as a solo pianist, that is her preferred format. On March 24, 2004, Warner Japan released the final recording of Akiyoshi's big band. Titled Last Live in Blue Note Tokyo, the CD was recorded on November 28 and 29, 2003 but she continues to perform and record as a pianist and occasional guest bandleader.


Akiyoshi lives on Manhattan's Upper West Side with her husband. Besides being musicians, they are both avid wine and cigar collectors.

Toshiko plays.
http://www.youtube.com/watch?v=X0t8WSu6Tcc

Reference - Jazz Music

JOE WILLIAMS, O ÚLTIMO BLUES SHOUTER DO JAZZ


O vocalista de jazz Joe Williams, nasceu no 12 de dezembro de 1928 em Cordele,Georgia, e restabeleceu o papel do cantor de big-band nos anos 50. Com um registo vocal de baixo-barítono e um swing formidável, Williams foi provavelmente o último blues shouter do jazz.


Cresceu em Chicago e começou por cantar num grupo de gospel. em 1937 inicia a sua carreira como freelancer e actua com várias bandas: Jimmie Noone, Coleman Hawkins, Lionel Hampton e Andy Kirk, entre outras. Em 1954 torna-se membro da orquestra de Count Basie, onde ganha reconhecimento do público em geral e tem como maior sucesso "Everyday I Have The Blues".



Em 1962 após sucesso com Basie, Williams passa a uma carreira a solo, embora voltasse a juntar-se a Basie para inúmeros festivais, concertos, etc. Gravou discos com músicos como George Shearing e Cannonbal Adderley.



Williams foi um dos cantores de jazz de maior êxito. Nos últimos 30 anos de vida, era um artista de consenso do jazz e do pop-jazz. Gravou inúmeros álbuns, sendo notáveis os seus trabalhos na Verve, e, no final da vida, na Telarc.
Com o CD 'Nothing But The Blues" Joe faturou o Grammy em 1984.


Joe faleceu em Las Vegas em Março de 1999 enquanto caminhava pela manhã.



Jazz singer and actor Joe Williams was born on December 12,1918 in Cordele,Georgia. Williams worked with Coleman Hawkins and Lionel Hampton before joining Count Basie's band in 1954.

The success of "Every Day I Have the Blues" established Williams as a sophisticated blues singer with a powerful bass-baritone voice. After leaving the Basie band in 1961, Williams led small ensembles singing popular songs, ballads, and blues.


He was a frequent performer on television, both as a singer and as an actor. His album "Nothin' but the Blues" won a Grammy Award in 1984.

Joe passed away in Las Vegas on March 1999.


Joe canta "What a Wonderful World"
http://www.youtube.com/watch?v=w88r_ShLgIA


Fonte - Wikipédia

WAGNER TISO


O músico, arranjador,regente, pianista e compositor brasileiro Wagner Tiso Veiga nasceu no 12 de dezembro de 1945 em Três Pontas, Minas Gerais.

Tendo, pelo lado paterno (Correia de Figueiredo), ascendência na antiga aristocracia lusitana; pelo lado materno (Tiso), ascendência cigana. Tiso aprendeu teoria musical com Paulo Moura e especializou-se em teclados. Participou do conjunto Sambacana em 1964 e dois anos depois foi trabalhar com o antigo mestre. Acompanhou diversos artistas, como Cauby Peixoto, Ivon Cury, Maysa e Marcos Valle. Em 1970 entrou para a banda Som Imaginário, que acompanhava os shows de Milton Nascimento.

Integrante do Clube da Esquina, logo começou a fazer sucesso no exterior, apresentando-se em Atenas e Montreux, e também acompanhando não só Milton, como também Flora Purim,Ron Carter e Airto Moreira.

Nos anos 70, fez arranjos para Gonzaguinha, Paulo Moura, Johnny Alf, MPB-4, Dominguinhos, o próprio Milton e outros.


Continua viajando e se apresentando em todo Brasil. Recentemente esteve em Manaus onde lançou na Livraria Saraiva o seu ultimo disco "Samba & Jazz".

Wagner e amigos tocam "Wave" de Tom Jobim

http://www.youtube.com/watch?v=u1Jyeu218H8

Referencia - Wikipédia

ALEX ACUÑA, UM PERUANO DOS BONS.


The Peruvian Afro-Cuban jazz drummer and percussionist Alejandro Neciosup Acuña aka Alex Acuña, was born on December 12, 1944 in Pativilca, Peru.


Acuña played in local bands from the age of ten, and moved to Lima as a teenager. At the age of eighteen he joined the band of Perez Prado, and in 1967 he moved to Puerto Rico. In 1974 Acuña moved to Las Vegas working with artists such as Elvis Presley and Diana Ross, and the following year he joined the jazz-fusion group Weather report, appearing on the albums Black Market and Heavy Weather.



Acuña left Weather Report in 1978, and became a session musician in California, recording and playing live with (amongst many others) Paul McCartney, Joni Mitchell, Ella Fitzgerald, Jim Walker ( Musician), Chick Corea, Whitney Houston, Plácido Domingo, Phil Keaggy, Sergeant Petter, Sam Philips, former Weather Report bandmates Wayne Shorter and Joe Zawinul, Herbie Hancock, Carlos Santana, Antonio Carlos Jobim, Beck, Roberta Fleck, U2, and Al Jarreau. He can be found on recordings by musicians as culturally diverse as Lee Ritenour, Peter Gabriel, Johnny Clegg, Robbie Robertson & Jackson Browne.

In the 1980s Acuna also recorded and toured with the Christian jazz band Koinonia, which featured session musicians Abraham Laboriel,Justo Akmario, Hadley Hockensmith, Harland Rogers, and Bill Maxwell. He played on Willy De Ville's Crow Jane Alley album and 1987 together with the TCB Band of Elvis Presley in the Roy Orbison TV-Special "A Black and White Night".
He has also worked as an educator at University of California, Los Angeles and Berklee College of Music.



Reference - Wikipédia


Alex Acuña and Friends


NOBEL DA PAZ, ESPERANZA BRILHA


Para atuar em um concerto na cerimonia de entrega do Prêmio Nobel da Paz em oslo, Noruega, ontem 11 de dezembro, entre renomados músicos do mundo estava Esperanza Spalding, a sensação do jazz de apenas 25 anos.



Spalding é uma baixista e vocalista natural de Portland, Oregon, e considerada um prodígio no mundo do jazz. O evento, apresentado por Will Smith e sua esposa Jada Pinkett Smith, foi mostrado ao vivo pela CNN. Esperanza Spalding esteve junto com outros artistas americanos como Toby Keith, Wyclef Jean e Donna Summer.



O grupo teve como companhia a cantora britânica Natasha Bedingfield, o grupo pop irlandês “Westlife”, o vocalista e violonista norueguês Alexander Rybak, o cantor portoriquenho Luis Fonsi, Amadou & Mariam do Mali e o pianista chinês Lang Lang. O concerto ocorreu no dia seguinte à cerimônia onde o presidente Barack Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz em Oslo. Spalding também atuou na cerimônia logo após o discurso do presidente Obama, quando do recebimento do prêmio. Obama não participou do concerto realizado com os demais músicos.


Spalding lançou dois álbuns solo e participou de vários discos com outros artistas, e tem trabalhado com jazzistas como o saxofonista Joe Lovano, o vibrafonista Dave Samuels e o baixista Stanley Clarke.Spalding aprendeu sozinha a tocar violino, quando tinha quatro anos de idade, após observar o violoncelista clássico Yo-Yo Ma tocando com crianças no programa “Mister Rogers’ Neighborhood”. "Aquilo foi quando eu tomei consciência de que queria fazer alguma coisa no campo da música”.


Ela declarou em seu “Web site”. “Foi definitivamente a coisa que me causou entusiasmo na percepção completa da música como uma atividade criativa”.A jovem musicista, originária de uma família multilíngue, tocou violino por dez anos na “Chamber Music Society” do Oregon, que é composta por crianças e adultos. Com quinze anos mudou para o baixo porque passou a trilhar caminhos não clássicos, como o blues, hip-hop e o funk.Com 16 anos, Spalding matriculou-se no programa de música da “Portland State University”. Aos 20, ela já era instrutora na “Berklee College of Music” em Boston, e passou a ser o mais jovem membro da história desta prestigiosa Escola. Spalding, em 2005, ganhou uma bolsa de estudos da “Boston Jazz Society” para aprimorar sua musicalidade.

Esperanza toca "Ponta da Areia"

http://www.youtube.com/watch?v=nUcvLtTp9d0

Fonte : JazzTimes /Aubrey Everett