Sunday, May 24, 2009

24 DE MAIO - DIA INTERNACIONAL DO JAZZ - JAZZ INTERNATIONAL DAY.
Jazzófilos (as),




Hoje, domingo 24 de maio, é o dia Internacional do Jazz. A data está sendo celebrada com grandes concertos e manifestações musicais em todas as grandes capitais do mundo.


Celebre você também. Jazz é a unica e mais autêntica forma de arte norte-americana que se difundiu pelos cinco cantos do mundo e tornou-se o genero musical fenomeno do século XX.



Desejo à todos da blogsfera um dia de muito jazz e serenidade ouvindo um solo inesquecível com o pianista canadense de jazz Oscar Peterson. Basta clicar.
Oscar Peterson solo free jazz transcriptions. Just click.



Humberto Amorim
MANAUS, A CAPITAL BRASILEIRA DO JAZZ.
Jazzófilos(as),
Hoje é domingo. Para os apreciadores do jazz significa que logo mais, a partir das 20h00, pelas ondas da nossa Radio Amazonas FM 101,5 vamos desfrutar de uma audição jazzistica impar no radio da nossa cidade no programa "Momentos de Jazz".
Para começar vamos conhecer o trabalho musical de um cantora talentossíma e linda de morrer que começa a despontar no horizonte das grandes interpretes do jazz. Sophie Milman nasceu no Russia, imigrou com a familia para Israel que, depois de algum tempo, resolveu se fixar permanentemente no Canada.

Sobre ele escreveu Don Heckman do jornal L.A Times - "Não a nova Ella, a nova Sarah, mas a primeira Sophie Milman. Ela é unica". Sophie acaba de lançar no Canadá um novo disco "Take Love Easy" que está programado para lançamento simultâneo nos Estados Unidos e Japão em junho. Hoje a noite degustartemos o cd de estreia "Sophie Milman" que ele começa com "Agua de Beber" de Antonio Carlos Jobim.

Seguidamente prestaremos homenagem pela passagem da data de nascimento à cantora Rosemary Clooney uma das mais importantes personalidades do mundo do jazz que homenageou nosso país com o cd "Brazil" na companhia de John Pizzarelli e Diana Krall. Grande pedida!!!

A cantora de jazz Cleo Lane canta no cd "That Old Feeling" as baladas e classicos do jazz com estilo e graça. Neste disco externa musicalidade marcante principalmente na canção titulo, Tenderly e Imagination.

Giacomo Gates faz parte da nova e promissora geração de cantores de jazz e tornou-se mais visivel depois da publicação do cd "Centerpiece" sucesso de publico e critica. Cantor que possui sotaque baseado no improviso, faz leituras cativantes apoiadas por musicos de grande musicalidade. Vale a audição.

Conto com tua valorosa audiência.

O melhor ainda está por vir.
Humberto Amorim


NOTA IMPORTANTE - O programa será transmitido em novo horário ( meio dia as duas da tarde) a partir do domingp 7 de junho. Anota ai.

Saturday, May 23, 2009

AKIKO TSURUGA, O TOQUE ORIENTAL DO HAMMOND B3.
O sucesso de Akira Tsuruga é o sinal de uma pequena comunidade global de música ou outro caso de alguém de fora dando nova vida a um ainda vital velho gênero.?

Tsuruga , uma residente em Nova York , que se alojou por lá há seis anos, vindo de Osaka, Japão, utiliza poderosos “cortes”, apresenta uma boa pegada, um impecável senso de suingue e um extraordinário ouvido para nos lembrar de coisas que sempre amamos sobre a tradição do trio de órgão.

“Sweet and Funky” , lançado pela "18th & Vine", vem como uma cadeia de inspiradas sessões com a organista demonstrando porque devemos nos entusiasmar com sua performance e de seus acompanhantes: o guitarrista Eric Johnson e o baterista Vince Ector e, em algumas faixas, o percussionista Wilson “Chembo” Corniel.Ela , também, apresenta perfil para compositora, transformando em rápido bop o blues “Meanie Quennie”, influenciada por Brother Jack McDuff, que tinha como contratado, nos anos 70, o guitarrista Eric Johnson, e por outro usuário do B-3, Dr. Lonnie Smith, em “DLG”, uma energética apresentação com repentinas paradas.

Tsuruga demonstra habilidade para rearranjar peças familiares. A guitarra de Johnson “chora” antes de preparar o terreno para a organista solar de forma vibrante em “Stormy Weather”, fazendo variações belíssimas. A profunda “Saving All My Love For You” abre com uma sugestão de “Killer Joe”. Já em “Where is The Love” o órgão e a guitarra dividem partes da melodia. “Polka Dots Moonbeans” é recriada como bossa nova. “Broadway”, acelerada, remeterá os ouvintes sorrindo para casa, para um prazeiroso drinque com um dos mais surpreendentes disco do ano.


Fonte: Downbeat / Philip Booth
Hailing from Osaka, Hammond B3 organist Akiko Tsuruga played with jazz superstars such as Roy Hargrove and Grady Tate while still in Japan. Tate convinced Tsuruga to emigrate from Osaka to New York City in 2001 and took her under his wing.
Very quickly, she established herself as an in-demand player in the hot NYC jazz scene. Tsuruga's debut CD "Harlem Dreams", which featured Grady Tate, was released in 2004 and quickly became a best-seller in Japan.
Tsuruga's free yet cohesive organ grooves have been further seasoned under a long tutelage from organ legend Dr. Lonnie Smith. "Sweet and Funky" is Tsuruga's US cd debut, and was produced by Grammy-winning producer Jack Kreisburg.

Nota do Blog - Vale a pena conferir a audição, dela também, dos cds - Harlem Dreams & Saint Louis Blues.



Rosemary Clooney nasceu em Maysville no Kentucky no 23 de maio de 1928. Começou a cantar ainda adolescente com a irmã Betty, em eventos escolares, nas radios locais de Cincinnati e na “big band “ de Tony Pastor.


Ao longo de sua vida construiu uma das mais longas e mais apreciadas carreiras do pop-jazz vocal. Como vários outros cantores nascidos para a arte durante o período das big bands dos anos 30 e 40, a arte de Clooney teve duas fases distintas: até aos finais dos anos 50 e, depois de um hiato nos anos 60 e 70, ressurgindo depois para uma brilhante carreira de concertos e discográfica dos anos ‘80 até ao século XXI.Esta fase da sua carreira ficou marcada por vários duetos (com Guy Mitchell, Marlene Dietrich, Bing Crosby) e importantes êxitos de vendas. Gravou com o sexteto de Benny Goodman e com o quarteto vocal , The Hi-Lo’s.


Em 1956, Rosemary Clooney surpreendeu o mundo do jazz e do pop-jazz com o álbum “Blue Rose”, gravado com a orquestra de Duke Ellington. O próprio Ellington revelou a sua surpresa quando ouviu o LP pela primeira vez (a gravação da voz foi realizada separadamente). Este álbum tem sido reeditado sucessivamente em CD pela Sony Records. É indubitavelmente, um dos mais famosos álbuns vocais da história do pop-jazz .


No cinema, Clooney participou em alguns filmes nos anos 40 e 50, tendo ficado identificada com o maior êxito de sempre da história da música popular, “White Christmas”, de Irving Berlin, ao participar no filme com esse nome de 1954 protagonizado por Bing Crosby.


Na televisão, fez em 1956-57 um programa com grande êxito, o Rosemary Clooney Show, que tinha como diretor musical o grande orquestrador do pop-jazz dos anos 50, Nelson Riddle, e o apoio dos Hi-Lo’s. Embora não tenham sobrevivido em partitura os arranjos de Riddle para grande orquestra, em 1996, John Oddo recuperou através das gravações os arranjos e acrescentou-os, dado que, sendo escritos para TV, tinham em geral apenas dois minutos. Daí resultou, quatro décadas depois, um CD com arranjos de Nelson Riddle (“Dedicated to Nelson”, Concord Jazz).


Seguiu-se um período de semi-afastamento dos estúdios e das salas, durante o qual Rosemary criou os cinco filhos do casamento com o actor José Ferrer (com quem tinha contracenado no filme de 1954, “Deep in My Heart, uma biografia ficcional do compositor de canções Sigmund Romberg).No final dos anos 70, Rosemary Clooney renasceu para o mundo da música pop-jazz, iniciando na editora Concord, de Carl Jefferson, uma impressionante galeria de álbuns de altíssima qualidade onde ficaram registados centenas de standards da melhor música americana do século XX na companhia de grandes músicos de jazz em pequenos agrupamentos (como o saxofonista Scott Hamilton) e grandes orquestras (Count Basie Orchestra, Woody Herman Orchestra).




Agora, é possível parar e rever o impecável catálogo de 25 CDs de Clooney na Concord: álbuns dedicados a compositores (Berlin, Cole Porter, Harold Arlen, Jimmy Van Heusen, Johnny Mercer, Ira Gershwin, Rodgers, Hart & Hammerstein), álbuns temáticos (Segunda Guerra Mundial, Natal, Broadway, baladas), tributos (Bing Crosby, Billie Holiday, Nelson Riddle).




Quando Rosemary Clooney completou 70 anos, a Concord reuniu um CD de tributo (“A Seventieth Birthday Celebration”, 1998) com gravações compiladas de 17 álbuns, a que se acrescentou um tema de James Taylor e, fechando, um tema dos irmãos Gershwin com a participação de K. D. Lang e Linda Rondstadt.Na mesma altura, Rosemary Clooney participou de um episódio de E.R. (Serviço de Urgência), aclamada série de televisão em que então brilhava o seu sobrinho o ator George Clooney.

Rosemary saiu de cena tranquilamente, em junho de 2002.



Nota do Blog - O cd "Brazil" com os convidados especiais John Pizzarelli e Diana Krall virou peça de colecionador e consta como um dos melhores da coleção discográfica da cantora.
Clique para desfrutar Dino e Rose em grande estilo


Fonte - Rosemary's Page.
ARTIE SHAW, THE LADIES MAN


Arthur Jacob Arshawsky born on may 23rd, 1910 , better known as Artie Shaw, was an accomplished jazz clarinetist, composer, bandleader, and writer.
He was born in New York City, United States, and began learning the saxophone when he was 15 and, by age 16, had begun to tour with a band. He returned to New York and became a session musician. During the Swing Era, his big band was very popular with hits like "Begin the Beguine", "Lady Be Good", and "Frenesi".
Shaw was know for being an innovator in the big band idiom, at the time using unusual instrumentation. His piece "Interlude in B-flat" was one of the earliest examples of what would be later dubbed third stream. He hired Billie Holiday as his band's vocalist, becoming the first white bandleader to hire a full-time black female singer.
His band became enormously successful and his playing, dismissed at first, eventually rivaled that of Benny Goodman: Longtime Duke Ellington clarinetist Barney Bigard--himself a talented musician--cited Shaw as his favorite clarinet player.
At the height of his popularity, Shaw reportedly earned US$30,000 per week, a very large amount during the depression.
During World War II he enlisted in the U.S. Navy (along with his entire band) and served with them in the Pacific theater (similar to Glenn Miller's wartime band in Europe). He spent approximately 18 months playing for navy personnel, sometimes as many as four shows a day. He received a medical discharge.

Throughout his musical career, Shaw would take sabbaticals where he would quit the business. He credited his time in the navy as a period of renewed introspection. He began psychoanalysis and began to pursue a writing career. In 1954, Shaw stopped playing the clarinet, citing his own perfectionism, which, he later said, would have killed him. He focused on writing, concentrating on semi-biographical fiction. He wrote The Trouble With Cinderella and was working on The Education of Albie Snow when he died.

For the Marx Brothers' movie, The Big Store Shaw co-wrote the song, "If It's You." He also had a significant role in the Fred Astaire film Second Chorus which featured Shaw and his orchestra playing "Concerto For Clarinet" as Fred Astaire danced.

A self-proclaimed "very difficult man", Shaw was married eight times; it became a national joke to have been "married as many times as Artie Shaw." Among his wives were Jane Cairns, Margaret Allen, Betty Kern (daughter of songwriter Jerome Kern), author Kathleen Winsor, and actresses Ava Gardner, Lana Turner, Doris Dowling and Evelyn Keyes. He had two children.

In 1953, Shaw was brought up before the House Un-American Activities Committee for his liberal activities. The committee was investigating a peace activist organization, the World Peace Congress, which it considered a Communist front.
He was also a precision marksman, at one point ranking 4th in the United States.
In his later years, Shaw lived and wrote in the Newbury Park section of Thousand Oaks, California. In 1981, he organised a new Artie Shaw Band, with clarinetist Dick Johnson as band leader and soloist. Shaw himself would guest conduct from time to time, ending his self-imposed retirement.
In 2004, he was presented with a lifetime achievement Grammy Award. He died of natural causes at age in december 1994.
CLAUDIO RODITI DE DISCO NOVO NA PRAÇA.

Das 10 faixas de “Brazilliance x4”, oito são gravadas em estúdio e as outras ao vivo. Nestas duas, a composição do trompetista brasileiro Claudio Roditi , “Tema para Duduka”, e “Gemini Man”, em sequência até o final, são de longe as mais excitantes performances do disco.

O fato delas serem as mais longas, não deve ser mera coincidência. A oportunidade de apresentar-se no palco, aparentemente, dá ao trompetista Roditi e seus companheiros de banda, o pianista Hélio Alves, o baixista Leonardo Cioglia e o baterista Duduka da Fonseca, a licença de brilhar , que não têm no estúdio.Aquela reticência deve ter sido intencional.Roditi, em um informe à imprensa, reafirma este pensamento:"Não há nada elaborado aqui, mas é altamente prazeiroso”, e ele está certo.

Roditi, que no recente álbum “Impressions”, lançado em 2008, pôs sua agilidade em várias músicas de John Coltrane, encontrou aqui o seu suave toque, onde a tradição brasileira encontra-se com o jazz, transcendendo os gêneros , retendo a atratividade e apresentando algo muito bom. Há momentos no estúdio que seguem diversas direções, tornando o enfoque revelador.

Na música de Miles Davis,”Tune Up” e na de Raul de Souza,”À Vontade Mesmo”, o trompete e o flugelhorn de Roditi soam sensuais e ebulientes, movem-se para além da simples proficiência.Entretanto, as demais faixas são frequentemente sonolentas, e Roditi está acompanhado por uma seção rítmica que encontra poucas razões para realizar mais do que o requerido. Duduka da Fonseca tem o hábito de se alongar, e seus irregulares solos contaminam o clima das músicas mais de uma vez, e Leonardo Cioglia, salvo por algumas faixas, causa pouco impacto.O que salva a graça do disco é o pianista Hélio Alves, que não sente compulsão para reinar.

Os registros da maioria dos momentos eletrizantes em “E Nada Mais” e na brilhante “Song for Nana” , por exemplo, pertencem a ele.Com “Brazilliance x4”, Roditi apresentou um trabalho satisfatório, mas longe de ser uma gravação desafiadora.


Nota do Blog - A quinta faixa do disco, "Rapaz de Bem" do Johnny Alf, vale a audição.



Fonte : JazzTimes / Jeff Tamarkin

Friday, May 22, 2009


A cantora, melhor dizendo, a maravilhosa cantora Jaimee Paul presta tributo às grandes divas do passado no seu cd de estréia "At Last" e, ao homenage-las como as inesquecíveis "garotas cantoras" de todos os nossos tempos, nos gratifica com um exemplar impecável de todo seu potencial vocal, incisivamente influenciado por Aretha Franklin e Lena Horne, sem que por um segundo sequer, caia na tentação da mímica. Quando temos a ventura, como agora, de nos depararmos com uma jovem cantora deste quilate, ( pasmem: ela nasceu em 1977 no Tennesee!) fica claro que a arte musical e o bom gosto aliados podem produzir musica de qualidae impar. Este disco é uma revelação de puro hedonismo. Confiram.




In the vast world of vocal music available to us today, there is precious litlle out there to claim our ears. When a singer like Jaimee Paul comes along, we remember that musical artistry and good taste can produce wonderful music decade. Jaimee has listened to and learned from, the singers of the past but she is aware that there is already an Ella, a Rosie,a Lena, and a Billie. She brings it all together in her debut cd "At Last", paying tribute to the great "girl singers" of our time. She is a revelation without mimicry.

She paid little attention to the music of the 1980’s. Instead, she listened to the likes of Bach, Beethoven, and Mozart while adding a flavor of Sinatra, Crosby, and even Aretha Franklin. It was the support of music in her family, their ever present love and perfect timing from the Lord above that has given her the strong desire to pursue the genre that she never thought possible, until now…


Click here and watch her performing Fever (Peggy Lee) and dare to say I'm wrong.


http://www.youtube.com/watch?v=-cxfjjqFwy0



cd play listing - At Last, Cry me a River, Fever, Crazy,What a diference a day made (bossa nova), Summertime, Lover Man, Sentimental Journey, Stormy Weather,Whatever Lola Wants, Love you didn't do right by me, You belong to me, Over the Rainbow.




Reference - Cd liner notes.


A “National Endowment for the Arts-NEA” anunciou seus novos escolhidos como mestres do Jazz. Cada indicado receberá um prêmio de $25,000 na cerimônia que ocorrerá em 12 de Janeiro de 2010 no “Frederick P. Rose Hall” inserido no espaço da “Jazz at Lincoln Center”, Nova York.
Os nomeados são os pianistas Muhal Richard Abrams, Cedar Walton (na foto) e Kenny Barron, os saxofonistas Bill Holman e Yusef Lateef, o vibrafonista Bobby Hutcherson e a vocalista Annie Ross.O produtor George Avakian receberá o prêmio “A.B. Spellman NEA Jazz Masters" pela sua atuação em prol do Jazz .


NEA Announces Jazz Masters for 2010

The National Endowment for the Arts has announced its Jazz Masters for 2010. They are pianist Muhal Richard Abrams, pianist Kenny Barron, composer-arranger-saxophonist Bill Holman, vibraphonist Bobby Hutcherson, saxophonist Yusef Lateef, vocalist Annie Ross and pianist Cedar Walton (photo). The 2010 A.B. Spellman Award for Jazz Advocacy will go to producer George Avakian.
The Jazz Masters Award includes a $25,000 grant, to be issued at an awards ceremony held Jan. 12, 2010 at Lincoln Center’s Frederick P. Rose Hall in New York City. The award is the “nation’s highest honor in jazz.” For more information visit the NEA’s official Web site.
Reference/Fonte -JazzTimes

Thursday, May 21, 2009


Sylvia Bennett—The Timeless Voice, born on may 21st 1956 has been known for her silky smooth voice, clear and bright tone and warm personality. Her newest cd “Songs from the Heart” showcases her soft, romantic side. “It’s unplugged, transparent and my soul is exposed” she says.

Bennett, herself a Grammy nominee for “Sentimental Journey” with Lionel Hampton, considers it a wonderful honor to have her voice enveloped by some of the finest musicians of our time including the three greatest sax tenors in the world:

Saxofonist Boots Randolph, who died in July, 2007, did not get to hear the finished album. His long and distinguished career spanned 40 years and included recordings with Elvis Presley, Roy Orbison, REO Speedwagon, Al Hirt and Jerry Lee Lewis. But he was best known for his own hit “Yakety Sax.”
Saxofonist Ed Calle received a 2007 Latin Grammy nomination for Best Instrumental Album. The two-time Grammy nominee can also be heard on albums by Frank Sinatra, Vicky Carr, Arturo Sandoval and Jon Secada.
Saxofonist Kirk Whalum received his eighth Grammy nomination in 2007, this time for Best Pop Instrumental Album. He has performed worldwide with such notables as Whitney Houston, Babyface, Yolanda Adams, Take 6, Bebe & Cece Winans, Barbara Streisand, Kevin Mahogany, Al Green and Luther Vandross. Smooth jazz lovers everywhere can’t get enough of Kirk Whalum.
"Songs from the Heart” percussionist, Sammy Figueroa is a two-time Grammy nominee, including a 2007 Latin Grammy nomination for Latin Jazz Album.
The acoustic recording also includes bassist Chuck Bergeron, known as co-arranger for Kevin Mahogany and for his long affiliation with the Woody Herman Big Band. On piano is Brian Murphy who has recorded and performed with Wynton Marsalis, Diana Kral and Paquito D-Rivera among many others. Drummer is Frank Derrick who toured worldwide with Cab Calloway and was drummer for “The David Letterman Show.” Producer Hal S. Batt also plays guitar on the album. He is an award winning producer and song writer who has also worked with Julio Iglesias, Sandy Patty, Shakira, “Regina Bell and Jean Carne among many others.
In addition to her recording projects, Sylvia is an international entertainer whose shows include an intimate cabaret style show to a performance with a big band. The silken voiced songstress sings in English, Spanish, and French. She has performed at two presidential inaugurations and has worked with Bob Hope, Phyllis Diller, Jerry Van Dyke, Rita Moreno, David Brenner, Jackie Mason, Dizzy Gillespie, Cab Calloway, Dick Clark, Luis Rodriguez (El Puma) and her mentor, Lionel Hampton.
Lionel Hampton described Sylvia Bennett—The Timeless Voice best when he said, “Man, the lady can sing! Her magic gets to the ears and the hearts of the audience.”
FATS WALLER, O PRIMEIRO ORGANISTA DO JAZZ.
O pianista, organista, vocalista e compositor Thomas "Fats" Waller nascido em New York no 21 de maio de 1904, tocava piano stride com sofisticação, influenciando pianistas estilisticamente diferentes como Art Tatum, Thelonious Monk, Bud Powell e Joe Zawinul.

Contam que até Basie tomou lições com Tatum. Mas o seu tempo musical mesclado com vocais humorísticos o fizeram popular para platéias que na maioria não conheciam a grandeza das suas habilidades musicais.Embora se apresentasse como uma figura cômica, Waller enquanto jovem, estudou com Leopold Godowsky e teve aulas na Juilliard School. Ele é hoje mais conhecido pelas suas composições "Honeysuckle Rose" e "Aint Misbehavin", que se tornaram populares nas interpretações de Louis Armstrong e Cab Calloway.

Waller também tem sua importância como o primeiro grande organista do jazz. Waller mostrou bastante coragem musical, quando aos 15 anos se tornou organista do Lincoln Theater, fato esse que desapontou seu pai, ministro de igreja, na esperança do filho continuar o seu caminho.

Depois estudou piano com James P. Johnson que lhe ensinou como fazer rolos para piano. As primeiras gravações foram "Muscle Shoal Blues" e "Birminham Blues", em outubro de 1922. Durante sua breve carreira colaborou com Alberta Hunter, Sidney Bechet, Jack Teagarden e Fletcher Henderson.

Nos anos trinta, Waller montou sua base em New York e viajava constantemente para a Costa Oeste e Europa. Como resultado da sua imensa popularidade, progressivamente aumentou suas excursões e gravações até os últimos anos de vida.

Ele atuou em três filmes, inclusive "Stormy Weather" tendo como parceira a jovem Lena Horne. O seu estilo pouco saudável de vida e a tensão deixada pelas dificuldades causadas pelas batalhas judiciais, o sucumbiram através de uma pneumonia, contraída num trem quando voltava a New York.

Fats Waller faleceu em dezembro de 1943 quando tinha apenas 38 anos de idade.
Fonte - Clube do Jazz

" Tudo é possível ao que crê".
O Deus do impossível realiza milagres em nossas vidas.
(Acram Isper)

No programa "Encontro com o Povo" desta quinta feira, logo mais as 19:40 (hora Manaus) ao vivo pelo Amazon Sat canal 44 (aberto) Net Canal 13 (fechado) e internet (http://www.amazonsat.com.br/ vamos conhecer os relatos do dificil retorno à vida pós-desastre, com o empresário do turismo Acram Isper ( Tio Acram) que passou, 45 dias em coma depois de um acidente de transito em Manaus..

Hoje em dia, dentre tantos motivos para a ocorrencia de desastres em nossas vidas, se destaca o avanço das novas tecnologias que tornam os veiculos de locomoção como carros, motos e barcos ainda mais acessíveis, rápidos e perigosos.

Os numeros recentes de morte por desastre de moto no Brasil são estarrecedores - 18 pessoas por dia.

Apesar das melhorias e leve queda nos indices de morte nas estradas, devido a lei seca e o aumento da vigilancia policial, os avanços precisam continuar. O que se nota é que a falta de educação no transito por parte da maioria dos condutores e pedestres, desponta como um dos fatores mais importantes para o alto indice das estatisticas em Manaus que apontam para numeros de arrepiar: "O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) divulgou um estudo que mostra uma redução pequena no número de acidentes e mortos no trânsito desde a entrada em vigor da lei seca, em 20 de junho 2008.

O levantamento reúne dados de julho e agosto de 15 capitais e os compara com o mesmo período do ano passado. Neste ano, foram 13.459 acidentes com vítimas, ante 13.672 de 2007 - uma queda de 1,5%. O número de mortes no trânsito caiu 7% - de 1.055 para 981.
Em relação à diferença com os dados divulgados anteriormente, que chegaram a apontar redução de até 50% no número de mortes.
Dentre as capitais analisadas no estudo, somente em quatro a quantidade de acidentes foi superior ao período anterior: Rio Branco (AC), Manaus (AM), Salvador (BA) e Porto Velho (RO). No entanto, o aumento em algumas cidades foi grande, o que impediu uma queda maior nos índices.

Somente em Manaus, por exemplo, houve um aumento de 73% - foram 741 acidentes em julho e agosto de 2007 e 1.284 no mesmo período deste ano".

Por trás destes numeros absurdos estão os milhares de sobreviventes, de quem quase não se fala como Tio Acram, nosso entrevistado no programa de hoje.


Conto com tua valiosa audiência.


Humberto Amorim

Apresentador

Livia Braga

Produtora

Wednesday, May 20, 2009


O bandeonista Timóteo “Dino” Saluzzi nasceu no 20 de maio de 1935 em Campo Santo na Província de Salta na Argentina, filho do famoso compositor e instrumentista “carpero” Cayetano Saluzzi.
Dino abraçou o bandoneón ainda menino. Além de seu pai, sofreu influencia de músicos como Cuchi Leguizamón e da linhagem lírica do tango de Francisco de Caro e Augustin Bardi.
Dino descreve a vivacidade de suas execuções musicais como sendo um “retorno imaginário” aos vilarejos e cidadelas de sua infância.
Começou a gravar nos anos 70 com o saxofonista Gato Barbieri. Ao longo da década excursionou pela America do Sul e Japão sempre associado a outros músicos como Mariano Mores e Enrique Mario Franchini.
Através da visibilidade do boca a boca, feita por músicos que o admiravam, foi convidado a participar de vários festivais na Europa e assinou contrato com o selo ECM. Gravou "Kultrum" com o Quarteto Rosamunde. Nos anos 80 firmou várias parcerias com músicos de jazz americanos e europeus como Charlie Haden, Tomasz Stanko,Clarlie Mariano,Palle Danielsson e Al Di Meola. que deram a ele a oportunidade para exibir seus dotes musicais ao bandoneón.


Timoteo "Dino" Saluzzi (born on May 20, 1935 in Campo Santo (Ingenio San Isidro), Salta Province) is an Argentine musician.
The son of popular carpero composer and instrumentalist Cayetano Saluzzi, Dino played the bandoneón since his childhood. Other than his father, he was influenced by Salta musicians such as Cuchi Leguizamón, and by the lyrical strain of the tango of Francisco de Caro and Agustin Bardi. Dino described the vividness of his musical sketches as "an imaginary return" to the little towns and villages of his childhood.
His record career doesn't start until the 70s, along with Gato Barbieri, whe he signed a couple of crazy lyricism albums under the name of Gaucho. Over this decade, he worked on many tours in South America and specially in Japan, but always associated to other names, as Mariano Mores or Enrique Mario Franchini.
Through word-of mouth publicity (mostly from expatriate musicians who idolized him) he was invited to several European music festivals, and landed as a contract with the prestigious ECM label. Several records have resulted, including Kultrum, a 1998 free-experimental effort with the Rosamunde Quartett. From the beginning of the 1980s onwards, there were numerous collaborations with European and American jazz musicians; many bandleaders were keen to provide a setting for Saluzzi's bandoneon. A partial list includes Charlie Haden, Tomasz Stanko, Charlie Mariano, Palle Danielsson, and Al Di Meola.
ECM brought Saluzzi together with Charlie Haden, Palle Mikkelborg and Pierre Favre for Once Upon A Time ... Far Away In The South, and subsequently with Enrico Rava for Volver.
Anja Lechner and Dino have toured widely as a duo, too and US jazz magazine "Down Beat" declares the album "Ojos Negros" that they recorded together, album of the year (best of 2007 list).


Fonte - Wikipédia

Tradução - Humberto Amorim
RUFUS HARLEY, A GAITA ESCOCESA NO JAZZ.
Rufus Harley, “o primeiro musico no mundo a usar a gaita de fole escocesa no jazz”, nasceu no 20 de maio de 1936 em Raleigh, N.C. mas cresceu nos subúrbios da Philadelphia. Começou tocando saxofone e trompete com a idade de 12 anos, e integrava a banda de musica da escola. Profissionalmente se apresentou pela primeira vez na banda de Mickey Collin quando tinha 18 anos em um clube de jazz da cidade.
Seu interesse pela gaita de fole escocesa nasceu ao assistir, durante o funeral do Presidente John F. Kennedy em Novembro de 1963, a apresentação da Black Watch Scottish Marching Band ( Infantaria Escocesa de Gaiteiros ) no desfile fúnebre. Tentou reproduzir os sons da gaita de fole nos instrumentos que dominava e não conseguiu. Resolveu então, comprar uma gaita escocesa numa loja de penhores; após alguns meses de pratica, começou a se apresentar, tocando gaita de fole em um clube noturno da cidade.
Seu enorme talento tornou o instrumento em muito mais do que uma curiosidade em suas mãos. A aceitação publica foi tamanha que resultou na gravação de quatro discos inclusive o “Bagpipe Blues”. Partiu então para adaptar o instrumento à diferentes gêneros de musica com base no improviso como o hard bop, soul jazz e o spiritual jazz- funk. Sua obra-prima “Re-Creation of the Gods” foi gravada em 1972.
Durante a carreira viajou extensivamente pelos Estados Unidos e Europa, apresentou-se em vários shows de televisão, participou de alguns filmes, se apresentando, sempre com o traje típico dos escoceses com o famoso “kilt” e a gaita de fole. Em 1998 voltou para o estúdio e gravou o álbum ”Brotherly Love”, ultimo trabalho foi o cd “Sustain” de 2005.
Rufus Harley faleceu em Agosto de 2006.
Rufus Harley, “the world’s first jazz bagpiper”, was born on May 20, 1936 near Raleigh, N.C. His lifelong interest in bagpipes started on November 22 1963 when he watched the Scottish infantry bagpipers; the Black Watch play at President Kennedy’s funeral. He was greatly moved by the mournful sound of the instrument but failed to recreate it on the different reed instruments he was familiar with. He called around and was unable to locate a set of bagpipes until he found one, during a New York City visit, at a pawnshop and several months later he started playing it at a night club in West Philadelphia called Squeaky’s. His immense musical talent made the unwieldy instrument much more than a curiosity in his hands.
He recorded four albums as a leader for Atlantic including his debut Bagpipe Blues. Over the course of those four records and several appearances as side musician he adapted the bagpipes to different genres of improvisational music starting with hard bop and soul jazz and moving towards more spiritual jazz- funk. His masterpiece Re-Creation of the Gods was recorded in 1972. Throughout his life he continued to perform regularly in Philadelphia clubs, appear on TV shows and films and tour both the US and Europe. During his European tours. He often performed dressed in Scottish garb.
In 1998 he returned to recording studio for Brotherly Love and his last album Sustain was released in 2005. He died in Philadelphia on August 1, 2006.
Reference/Fonte -AAJ
Tradução - Humberto Amorim

Tuesday, May 19, 2009

JOHNNY ALF, RAPAZ DE BEM
Alfredo José da Silva, o grande Johnny Alf, nasceu no Rio de Janeiro em 19 de Maio de 1929. Seu pai, cabo do Exercito, morreu em 1932 e a mãe foi trabalhar na casa de uma família, que o criou e custeou seus estudos. Começou a aprender piano clássico aos nove anos, com Geni Borges, amiga da família, logo demonstrando interesse por compositores do cinema norte-americano, como George Gershwin e Cole Porter.
Pelos 14 anos, formou um conjunto com amigos em Vila Isabel, indo tocar nos fins de semana na Praça Sete, do Andaraí. Cursou ate o segundo ano do Colégio Pedro II, onde entrou em contato com o pessoal do Instituto Brasil-Estados Unidos, que o convidou para participar de um grupo artístico.
Por sugestão de uma amiga norte-americana, adotou o pseudônimo de Johnny Alf, quando de sua apresentação no programa de jazz de Paulo Santos, na Radio MEC Trabalhou no escritório de contabilidade da Estrada de Ferro Leopoldina, onde aproveitava os momentos livres no horário de serviço para escrever musica.
Com o grupo do Instituto Brasil-Estados Unidos fundou um clube para promoção e intercâmbio de musica brasileira e norte-americana, que realizava sessões semanais para analisar orquestrações, solos etc., alem de apresentar filmes, shows, concertos de jazz, entre outras atividades.
Quando Dick Farney, já profissional e recém-chegado dos States, ingressou no grupo em 1949, o clube passou a chamar-se Sinatra-Farney Fan Club, tendo entre seus sócios Tom Jobim, Nora Ney e Luís Bonfá, entre outros, ainda principiantes. Na época, tocava durante a noite no clube e pela manha assumia seu posto de cabo no Exercito. Através de Dick Farney e Nora Ney foi contratado em 1952 como pianista da recém-inaugurada Cantina do César, de propriedade do radialista e apresentador César de Alencar, dando inicio a sua carreira profissional.
Ali a atriz Mary Gonçalves, que tinha sido Rainha do Radio em 1952 e ia lançar-se como cantora, escolheu três composições suas, "Estamos Sós", "O Que é Amar" e "Escuta" para incluir no seu LP "Convite ao Romance".
Em seguida foi convidado para integrar como pianista o conjunto que o violonista Fafá Lemos formou para tocar na boate Monte Carlo. Nessa época, a convite do produtor Ramalho Neto, gravou na Sinter seu primeiro disco, um 78 rpm com musica instrumental (piano, contrabaixo e violão) de influencia jazzística, com "Falsete", de sua autoria, e "De Cigarro em Cigarro" (de Luís Bonfá).
Em 1955 foi para São Paulo SP, onde tocou na boate Baiuca e no bar Michel, neste ultimo com os então iniciantes Paulinho Nogueira, Sabá e Luís Chaves. De passagem pelo Rio de Janeiro, no mesmo ano gravou na Copacabana o primeiro 78 rpm importante de sua carreira, com "Rapaz de bem" e "O tempo e o Vento", também de sua autoria.
Seis anos depois gravou na RCA seu primeiro LP, "Rapaz de Bem", que incluía, entre outras, Ilusão à toa, que também se tornou um grande êxito. Ainda em 1961, recebeu convite do compositor Chico Feitosa para tocar no Carnegie Hall, em New York, EUA, mas não viajou, permanecendo em São Paulo.
A partir de 1965 realizou varias apresentações no interior de São Paulo. Foi também professor de musica do Conservatório Meireles, de São Paulo. Em 1967 participou do III FMPB, da TV Record, de São Paulo, com a musica "Eu e a Brisa", interpretada pela cantora Márcia. A composição foi desclassificada nas eliminatórias, convertendo-se porém, um mês depois, num dos maiores sucessos de sua carreira.
Sua composição "Rapaz de Bem" foi gravada, no exterior, por Lalo Schifrin.
Hoje em dia, com a saúde abalada, mora em uma casa de repouso para idosos na cidade de São Paulo.
Johnny Alf is one of the former Brazilian composers to fuse Jazz into Brazilian music. His strong Jazz accent made him be honored as one of Bossa Nova founders, although he never received the correct credits and recognition by the mainstream.
Alf is the Master of the altered chords and complex harmonies. Tom Jobim and Oscar de Castro Neves, for instance, were always close to the first Johnny Alf "gigs" in Rio de Janeiro to learn his new style of playing."Ele é Johnny Alf " is one of his best albums with a collection of such great standards and delicious jazz swinging sambas and Alf classics.
Today, he lives at a private rest home for the elderly in the outskirts of São Paulo.
Fonte - Enciclopédia da Música Brasileira. Art Editora e PubliFolha


Programa "Momentos de Jazz" da Rádio Amazonas FM , 101,5 recebe homenagem na Camara Municipal de Manaus (18 de maio de 2009).

MANAUS – O programa "Momentos de Jazz" da Rádio Amazonas FM foi homenageado no dia 28 de abril de 2009 pelo vereador Elias Emanuel (PSB) na Câmara Municipal de Manaus (CMM).


O parlamentar parabenizou o programa pelos seus 14 anos de existência. O programa é apresentado pelo jornalista Humberto Amorim, considerado um dos maiores conhecedores do mundo do Jazz.Para o colegiado da Câmara, o programa além da aceitação e da audiência eleva a cultura e informação no gênero.

Para o vereador, o “Momentos de Jazz” foi visto por muito tempo como um programa elitista, mas que ao longo do tempo tornou-se uma referência nesse segmento musical .


O caboclo amazonense costuma ouvir vários estilos de música, sendo que a criatividade de criar programas diversificados, no sentido de atender todos os gostos, Foi um grande desafio que deu certo, daí a razão do sucesso deste referido programa, afirmou o vereador Elias Emanuel.


O parlamentar estendeu a homenagem a todos que direta e indiretamente participam do programa e em especial ao apresentador Humberto Amorim.

Fonte: PortalAmazonia
NILTON SANTOS, ROMANTISMO E CATEGORIA BOTAFOGUENSE.

O maior lateral-esquerdo da história do futebol brasileiro, Nilton Santos, chega aos 82 anos com saúde, feliz por trabalhar no clube do seu coração, apesar de não ter a polpuda conta bancária dos craques da atualidade. Para ele, o amor ao Botafogo era o mais importante, tanto é que nos seus 16 anos de clube chegou a assinar três contratos em branco, algo impensável nos dias de hoje.

Em toda a sua carreira defendeu apenas o time da estrela solitária. Estreou no dia 21 de março de 1948, num jogo em que o alvinegro carioca perdeu para o América mineiro por 2 a 1. A última partida foi no dia 16 de dezembro de 1964, ocasião em que derrotou o Bahia pelo placar mínimo.

Nilton Santos é o recordista de partidas pelo Botafogo. Todavia, as informações de várias fontes pesquisadas são conflitantes e variam de 718 a 743 jogos, com 11 gols marcados. De qualquer maneira, é um número bastante expressivo, pois supera os 700 jogos. Pela seleção brasileira atuou em 85 jogos e marcou 3 gols.

Entre os 26 títulos que conquistou em sua carreira, destacam-se os quatro campeonatos cariocas (1948, 1957, 1961/62), Rio-São Paulo (1962 e 1964) e o bicampeonato pela seleção brasileira, em 1958/62. Sua estréia com a camisa canarinho aconteceu no dia 17 de abril de 1949, ocasião em que o Brasil goleou a Colômbia por 5 a 0.


O lateral bicampeão do mundo ganhou o apelido de "Enciclopédia do Futebol" por causa da categoria do seu futebol, de sua aguçada visão de jogo, ótimo senso de cobertura e passes perfeitos. Foi o primeiro atleta da posição no país que ousou avançar ao ataque exercendo a função que hoje pertence aos alas.

Quando chegou ao clube, em 1948, foi apresentado ao técnico Zezé Moreira, que o colocou para treinar como zagueiro. Pouco tempo depois foi convocado para a seleção brasileira que venceu o Campeonato Sul-Americano e para a Copa de 50. Ficou na reserva, mas aproveitou para conhecer de perto como era o ambiente de uma seleção.

Quem comandava o escrete canarinho naqueles anos era o treinador Flávio Costa, criador da "Diagonal", um esquema variante do WM. O respeitado técnico ao ver a chuteira que Nilton Santos usava, mais mole, macia, foi logo esbravejando: "zagueiro precisa jogar com chuteira de bico duro e evitar dribles". Para espanto dos que presenciaram a cena, Nilton Santos retrucou: "eu não dou bico na bola, ela sempre me obedece, faz o que eu quero... eu não tenho raiva dela", disse o craque, para irritação do "professor Flávio".

Mas, o futuro brilhante de Nilton Santos no futebol brasileiro parecia estar mesmo traçado, conforme previu o carismático presidente botafoguense, Carlito Rocha, assim que o viu treinar pela primeira vez: "você vai ser grande... vai chegar a campeão do mundo". E não é que estava certo? Nilton Santos tornou-se titular em 1952, no Pan-Americano disputado no Chile, ocasião em que o Brasil ganhou seu primeiro título fora do país.

De lá para cá a história é conhecida. A "Enciclopédia do Futebol" disputou as Copas de 1954/58/62 e foi bicampeão mundial jogando ao lado do seu compadre Mané Garrincha, além de Didi, Amarildo (na Copa de 62), Zagallo - todos do Botafogo, e de outros craques inesquecíveis dos anos dourados do futebol brasileiro, como Gilmar, Djalma Santos, Belini, Mauro, Orlando, Zito, Mazola e, é claro, o rei do futebol que despontava: Pelé.


Nota do Blog -Saiba um pouco mais da vida de Nilton Santos, em um livro não só para os amantes do futebol e do Botafogo, e sim sobre a história do Futebol Brasileiro e principalmente "dele": Nilton Santos - A Enciclopédia do Futebol

Livro -Minha Bola, Minha Vida (Nilton Santos Biografia) - 248 páginas -ISBN

Fonte - Universidade do Futebol

Tom Scott, born on may 19, 1948, is a renowned composer, arranger, producer, musical director and saxophonist. He has twenty-five solo recordings to his credit and for these efforts has earned twelve Grammy nominations and two Grammy Awards. His career achievements include composing film scores, among them Conquest of the Planet of the Apes, Uptown Saturday Night, Stir Crazy, Hanky Panky, The Sure Thing, Just One Of The Guys, Soul Man, and Shakes the Clown. His television composing and conducting credits include the themes for "Family Ties", "Starsky & Hutch", "Square Pegs", the "Academy Awards", the "Emmy Awards", the "People’s Choice Awards", "Comic Relief", the "Carol Burnett Show", the "Pat Sajak Show", and background scores for "Baretta," "Cannon", "Barnaby Jones," "Streets Of San Francisco," "National Geographic Explorer," numerous T.V. Specials and Network Movies. He has served as Musical Director for Joni Mitchell, George Harrison, Olivia Newton-John, the GRP All-Star Big Band and has toured five continents as leader of his own group.
Tom’s career as a special guest artist spans more than 500 recordings--by such diverse artists as Michael Jackson, Barbra Streisand, Quincy Jones, Thelonius Monk, Pink Floyd, Frank Sinatra, Aretha Franklin and Elton John. He has received much acclaim for his contributions as a player and arranger-on Joni Mitchell’s Court And Spark , Steely Dan’s Aja; hit singles like Carole King’s Jazzman, Paul McCartney’s Listen To What The Man Said, Rod Stewart’s Do You Think I’m Sexy, Blondie’s Rapture, Captain & Tenille’s Do That To Me One More Time, Whitney Houston’s Saving All My Love For You; and on movie soundtracks such as Taxi Driver, Bladerunner, Heaven Can Wait, Sea Of Love, All Of Me, Who Framed Roger Rabbit? , Small Soldiers, and Toy Story 2.
Scott's early professional career included straight ahead jazz dates with Don Ellis' big band and pianist Roger Kellaway's quartet, and he made his recording debut with both units in 1966. The next year, while playing in Los Angeles with Oliver Nelson's big band, Scott was discovered by Impulse! Records producer Bob Thiele, who signed the young sax talent and released Honeysuckle Breeze in 1967 and Rural Still Life.

One of his most popular endeavors was the Los Angeles based mid-70s jazz funk band LA Express, which featured Joe Sample and Larry Carlton. This first incarnation released two albums in 1974-75, Tom Scott and the LA Express (post photo) and Tom Cat.

Over two decades later, in 1996, Scott reformed the band, with blues guitarist Robben Ford for the well received Bluestreak. His 24th solo album "New Found Freedom" was released on October 22, 2002.
Tom is currently involved in numerous projects including the Symphonic Jazz Orchestra and recently produced and penned numerous arrangements for the second Daniel Rodriguez CD "From My Heart" for EMI. You can also catch Tom on DVD in "Standing In the Shadows of Motown" and "Concert for George".
Fonte/Reference - Tom Scott's Website

Monday, May 18, 2009

BIG JOE TURNER, THE BOSS OF THE BLUES.

Big Joe Turner, nasceu no 18 de maio de 1911 com o nome de Joseph Vernon Turner em Kansas City, Mis., com um corpo grande e obeso e uma voz volumosa e ressonante, cantava sem precisar de um microfone. Era um dos originais "shouters" - gritadores - estilo que renderia seguidores como Little Richard, Arthur Alexander e vários outros, duas décadas depois de seu auge.
Turner, aos 15 anos de idade, começou a freqüentar o Backbiter's Club, onde assistia aos músicos que admirava: Count Basie, Mary Lou Williams, Lester Young e toda aquela geração de grandes. Um dia tomou coragem e pediu a Pete Johnson, um pianista de boogie-woogie, que o deixasse cantar. Johnson gostou do que ouviu e passaram a formar uma dupla. Era 1929 e Turner tinha apenas 18 anos.
Em 1936, conheceram John Hammond. Assim, Joe Turner foi imediatamente convidado a se apresentar no Carnegie Hall, em Nova York, no espetáculo de Hammond, “From Spirituals To Swing”, o primeiro show montado para um público branco a tentar apresentar a música negra como uma expressão artística e cultural legítima nos Estados Unidos. Hammond procurava Robert Johnson mas acabaria por descobrir que este havia morrido. Joe Turner e Pete Johnson se apresentaram então no Carnegie Hall para a elite branca nova-iorquina, na véspera de Natal de 1938.
A apresentação rendeu um convite para gravarem para a Vocalion Records, "Goin' Away Blues/Roll 'Em Pete". Entre seus primeiros clássicos estão "Joe Turner's Blues," "Beale Street Blues", "Piney Brown Blues", "Wee Baby Blues", "Rock Me, Mama", "Corrine, Corrine", "Nobody In Mind", e "I Got Love For Sale".
Em abril de 1951, Big Joe Turner foi convidado a cantar com seu herói de infância, Count Basie, no notório Apollo Theater, no Harlem. Seu primeiro sucesso foi, "Chains Of Love", chegou a nº 2 e permaneceu entre os Top 100 por seis meses. Seus outros sucessos seriam "Honey Hush", "Sweet Sixteen" e "TV Mama". Mas foi em 1954, já aos 42 anos de idade, que ele gravaria a canção pela qual sempre será lembrado, "Shake, Rattle And Roll". A canção, escrita especialmente para ele por Jesse Stone, sob o pseudônimo de Charles E. Calhoun, foi gravada em 9 de fevereiro daquele ano e lançada em abril.
Ele regravou "Corrine, Corrine", que seria a única gravação sua a freqüentar não só as paradas de r&b como também a de pop, e se apresentou no filme "Shake, Rattle And Rock" em 1956, cantando o que se tornou o grande hit de Bill Haley & The Comets naquele mesmo ano.
Em 1985, com complicações no fígado, Big Joe Turner morreu sem deixar herdeiros.
The premier blues shouter of the postwar era, Big Joe Turner's roar could rattle the very foundation of any gin joint he sang within -- and that's without a microphone. Turner was a resilient figure in the history of blues -- he effortlessly spanned boogie-woogie, jump blues, even the first wave of rock & roll, enjoying great success in each genre.

Turner, whose powerful physique certainly matched his vocal might, was a product of the swinging, wide-open Kansas City scene. On December 23, 1938, he appeared on the fabled Spirituals to Swing concert at Carnegie Hall on a bill with Big Bill Broonzy, Sonny Terry, the Golden Gate Quartet, and Count Basie. Turner and Johnson performed "Low Down Dog" and "It's All Right, Baby" on the historic show, kicking off a boogie-woogie craze that landed them a long-running slot at the Cafe Society (along with piano giants Meade Lux Lewis and Albert Ammons).


At Turner's first Atlantic date in April of 1951, he imparted a gorgeously world-weary reading to the moving blues ballad "Chains of Love" (co-penned by Ertegun and pianist Harry Van Walls) that restored him to the uppermost reaches of the R&B charts. From there, the hits came in droves: "Chill Is On," "Sweet Sixteen" (yeah, the same downbeat blues B.B. King's usually associated with; Turner did it first), and "Don't You Cry" were all done in New York, and all hit big.


Prolific Atlantic house writer Jesse Stone was the source of Turner's biggest smash of all, "Shake, Rattle and Roll," which proved his second chart-topper in 1954. With the Atlantic braintrust reportedly chiming in on the chorus behind Turner's rumbling lead, the song sported enough pop possibilities to merit a considerably cleaned-up cover by Bill Haley & the Comets (and a subsequent version by Elvis Presley that came a lot closer to the original leering intent).

Suddenly, at the age of 43, Turner was a rock star. His jumping follow-ups -- "Well All Right," "Flip Flop and Fly," "Hide and Seek," "Morning, Noon and Night," "The Chicken and the Hawk" -- all mined the same good-time groove as "Shake, Rattle and Roll," with crisp backing from New York's top session aces and typically superb production by Ertegun and Jerry Wexler.


Updating the pre-war number "Corrine Corrina" was an inspired notion that provided Turner with another massive seller in 1956. But after the two-sided hit "Rock a While"/"Lipstick Powder and Paint" later that year, his Atlantic output swiftly faded from commercial acceptance.

They called him the Boss of the Blues, and the appellation was truly a fitting one: when Turner shouted a lyric, you were definitely at his beck and call.
Fonte/Reference - Wikipédia
Tradução - Humberto Amorim
KAI WINDING, O TROMBONE DE VARA DO BEBOP.
O jazzista Kai Chresten Winding nasceu no 18 de maio de 1922 em Aarhaus na Dinamarca. Foi um dos mais talentosos trombonistas de jazz e seu nome consta entre os pioneiros da musica be-bop.
Iniciou a carreira tocando na banda de Shorty Allen, em seguida com Sonny Durham e Alvino Rey. Depois da II Guerra Mundial trabalhou nas orquestra de Benny Goodman e Stan Kenton. Aliou-se para gravar com relativa freqüência com os grandes nomes do do be-bop ou “novo jazz”, inclusive teve participação no grupo que gravou com Miles Davis o famoso álbum “The Birth of the Cool”.
Mas, somente a partir da parceria musical que manteve com J.J. Johnson, outro grande trombonista de jazz, é que começou a experimentar grande sucesso e fama. O disco Jay & Kay (Savoy) é o resultado mais marcante deste famoso duo.
Integrou a comitiva dos “Giants of Jazz” que excursionou pelo mundo promovendo o gênero jazz e freqüentemente dividiu o palco com Dizzy Gillespie, Sonny Stitt, Art Blakey e Thelonious Monk entre tantos outros.

Faleceu em Nova York em 1983.

Trombonist Kai Chresten Winding (pronounced ki-win-ding) was born on May 18th, 1922 in Aarhaus,Denmark and was one of the founding fathers of be-bop music and truly one of the finest-ever jazz trombonists.
As a sideman to bop’s reigning kings – Fats Navarro, Miles Davis, Charlie Parker, Dizzy Gillespie and Tadd Dameron – he was more a bridesmaid than a bride.He came to the United States with his family in 1934. In 1940, he made his professional debut as trombonist with Shorty Allen’s band. He played with the bands of Sonny Dunham and Alvino Rey before joining the U.S. Coast Guard during World War II. After becoming a civilian in 1945, he worked with Benny Goodman’s highly popular band and moved onto Stan Kenton’s orchestra, where he helped defined the brassy Kenton sound and, quickly became a featured soloist. Thereafter, he hooked himself up with a number of emerging stars of be-bop, the “new jazz,” and recorded prolifically – most notably, as part of one of the nonets featured on the historic "The Birth of the Cool" (Capitol/1949).
Winding recorded and performed prolifically during the 1950s, behind a number of significant and popular soloists such as Sonny Stitt, Billy Eckstein, Neal Hefti, Woody Herman, Chris Connor, Sylvia Syms.
Still, the trombone was considered an unusual instrument to lead a combo. So it was with prescient oddity that in 1954, producer Ozzie Cadena proposed the marriage of two trombones – Winding’s quick-witted mellifluousness with fellow trombonist J.J. Johnson’s hard-edged angularity. The two leaders clicked together musically right away (check out Savoy's JAY & KAI) and, surprisingly, became a hugely popular club attraction and critical favorite. Jay and Kai - or “Kai and Jay” or “J.J. & K” or “J & K” or any other of a number of other combinations - was born.
By the early 1970s, Kai Winding toured extensively with The Giants Of Jazz, featuring such old comrades as Dizzy Gillespie and Sonny Stitt and legendary masters Thelonius Monk and Art Blakey. He was also caught on a series of records which captured the 1972 Newport in New York Festival, reuniting with such early cohorts as Billy Eckstein, Flip Phillips and Zoot Sims.

Unfortunately, after a long and artistically fulfilling career, Kai Winding succumbed to a brain tumor in a New York hospital on May 6, 1983, just shy of his 61st birthday.


Reference/Fonte - Wikipedia

Tradução - Humberto Amorim

Sunday, May 17, 2009

MOMENTOS DE JAZZ PARA SINATRA.


Sinatrófilos(as),

Logo mais a partir das 20h00 (de Manaus) pelas ondas da nossa Radio Amazonas Jazz FM 101,5 (http://www.amazonasfm.com.br/) no programa "Momentos de Jazz" iremos prestar tributo ao grande cantor Frank Sinatra que saiu de cena no 14 de maio de 1998. Seus famosos olhos azuis jamais serão esquecidos, nem a sua sofisticação do jazz e do blues quando brilhava nos palcos. Desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras artistica com indicações ao Oscar e Globo de Ouro. Apelidado de "A VOZ" Sinatra é considerado um dos maiores intérpretes do seculo XX.

Escolhemos para iniciar a audição, o recente registro do saxofonista Joe Temperley no cd "The Sinatra Songbook" que faz leitura elaborada dos clássicos do Great American Songbook, assinados por Sinatra, com um sotaque puramente jazzistico.

Em seguida desfrutaremos outro classico cd tributo à Sinatra desta vez do veterano trompetista de jazz Ruby Braff intitulado "Very Sinatra". Ruby se declarava apaixonado pela melodia da musica, afirmando no liner notes que aproveitou-se da homenagem para ter uma boa desculpa para se transportar de volta ao mundo construido por Sinatra e do qual todos fizemos parte de uma ou de outra forma.

O mestre do Great American Songbook Michael Feinstein no seu recente cd "The Sinatra Project" faz um diferencial importante. Homenageia o senhor das canções com musicas que ele jamais gravou (Begin the Beguine de Cole Porter e The Same Hello,The Same Good Bye de Alan Bergman), cantou nos palcos sem gravar ou gravou apenas uma vez. Sem igual!!

Fecharemos o programa de forma inédita com a audição do novo disco de Sinatra "Frank Sinatra - Live at the Meadowlands" lançado no ultimo dia 5 de maio pela Sinatra Enterprises nos Estados Unidos somente.

IMPORTANTE: Iremos colher participações dos ouvintes pelo telefone do estúdio -92 - 3216-5504 - até domingo 7 de junho, quando o programa mudará de horário, do meio dia as duas da tarde, e então faremos a entrega deste novo disco do Sinatra para o ouvinte contemplado pelo sorteio.


Conto com tua valiosa e inestimável audiência.

Humberto Amorim

Sinatrófilo