Sunday, August 09, 2009

BILL HENDERSON,BEAUTIFUL MEMORY


Como uma pessoa que foi considerada o definitivo vocalista hard-bop, cujas atuações incluem trabalhos com astros como Art Blakey, Horace Silver, Count Basie, Oscar Peterson e Charlie Haden, em cujo disco “The Art Of the Song” de 1999 atua alternadamente com Shirley Horn; que frequentemente é mencionado dentro do mesmo patamar dos seus contemporâneos Ernie Andrews, Oscar Brown Jr. e Johnny Hartman, permanece pouco apreciado?.


Fora do alcance dos radares está Bill Henderson, mas seus fãs são frequentemente surpreendidos com sua reaparição.Marcadamente ativo, na idade de 82 anos, soando cada nota com a robustez que utilizou em sua vibrante passagem pelo selo Vee-Jay, no período de 1958 a 1961, como seu solista, e no seu sucesso de vendas, em 1963, pela Verve, álbum que tinha o seu nome, atuando com o trio de Oscar Peterson.


Isto fica demonstrado no álbum lançado com sua atuação no VIC em Santa Monica em Março de 2007.Os fãs do início da carreira de Henderson reconhecerão que o apropriadamente intitulado “Beautiful Memories” representa uma prazeirosa caminhada na linha de memória. Ainda que as canções sejam praticamente as mesmas, com ecléticas adições de “Never Make Your Move” de B.B.King e “Sorry Seems To Be The Hardest Word” de Elton John, os arranjos são inovadores e as reinterpretações de Herderson são inventivas.


Permanecem com seu vigor irresistível, que rivaliza com seu companheiro octagenário, Jon Hendricks.Faixas:All the Things You Are;Never Make Your Move;You Are My Sunshine;Royal Garden Blues;Sleepin Bee;The Moon Was Yellow;Sorry Seems to Be the Hardest; Word ;The Song Is You;Old Black Magic;Never Kiss and Run;Living Without You;Tulip or Turnip


Músicos: Bill Henderson(vocal); Tateng Katindig (piano);Chris Conner (baixo);Roy McCurdy (bateria).


Fonte :JazzTimes / Christopher Loudon

Click para curtir sua musica com o Oscar Peterson Trio.

http://www.youtube.com/watch?v=WujIREamWdI

Nota do Blogger - Um dos high points da carreira de Bill Henderson foi o CD "Bill Henderson with the Oscar Peterson Trio". Vale a pena conferir aleitura primorosa que ele fez de "All or Nothing at All, "I've Got a Crush on You", "Gravy Waltz." e "The Folks Who Live on The Hill". A must have.

Saturday, August 08, 2009

BENNY CARTER, MR. ALL THAT JAZZ



O saxofonista de jazz e compositor Benny Carter nasceu no 8 de Agosto de 1907, em Nova York. Foi sem duvida alguma, uma sas maiores expressões do genero jazz e escreveu com seu inigualável talento musical, uma das mais belas páginas desta forma de arte americana que se tornou fenomeno mundial.
Para entende-lo melhor e admira-lo mais ainda, é preciso degustar a sua musica tranquilamente. Recomendo pois, os dois discos (fotos) acima, para que os aficionados por sua musica e os novos admiradores possam, como eu, na data de hoje, se inebriarem com o seu inestimável legado musical na companhia de dois masters como ele: Oscar Peterson e Phil Woods. Boa audição!
Obrigado por tudo Benny, and all that jazz, onde quer que você esteja.
Click para ve-lo com a Orquestra de Caount Basie
For over six decades, Benny Carter, born August 8,1907, in NYC, occupied a unique place in American music. As Duke Ellington once wrote: "The problem of expressing the contributions that Benny Carter has made to popular music is so tremendous it completely fazes me, so extraordinary a musician is he."
As a soloist, Carter, along with Johnny Hodges, was the model for swing era alto saxophonists. He is nearly unique in his ability to double on trumpet, which he plays in an equally distinctive style. In addition, he is an accomplished clarinetist, and has recorded proficiently on piano and trombone. As an arranger, he helped chart the course of big band jazz, and his compositions, such as "When Lights Are Low" and "Blues In My Heart," "All That Jazz" have become jazz standards. Carter has also made major musical contributions to the world of film and television. His musicianship and personality have won him the respect of fellow artists and audiences on every continent.
Carter received his first music lessons on piano from his mother. He was attracted to the trumpet through his cousin, the legendary Cuban Bennett, and a neighbor, the great Ellington brass man Bubber Miley. Carter saved for months to buy a trumpet but, failing to master it over the weekend, he exchanged it for a C-melody saxophone. Frankie Trumbauer was an early inspiration to the young Benny, who was largely self-taught. By age fifteen, Carter was already sitting in at Harlem night spots.
Fonte - AAJ
Tradução - Humberto Amorim

Friday, August 07, 2009


O cantor e compositor brasileiro Caetano Veloso nasceu na Bahia, no 7 de agosto de 1942, é o quinto dos oito filhos de José Teles Velloso (Seu Zezinho), funcionário público dos Correios e Claudionor Viana Teles Velloso (Dona Canô), . Ele escolheu o nome da irmã, inspirado em uma canção famosa da época na voz do cantor Nelson Gonçalves, Maria Bethania, do compositor Capiba. Na infância, foi fortemente influenciado por arte,musica,desenho e pintura.


As maiores influências musicais desta época foram alguns cantores em voga na época, como o rei do baião Luiz Gonzaga, e músicas de maior apelo regional, como sambas de roda e pontos de macumba. Em 1956 freqüentou o auditório da Rádio Nacional, na capital fluminense, que contava com apresentações dos maiores ídolos musicais brasileiros. Em 1960 mudou-se para Salvador, onde aprendeu a tocar violão. Apresentou-se em bares e casas noturnas de espetáculos. Nesta época, o interesse por música se intensificou. Cedo na carreira retirou um "l" de seu nome, optando por Caetano Veloso.


Iniciou a carreira interpretando canções de bossa nova. Recebendo a influência de João Gilberto, um dos ícones e fundadores do movimento, em seguida ajudou a criar um estilo musical que ficou conhecido como MPB (música popular brasileira), deslocando o melodia pop na direção de um ativismo político e de conscientização social. O nome ficou então associado ao movimentohippie do final dos anos 60 e às canções do movimento da Tropicalia. Trabalhou como critico cinematográfico no jornal Diário de Notícias, dirigido pelo diretor e conterrâneo Glauber Rocha. A obra adquiriu um contorno pesadamente engajado e intelectualista e o artista firmava-se sendo respeitado e ouvido pela mídia e pela crítica especializada.

Participou na juventude de espetáculos semi-amadores ao lado de Tom Zé, da irmã Maria Bethânia e do parceiro Gilberto Gil, integrando o elenco de Nós por exemplo, Mora na filosofia e Nova bossa velha, velha bossa nova em 1964. O primeiro trabalho musical foi uma trilha sonora para a peça Teatral Boca de Ouro, do escritor Nelson Rodrigues, do qual Bethânia participou em 1963, e também escreveu a trilha da peça A exceção e a regra, do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, dirigido por Álvaro Guimarães, na mesma época em que ingressou na Faculdade de Filosofia da Universidade federal da Bahia.


Foi lançado no cenário musical nacional pela irmã, a já reconhecida cantora Maria Bethânia, que gravou uma canção da autoria no primeiro disco, Sol negro, um dueto com Gal Costa, as cantoras que mais gravaram músicas da autoria. Em 1965, lançou o primeiro compacto, com as canções Cavaleiro e Samba em Paz, ambas de sua autoria, pela RCA, que posteriormente transformou-se em BMG (atualmente Sony BMG), participando também do musical Arena canta Bahia (ao lado de Gal, Gil, Bethânia e Tom Zé), dirigido por Augusto Boal e apresentado no TBC (São Paulo). Teve músicas inclusas na trilha do curta-metragem Viramundo, dirigido por Geraldo Sarno.
O primeiro LP gravado, em parceria com Gal Costa, foi Domingo (1067), produzido por Dori Caymmi, foi lançado pela gravadora Philips, que posteriormente transformou-se em Polygram (atualmente Universal Music), que lançaria quase todos os discos. Domingo contou com uma sonoridade totalmente bossa-novista, e a ele pertence o primeiro êxito popular da carreira, a canção Coração vagabundo. Mesmo não tendo sido um estrondoso sucesso, garantiu um bom reconhecimento à dupla e foi muito aclamado pelo meio musical da época, como Elis Regina , Wanda Sá, o próprio Dori Caymmi e Edu Lobo, marcando a estréia de ambos nessa gravadora, a convite do então diretor artístico João Araújo. A canção Um dia, no repertório deste, recebeu o prêmio de melhor letra no II Festival de Musica Popular Brasileira da TV Record.


A canção Alegria, Alegria, que fez parte do repertório do primeiro LP individual, Caetano Veloso (janeiro de 1968), que trouxe canções como Alegria alegria, No dia em que vim-me embora, a antológica Tropicália, Soy loco por ti América e Superbacana, e também lançada em compacto simples, ao som de guitarras elétricas do grupo argentino Beat Boys, enlouqueceu o terceiro Festival de Música Popular Brasileira (TV Record, outubro de 1967), juntamente com Gilberto Gil, que interpretou Domingo no Parque, classificadas respectivamente em quarto e segundo lugar. Era o início do Tropicalismo, movimento este que representou uma grande efervescência na MPB.
Este marco foi realizado pelo lançamento do álbum Tropicália ou Panis et Circensis (julho de 1968), disco coletivo que contou com as participações de outros nomes consagrados do movimento, como Nara Leão, Torquato Neto, Rogério Duprat, Capinam, Tom Zé, Gil e Gal. Ficou associada a este contexto a canção É Proibido Proibir, da sua autoria (mesmo compacto que incluía a canção Torno a repetir, de domínio público), que ocasionou um dos muitos episódios antológicos da eliminatória do 3º Festival Internacional da Canção (TV Globo), no Teatro da Universidade Católica. Vestido com roupa de plástico, ele lança de improviso um histórico discurso contra a platéia e o júri. Vocês não estão entendendo nada!, grita. A canção é desclassificada, mas também foi lançada em compacto simples. Em novembro, Gal defende sua canção Divino maravilhoso, parceria sua com Gil, no mesmo musical onde participou defendendo a canção Queremos Guerra.


Caetano lançou um compacto duplo que continha a gravação do samba A voz do morto que foi censurado, com isso o LP foi recolhido das lojas.
Caetano Veloso e Jorge Mautner foram os primeiros andróginos da Música Popular Brasileira. Em seu primeiro show na volta ao Brasil, em 1972, Caetano encarava o público de brincos de argolas, tamancos, batom e tomara-que-caia. Caetano Veloso é a maior referência para o artista Ney Matogrosso - que mais tarde estrearia no grupo Secos & Molhados.


Continua cantando, gravando e fazendo declarações polemicas.
Click para ve-lo em ação.

O pianista de jazz Marcus Roberts, nasceu no 7 de Agosto de 1963, em Jacksonville, Flórida e sua musica foi extremamente influenciada pela musica gospel que sua mãe cantava no coro da igreja que frequentava. Marcus perdeu a visão quando tinha apenas 6 anos de idade. Seus pais lhe deram de presente um piano, quando ele completou oito anos e num periodo de apenas quatro anos ele se tornou auto-didata com excelente resultados.
Nesta mesma, epoca começou a tocar na igreja Batista, todos os domingos. Somente aos doze anos começou a aprender piano formalmente. Decidiu ser pianista de jazz depois d eouvir as execuções dos jazz masters Duke Ellington, Benny Goodman, Mary Lou Williams e tantos outros, pelo radio.


Clicl para ve-lo em ação tocando uma de suas canções favoritas,"Aint Misbehaving".

http://www.youtube.com/watch?v=a3vNpBWdN7s
Jazz pianist Marcus Roberts was born August 7,1963 in Jacksonville, Florida. His music has always been influenced by the early exposure to his mother's gospel singing and the music of the local church. Marcus lost his sight at age five. His parents bought him a piano when he was eight years old and he was self-taught for four years. During that time, he played in the local Baptist church every Sunday. When he was twelve years old, he started his first formal piano lessons. He decided that he wanted to be a jazz pianist after listening to the music of Duke Ellington, Benny Goodman, Mary Lou Williams and others on the radio.
After graduating from high school, Roberts left Jacksonville to attend Florida State University (FSU) where he studied classical piano with Leonidus Lipovetsky, who had been a student of the noted Russian piano teacher Rosina Lhevinne. While at FSU, Roberts won his first of many awards and competitions (the young artist's competition at the 1982 National Association of Jazz Educators annual conference). The next year he won the Great American Jazz Piano Competition, followed by first prize at the Thelonious Monk International Jazz Competition in 1987.
Marcus Roberts is known as one of the most diverse artists in jazz. He has a deep respect for the contributions and achievements of the great masters of jazz and classical music. His highly innovative and original piano style as well as his philosophy of jazz improvisation is a merging of his love for great music from every era with his own creative imagination. In his words, Roberts says, “Every time I sit down to the piano, I draw spontaneously from as much of the history of great music as I have at my fingertips.
In 2003, Roberts premiered his new arrangement of Gershwin's Concerto in F for Piano and Orchestra in Japan with the New Japan Philharmonic and then in Europe, with the Berlin Philharmonic for their annual Wäldbuhne concert. The performance with the Berlin Philharmonic was recorded and released (A Gershwin Night) in DVD format. In 2005, Roberts and his trio traveled to Matsumoto, Japan to perform and record the concerto (Decca Records, 2006) with the world-renowned Saito Kinen Festival Orchestra once again under the direction of Maestro Sei Ozawa. During that recording session, Hurricane Katrina struck the Gulf Coast of the U.S., leaving his Louisiana-based trio members in limbo. Drummer Jason Marsalis has still be unable to return to his home in New Orleans.
Another important contribution that Roberts has made to jazz music is a large body of original music. He has written numerous suites of music, such as “Romance, Swing, and the Blues”, “Deep in the Shed”, “Time and Circumstance”, “In Honor of Duke”, “From Rags to Rhythm”, and “The Sound of the Band”, as well as a very large number of original songs and arrangements. He has received various commissioning awards, including ones from Jazz at Lincoln Center, Chamber Music America, ASCAP, and the North Carolina Association of Jazz Educators.
Roberts has been instrumental to the training and development of a large number of young musicians, including such great jazz artists as trumpeters Marcus Printup and Nicholas Payton, trombonist Ronald Westray, bassist Roland Guerin and drummer Jason Marsalis. A few years ago, Roberts became more involved in the formal instruction of young musicians and composers, first serving as a “Housewright Scholar” at the School of Music at Florida State University and then joining the faculty there the next year as an Assistant Professor where he still teaches when he is not on tour.
Finally, Roberts and his trio regularly provide master classes, workshops, school shows, and residency programs all over the world. Their goal is to help to expose as many young people as possible to jazz music.
Tradução - Humberto Amorim

Thursday, August 06, 2009

BADEN POWELL, SARAVÁ!


O violonista e compositor brasileiro Baden Powell, nasceu no 6 de Agosto de 1937 no norte do estado Fluminense numa cidadezinha chamada Varre e Sai. É considerado um dos maiores violonistas de todos os tempos e um dos compositores mais expressivos da nossa música. Criador de um estilo próprio, foi o violonista mais influente de sua geração, tornando-se uma referência entre os violões havidos e a haver. Sua música rompe as barreiras que separam a música erudita da música popular, trazendo consigo as raízes afro-brasileiras e o regional brasileiro.


A música faz parte da história da sua família há algumas gerações, seu bisavô, Vicente Thomaz de Aquino, foi um fazendeiro negro que fundou talvez uma das primeiras e únicas bandas de escravos que tocavam e cantavam suas raízes.

Baden aprendeu muito rápido, estudou violão clássico pela Escola de Tárrega e participava ainda iniciante das rodas de choro organizadas pelo professor: "O Meira colocava a gente sentado em volta da mesa e eu tinha que tocar tudo de ouvido, sem direito a erro, senão o pessoal brigava!", relembrava Baden.

A prática e convivência com os melhores músicos da época lhe valeram boa parte da sua sabedoria musical. Baden era um prodígio gênial e seu talento se desenvolveu muito rápido. No ano em que completou nove anos participou do programa de calouros "Papel Carbono", apresentado por Renato Murce na Rádio Nacional, e conquistou o primeiro lugar como calouro/solista de violão, interpretando o choro "Magoado" de Dilermando Reis. Concluiu o curso de violão em quatro anos, aos treze tinha no repertório uma transcrição própria do Muoto Perpetuo de Paganini. Um dia seus pais foram chamados por Meira, que lhes disse não ter mais nada a ensinar ao jovem virtuose. A partir daí, começou a atuar profissionalmente recebendo seus primeiros cachês em bailes e festas no suburbio e na boemia Lapa. O primeiro conjunto que formou foi um trio composto por Milton Banana na bateria e Ed Lincoln ao contrabaixo.

Terminado o ginásio no Instituto Cyleno, em São Januário, Baden começou a trabalhar como músico de orquestra na Rádio Nacional, e fez excursões pelo Brasil organizadas por Renato Murce onde os convidados principais eram artistas de cinema da época como Adelaide Chiozzo, Carlos Mattos, Eliana e Cyl Farney. Durante a década de 1950 integrou o Trio do pianista Ed Lincoln, atuando na Boite Plaza em Copacabana: ponto de encontro dos amantes da boa música, entre os quais figurava um certo jovem Antonio Carlos Jobim, admirador do violonista e também atuante na noite carioca. Sua fama de exelente músico se espalhou rápido e em pouco tempo ele já era um dos músicos mais requisitados entre cantoras, como Alaíde Costa e Elizeth Cardoso, e estúdios de gravação. Nessa mesma época Baden começou a compor com seus primeiros parceiros: Nilo Queiroz, Aloysio de Oliveira, Geraldo Vandré e Ruy Guerra.


No início da década de 60, Baden tocava na boate Arpège, em Copacabana, e recebeu a visita do poetinha Vinicius de Moraes, que foi assistí-lo. A parceria Tom & Vinicius já fazia barulho e Baden ficou muito entusiasmado com o convite do poeta para que fizessem umas "musiquinhas" juntos. "O Vinicius chegou me mostrando uma letra que ele disse ter feito pra toccata 147 de Bach, Jesus Alegria dos Homens, e cantarolou: - Entre as prendas com que a natureza… Aí eu pensei que ele era maluco, hahaha!". Marcaram uns três "bolos" (encontros aos quais, um dos dois sempre faltava) e depois se trancaram no apartamento do Vinicius durante quase três meses; violão, máquina de escrever e o melhor amigo do homem, segundo Vinicius, o cão engarrafado: Whiskie. O Vinicius, que ainda era diplomata, pediu uma licensa ao Ithamaraty e ligou para os pais do Baden avisando que ele ia ficar em sua casa uns dias. Imagina, o Baden mal havia entrado na casa dos vinte e tomava guaraná! Durante esse período nacseram diversas composições, a primeira paerceria chama-se "Canção de ninar meu bem" e da mesma safra outras viraram clássicos da Bossa Nova e da MPB, como "Samba em Prelúdio", "Só por amor", "Bom dia amigo" e "O Astronauta".


E assim o movimento "Bossa Nova" ganhou uma nova vertente. O sucesso da dupla foi muito grande, Baden e Vinicius eram figurinhas fáceis no programa "O Fino da Bossa" apresentado por Elis Regina, que fez com que muitas dessas parcerias se tornassem sucessos. Conta a lenda que a letra do "Canto de Ossanha" foi escrita para Elis minutos antes de um programa ir ao ar, e ela cantou lendo o manuscrito do poeta como se já soubesse a música. A divina Elizeth Cardoso, amiga de Vinicius, também foi uma voz que imortalizou várias canções e sambas de Baden. Também Ciro Monteiro dedicou um disco à parceria chamado de "Baden e Vinicius".


Ainda durante a década de 60, Baden faz sua primeira visita à terra onde mais tarde se consagraria: a França. Na verdade, por motivos de força maior, Baden deixou de ir para os Estados Unidos, seu pai havia ficado muito doente e ele resolveu ficar no Brasil. Pouco tempo depois o “seu Tic” faleceu, deixando a lembrança de um Velho amigo, à quem Baden dedicou uma canção homônima, com letra do Vinicius.

Convencido pelo amigo, o próprio Vinicius, de que a Europa tinha muito mais a oferecer do que os EUA, o Baden trocou sua passagem Rio-NY por uma Rio-Paris e embarcou para a cidade luz. Ele permaneceu na França por vinte anos e depois mais 5 na Alemanha, ele realmente gostou de lá. O fato é que Baden se apaixonou por Paris e pelo povo francês, que o acolheu tão calorosamente. Chegando em Paris foi logo encaminhado ao Quartier Latin, bairro boêmio, onde se concentrava toda a juventude parisiense - reduto dos artistas e da efervecência cultural. Baden começou a tocar em pequenos restaurantes e bares e logo chamava atenção pela sua singularidade sonora. Ele sempre disse para estar preparado musicalmente para qualquer situação, e contava que entre duas músicas interpretava uma de suas releituras dos clássicos brasileiros como Manhã de Carnaval, captando a atenção de quem estava assistindo.

Ao final de três meses, prazo de isenção de visto concedido pela França a todo visitante, o compositor, ator e cineasta francês Pierre Barouh, que escreveu uma linda versão do "Samba da Benção" - "Samba Saravah" -, conseguiu que o Baden fizesse uma apresentação na primeira parte do show do cantor Jacques Brel. Foi a grande oportunidade de Baden: uma apresentação para um público entendido e apreciador de música. Bem como ele me aconselhou, estava mais do que pronto, e no final de seu concerto foi chamado mais 8 vezes de volta ao palco! Estavam na platéia agentes e empresários, diretores de gravadoras e jornalistas, todos impressionados e surpresos por uma música original e cheia de energia, que misturava samba com batuque, música clássica com improvisação, e lindas melodias dos já sucessos da Bossa Nova.


Aquele foi o início de sua carreira internacional, a partir dali foram uma sucessão de propostas que resultaram em vários discos, tournées pelo mundo e parcerias inesquecíveis com diversos artistas com Stéphane Grappelli, Michel Legrand, Liza Minelli e Claude Nougaro, entre outros.

Baden Powell trilhou um caminho de sucesso, respeitado e reverenciado por sua musicalidade e genialidade como instrumentista. Ganhou reconhecimento mundial, deixando seus acordes gravados no coração de vários fãs pelo mundo. Gravou mais de 70 discos e recebeu diversos prêmios pelo conjunto de sua obra, deixando um imenso legado a todos os músicos e amantes da música. Sua influência é marcante e está presente nas novas gerações de músicos, contribuindo para a evolução da música brasileira.

À Benção, Saravá Baden Powell!
Click para ve-lo solando "Tristeza"

NORMAN GRANZ, O MAGNATA DO JAZZ.


O empresario Norman Granz nasceu no 6 de Agosto 1918. Ucraniano de descendencia judaica,, foi acima de tudo, um homem de visão; um magnata do jazz que empresariava muitos artistas daquela época, inclusive Duke Ellington. Suia maior criação foram os Concertos "Jazz at Philarmonic" que envolveu de forma histórica os maiores nomes do jazz de toda uma época, que percorreu os Estados Unidos por mais de uma década..


Com uma visão semigual, quando percebeu que não havia como investir em Billie Holiday, pois esta estava recruza por vicio em drogas, foi em Ella Fitzgerald que ele viu uma mulher para mostrar ao mundo e ganhar dinheiro, através de uma série de songbooks da cantora, já popular nos EUA, que a fez pisar nos mais importantes palcos do mundo.


Norman também teve mérito ao exigir, nos contratos para apresentação de Ella, que não houvesse segregação racial em espaços reservados a negros e brancos, e lutou por essa bandeira do anti-racismo no EUA. De fato, Granz via em Ella uma mina de ouro, e foi isso que aconteceu. Ella era um poço fundo de magnitude artística e tesouro raro. Os dois ficaram multimilionários.


O que também é fato é que Ella nunca teve autonomia para escolher suas musicas, gravara o que Granz queria, mas sua gana em ser sempre aplaudida pelo publico, deixava Ella apenas com sede de ovação e nunca se importou com o que gravou; muitos a acusaram de ter sido uma cantora comercial.



Although he never contributed a note of music to jazz, Norman Granz born August 6,1918, played a major role in the history of the music. He instituted the famous Jazz At The Philarmonic concerts, launched and ran four record labels, including one of the most significant imprints in jazz, Verve Records, and managed the careers of two of its most widely known performers, Ella Fitzgerald and Oscar Peterson.


In the process, he became jazz's first official millionaire, a fact held against him in some quarters. At the same time, he fought tirelessly on behalf of both his artists and audiences, demanding the same treatment for jazz musicians as accorded to classical performers, and refusing to book his JATP tours into segregated concert halls in the 1940s, long before the major civil rights breakthroughs of subsequent decades.


Granz was of Ukranian-Jewish descent. His family had lost their business in the Depression, and he worked his way through college, then joined MGM as a film editor after his wartime military service. His passion was jazz, and he began a long involvement with the music by persuading Billy Berg, a well-known Los Angeles club owner, to allow him to promote a jam session at his club, the Trouville, on Sunday nights.


One of the conditions he imposed was that Berg abandon entirely his whites-only audience policy. The jam session proved very popular, and set the mould for most of what would follow. Granz took the idea a step further when he booked the Philharmonic Hall for a concert in July 1944, which was also a big success. The rather stuffy venue, the home of the Los Angeles Philharmonic, soon evicted the noisy jazz types, but Granz retained the name for the most successful jazz touring show of the era.


His JATP packages crisscrossed America for over a decade, ceasing only with the advent of the rock and roll era in 1957 (he continued to promote tours under that name in Europe into the 1960s). The formula was simple, but also revolutionary.


The artists would operate in the free-wheeling but competitive jam session ethos fostered in after-hours clubs, but would perform in a formal concert hall, and to a desegregated audience. If these conditions were not met, Granz would refuse to accept bookings (regardless of loss of revenue), and even went as far as cancelling a sold-out show in New Orleans because the audience had been segregated.


On stage (and in the studio), Granz encouraged the musicians to grandstand as much as their hearts desired. Musical "battles" were not only encouraged, but were positively mandatory. Critics (a breed for which Granz had only disdain) complained that much of this was crass, and with some justification, but Granz looked after his musicians in a fashion unprecedented in jazz, and audiences revelled in what he had to offer. He realised early on in the process that there might be a market for live concert recordings of the JATP experience, and scored another major ground-breaking success.


The first such recordings were leased to Asch Records in 1946, but Granz quickly set up his own label, Clef, that year. He launched a second label, Norgran, in 1953, then combined the two into Verve Records in 1956. The advent of the LP era brought Granz new successes, notably the series of near-definitive Songbook recordings he made with Ella Fitzgerald, exploring the repertoire of the great composers of the so-called Golden Age of American popular song.


Granz deserves much of the credit for establishing Fitzgerald as a major star beyond the confines of the jazz audience with these recordings, and his astute management of her career ensured that she remained there. His work with JATP and his various record labels incorporated contributions from a remarkable roster of the great jazz names of the day, including Ella Fitzgerald, Duke Ellington, Louis Armstrong, Count Basie, Charlie Parker, Billie Holiday, Oscar Peterson, Stan Getz, Art Tatum, Dizzy Gillespie, Lester Young, Roy Eldridge, Coleman Hawkins, and Illinois Jacquet, among many others.


He moved to Geneva at the end of the 1950s, and sold Verve to MGM. He continued to promote tours, acted as manager for Fitzgerald and Peterson, and collected the work of his favourite modern artists, notably Pablo Picasso.


In 1973, he returned to the record business when he launched his Pablo Records label, named after the artist. He amassed a catalogue of well over 300 albums by the time he sold the company to Fantasy Records in 1987, including Fitzgerald, Peterson, Basie and Gillespie, but also some of the most important recordings of artists like Zoot Sims, Benny Carter and Joe Pass. He added Sarah Vaughan to his roster of artists, and also released important live recordings by John Coltrane, and the first commercial recording of Duke Ellington's The Queen's Suite, originally pressed only as a private gift to its dedicatee, Queen Elizabeth. Granz himself commented on his low public profile when he acknowledged that people "see the tall old man standing next to Ella Fitzgerald, and they don't know who he is," but if his public profile remained intentionally low, his contribution to jazz was huge. He liked to get his own way, and sometimes talked his artists into unwise decisions, but few of them had anything but praise for him.


That alone makes him all but unique amongst concert promoters and record executives. Granz received few formal honours, although he did produce a classic short jazz film, Jammin' The Blues, directed by Gjon Mili, which was nominated for an Academy Award in 1944. He was offered a lifetime achievement award from the National Academy of Recording Arts and Sciences in 1994, but in a characteristic gesture, he declined to accept, saying simply "I think you guys are a little late."


Given his often rather slapdash recording techniques and amused disregard for high fidelity sound, the award might have been rather ironic. He died from complications arising from cancer, and is survived by his wife, Greta.

A cantora de jazz , compositora e atriz Anna Marie Wooldridge ou Abbey Lincoln, nasceu no 6 de Agosto de 1930 em Chicago, Illinois. Lincoln se destaca por compor e ler as suas próprias composições, sempre superando a expectativa de suas plateias.


Click para ouvi-la.

http://www.youtube.com/watch?v=i3bwbcVJCF0




Jazz vocalist, songwriter and actress Abbey Lincoln (born Anna Marie Wooldridge on August 6, 1930 in Chicago,Illinois. Lincoln is unusual in that she writes and performs her own compositions, expanding the expectations of jazz audiences.
She is one of many singers influenced by Billie Holiday. She has had a very long and productive career. She continues to perform and can often be found at the Blue Note in New York City.
With Ivan Dixon, she co-starred in Nothing But the Man (1964), an independent film written and directed byMichael Roemer. She also co-starred with Sidney Poitier and Beau Bridges in 1968's For Love of Ivy. She was nominated for a Golden Globe Award for For Love of Ivy in 1969.

Abbey Lincoln also appears in the 1956 film The Girl Can't Help It, for which she interpreted the theme song, working with Benny Carter.

She sang on the 60's landmark jazz civil rights recording, We Insist -Freedom Now Suite (1960) by jazz musician Max Roach and was married to him from 1962 to 1970. Especially since this album, Abbey Lincoln is connected to the political fight against discrimination of the coloured people of America.

She has worked with other jazz musicians like Sonny Rollins, Eric Dolphy, Coleman Hawkins, Jackie McLean, Clark Terry, Stanley Turrentine, Wynton Kelly, Cedar Walton, Joe Lovano, Pat Metheny, Ron Carter, Miles Davis and made albums with Stan Getz and Archie Shepp.

MOACIR ANDRADE,O MÁGICO DAS CORES DA FLORESTA.


O convidado do programa "Encontro com o Povo" desta quinta-feira, logo mais, a partir das 19h40, ao vivo pelo Amazon Sat, (www.amazonsat.com.br) canal 44 (aberto), canal 13 Net (fechado) é o pintor Moacir Andrade, o mágico das cores da floresta amazonica.


O pintor, desenhista, professor, intelectual e escritor Moacir Andrade nasceu em Manaus em 1927. Na arte da pintura iniciou-se como autodidata e no desenho profissionalizou-se estudando na antiga Escola Técnica Federal do Amazonas - ETFAM, em Manaus. Expôs seus primeiros desenhos e pinturas no Liceu Industrial (1941); posteriormente, no Ideal Clube, sob os auspícios do Clube da Madrugada o qual ajudou a fundar (Manaus, 1954). Clube que desenvolveu ações,com outros artistas, e iniciou e formou vários profissionais nas Belas Artes no Brasil,inclusive o marchand carioca Ricardo Barradas,no periodo que este,residiu no Estado do Amazonas,em sua temporada pelaAmazônia,à Grande e Mágica Floresta.


Moacir Andrade, expôs também na Biblioteca Pública do Amazonas (Manaus, 1956); no Museu de Arte Moderna (São Paulo, 1958); na Galeria Montmartre (Rio de Janeiro, 1959); na Galeria do Hotel Nacional (Brasília, 1965), no I Salão de Artes Plástica da Universidade Federal do Pará (1965); no I Salão de Arte Moderna de Manaus (década de 60); nas universidades americanas de Knoxville, Nashville, Union City, Jackson, Menphis e na Sala dos Representantes do Tenessee, no Congresso Nacional, em Washington (Estados Unidos da América, 1968); a convite da Fundação Cultural Brasil-Japão expôs em Tóquio, Osaka, Nara e Hiroshima (Japão, 1974); na Galeria do Hotel Meridian (Rio de Janeiro, 1991) e na Galeria Candido Portinari, na Embaixada do Brasil em Roma (1995).Atuou em iniciativas culturais importantes como a organização e criação da Pinacoteca do Estado do Amazonas (1965), da qual tornou-se seu primeiro diretor; e a criação do Museu Moacir Andrade, sob responsabilidade da ETFAM para onde doou seus acervos particulares. Figurativo, expressionista ou surrealista, Moacir Andrade retrata os temas amazônicos com paixão, buscando inspiração em suas vivências e em sua origem amazônica.



Sem qualquer dúvida, Moacir de Andrade, é a maior expressão cultural das Belas Artes da Amazônia,do século XX. Seus trabalhos são muito apreciados,pela crítica e pesquisadores, figuram em importantes Coleções Particulares , como em vários Museus públicos e privados, tanto no Brasil como no Exterior.



" O coração de Moacir Andrade, não é vermelho (...), é, sobretudo verde. Porque é banhado por todos os verdes, os verdes de todas as cores, que os seus olhos de grande artista sabem ver na floresta que ele ama (...)". diz Thiago de Mello.


Escrito por Ricardo Barradas.
Contamos com tua audiência.
Humberto Amorim
Apresentador
Livia Mendes
Produtora

Wednesday, August 05, 2009


O percussionista Airto Guimarães Moreira nasceu em 5 de agosto de 1941 em Itaiópolis, Santa Catarina. Citado como o percussionista mais importante dos anos 70, tanto pela técnica quanto pela criatividade, Airto Moreira contribuiu para fazer da percussão uma parte essencial de muitos grupos de jazz. Airto originalmente estudou guitarra e piano, mas quando passou a ser percussionista, colecionou e estudou por volta de 120 diferentes instrumentos de percussão.
Em 1968 mudou para os EUA com sua esposa, a cantora Flora Purim. Airto tocou com Miles Davis entre 1969-70, aparecendo em varias gravações (a mais notável, Live-Evil). Trabalhou um pouco com Lee Morgan em 1971, foi um dos membros fundadores do Wheather Report e em 1972 foi parte da versão inicial do Return to Forever de Chick Corea com Flora Purim.
Airto e Corea também gravaram o clássico "Capitain Marvel" com Stan Getz. Em 1973 Airto já era famoso o bastante para ter seu próprio grupo, assinou com a CTI e aparecendo em apresentações de Flora Purim. Seu primeiro álbum, "Free" (1972) seguiu uma linha de vanguarda e contou com a presença de Corea e Joe Farrell, além de outros músicos do staff da CTI. Desde então ele permaneceu em plena atividade, quase sempre na co-liderança com sua esposa e gravando como bandleader.
Entre os vários selos onde gravou, se destacam Buddah, CTI, Arista, Warner Bros, Caroline, Rykodisc, In & Out e B&W. Nem toda música que registrou como líder poderia ser chamada de jazz, mas Airto ainda permanece como um músico de qualidade nas tarefas de composição, arranjo e liderança do grupo.
Click ouvir a sua musica.

Tuesday, August 04, 2009

ALL THAT JAZZ NO FREE JAZZ FELLICE.


A banda "All That Jazz" se apresentou ontem a noite, integrando-se ao auspicioso projeto Fellice Free Jazz, com muita energia e inspiração, no bandstand do Restaurante Fellice, situado na área de lazer do Studio 5 Festival Mall.

Foram duas horas repletas de "'standards" dos Gershwins, do Casal Bergman, Cole Porter e Jerome Kern. O ponto alto da apresentação ficou por conta da homenagem prestada pelos integrantes da banda à Tony Bennett, aniversariante do dia, com a leitura de canções inesqueciveis, devidamente assinadas por ele, como I Left my Heart in San Francisco, Because of You e I'm Just a Lucky So and So.
Ponto para Gustav Cervinka, autor e liasson do projeto.
A banda ATJ volta ao palco no sábado, dia 8 do corrente, no "O Chefão", a mais nova e sofisticada casa noturna de Manaus.
Te esperamos por lá, com todo jazz!.


American jazz guitarist Mitchell Herbert (Herb) Ellis was born August 4, 1921. Growing up on the outskirts of Dallas,Texas,, Ellis first heard the electric guitar performed by eorge Barnes on a radio program. This experience is said to have inspired him to take up the guitar. He became proficient on the instrument by the time he entered North Texas State University as a music major.

Ellis majored in music, but because they did not yet have a guitar program at that time, he studied the string bass. Unfortunately, due to lack of funds, his college days were short lived. In 1941 Herb dropped out of college and toured for 6 months with a band from the University of Kansas.


In 1943 joined Glen Gray and the Casa Loma Orchestra and it was with Gray's band that he got his first recognition in the jazz magazines. After Gray's band, Ellis joined the Jimmy Dorsey band where he played some of his first recorded solos. Ellis remained with Dorsey through 1947, traveling and recording extensively, and playing in dance halls and movie palaces. Then came a turnabout that would change Ellis's career forever. Then, as pianist Lou Carter told journalist Robert Dupuis in a 1996 interview, "The Dorsey band had a six-week hole in the schedule. The three of us had played together some with the big band. John Frigo, who had already left the band, knew the owner of the Peter Stuyvesant Hotel in Buffalo. We went in there and stayed six months. And that's how the group the Soft Winds were born.



The Soft Winds was fashioned after the Nat KIng Cole Trio. They stayed together until 1952. Herb Ellis then joined the Oscar Peterson Trio (replacing Barney Kessel), forming what Scott Yanow would later on refer to as "one of the most memorable of all the piano, guitar, and bass trios in Jazz history".


Ellis became prominent after performing with the Oscar Peterson Trio from 1953 to 1958 along with pianist Peterson and bassist Ray Brown. He was a somewhat controversial member of the trio, because he was the only white person in the group in a time when racism was still very much widespread.

In addition to their great live and recorded work as the Oscar Peterson Trio, this unit served as the virtual "house rhythm section" for Norman Granz's Verve Records, supporting the likes of tenormen Ben Webster and Stan Getz, as well as trumpeters Dizzy Gillespie, Roy Eldridge, and Sweets Edison and other jazz stalwarts. With drummer Buddy Rich, they were also the backing band for popular "comeback" albums by the duet of Ella Fitzgerald and Louis Armstrong.

The trio were also the mainstays of Granz's Jazz at the Philharmonic concerts as they swept the jazz world, almost constantly touring the United States and Europe. Ellis left the Peterson Trio in November 1958, to be replaced not by a guitarist, but by drummer Ed Thigpen. The years of 1959 through 1960 found Ellis touring with Ella Fitzgerald.
Click to watch him on the bandstand with friends.
Reference - Jazz Wikipédia

A cantora Katie Eagleson nasceu no 4 de Agosto de 1953 e tem atuado no cenário musical da Filadélfia há mais de 25 anos.O estilo diversificado levou-a ao desenvolvimento de um repertório eclético, porém é na exploração do Great American Songbook que ela se supera.


Katie canta com afinco e sensibilidade emocional. Os colegas de musica, assim ciomo os aprecisadores de sua musica, elogiam o timbre de sua voz, a dicção e o swing natural que ela possui. Sua voz também já foi descrita como "soulful" e sincera. O seu vibrato causa impacto emocional no audiente.


Quando Katie canta, fica claro o respeito que ela tem, pelos compositores. A sua sinceridade sobresai quando faz a leitura das composições dos Gershwins, Cole Porter e do casal Bergmans, não importando se a letra das musicas sejam nostalgicas, romanticas ou hilárias.


Em 2007 debutou com o CD "Once Upon a Time" onde registrou com talento e energia toda a sua capacidade musical. Vale a pena a audição.



Singer Katie Eagleson was born August 4,1953 and has been singing in the Philadelphia area for over 25 years. Her varied performance experiences have led to a diverse repertoire, but it is in her interpretation of the Great American Songbook where she truly shines.


She has the ability to sing with great attention to detail coupled with emotional depth. Fellow musicians, as well as listeners, comment on Katie’s great pitch, diction, and ability to swing. At the same time, her voice has been described as “soulful” and “as though she truly means every word.” As one reviewer put it, “She displays a stunning vibrato that she uses for touching emotional impact.”

When Katie sings, it is clear that she has great respect and appreciation for the composer. Performing songs by the Gershwins, Cole Porter, Stephen Sondheim, the Bergmans, etc., she delivers the lyrics, whether sad, romantic, or funny, with great sincerity. “A song is likely to become a favorite of mine if the words express something I can sing with emotional honesty,” said Katie. “When those words are combined with well-crafted music, I think the impact of each is intensified. And that to me is magic.”

Katie began her professional career with a band that did private functions and she continues to work with several local bands in that capacity. She has also been the featured vocalist with two Big Bands. Along the way she has done recording work, singing background vocals, jingles, and demo versions for local songwriters. In the mid-eighties, Katie met her husband, Lenny Pierro, while playing in a band together. A few years later they began working together as a duo and in small ensembles at hotels and restaurants in the Philadelphia area, most notably a two and a half year run at “Between Friends” restaurant at the Wyndham Hotel. It was there that they cultivated the repertoire that eventually led to the recording of her first album.


In May 2007, Katie released her debut CD, “Once Upon A Time” recorded at Grammy Award-winning Morning Star Studios. “Making a record has been something I’ve wanted to do for about 30 years,” stated Katie. “It’s really a milestone in my life and my career. It’s been challenging, and fulfilling, and exciting to record my interpretations of these songs with such great musicians. I appreciated every minute of the experience.”



Reference -AAJ

Tradução - Humberto Amorim

Jazz saxofonist Eric Alexander was born August 4, 1968 in Galesburg, Illinois and has been exploring new musical worlds from the outset. He started out on piano as a six-year-old, took up clarinet at nine, switched to alto sax when he was 12, and converted to tenor when jazz became his obsession during his one year at the University of Indiana, Bloomington (1986-87).


At William Paterson College in New Jersey he advanced his studies under the tutelage of Mabern, Joe Lovano, Rufus Reid, and others. “The people I listened to in college are still the cats that are influencing me today,” says Alexander. “Monk, Dizzy, Sonny Stitt, Clifford Brown, Sonny Rollins, Jackie McLean, Joe Henderson--the legacy left by Bird and all the bebop pioneers, that language and that feel, that's the bread and butter of everything I do. George Coleman remains a big influence because of his very hip harmonic approach, and I'm still listening all the time to Coltrane because I feel that even in the wildest moments of his mid- to late-Sixties solos I can find these little kernels of melodic information and find ways to employ them in my own playing.”

During the 1990s, after placing second behind Joshua Redman in the 1991 Thelonious Monk International Saxophone Competition, Alexander threw himself into the whirlwind life of a professional jazz musician. He played with organ trios on the South Side of Chicago, made his recording debut in 1991 with Charles Earland, and cut his first album as leader in 1992 (Straight Up for Delmark). More recordings for Delmark, Criss Cross, and Alfa followed, leading to 1997's Man with a Horn; the 1998 collaborative quartet session with George Mraz, John Hicks, and Idris Muhammad, Solid!; and, that same year, the first recording by One For All, Alexander's ongoing band with Jim Rotondi, Steve Davis, Joe Farnsworth, Peter Washington, and Dave Hazeltine.

By now, Alexander has lost count of how many albums feature his playing; he guesses 60 or 70. While he has garnered critical acclaim from every corner, what has mattered most has been to establish his own voice within the illustrious bop-based jazz tradition.
Click to watch him with his Quartet.

Monday, August 03, 2009

TONY BENNETT,O COLECIONADOR DE GRAMMY


O cantor de jazz e pintor de renome Tony Bennett, nasceu no 3 de agosto de 1926, no bairro de Queens, em Nova York com o nome Anthony Dominick Benedetto e hoje celebra 83 anos de existência.
Durante sua brilhante carreira recebeu várias honrarias entre elas, 13 premios Grammy, o Grammy Lifetime Achievement, o Prêmio Emmy e o Cable Ace Award pelo programa especial de televisão "Live By Request", é Membro Honorário do Kennedy Center e tornou-se um NEA Jazz Master em 2006. Ano passado recebeu o premio Century Award da Billboard Magazine pela sua inestimável contribuição à musica.
Tony, feliz aniversário.!!!!!!!
Click para desfrutar de sua musica maravilhosa enquanto admira pontos pitorescos de São Francisco.
“The son of a grocer and Italian-born immigrant, Anthony Dominick Benedetto was born on August 3, 1926, in the Astoria section of Queens, New York. He attended the High School of Industrial Arts in Manhattan, where he nurtured his dual passions, singing and painting. His boyhood idols included Bing Crosby and Nat King Cole, both big influences on Bennett’s easy, natural singing style.
Tony sang while waiting tables as a teenager then performed with military bands throughout his overseas Army duty during World War II. After the war, the GI Bill enabled him to study vocal technique at the American Theatre Wing School. The first time he sang in a nightclub was 1946 when he sat in with trombonist Tyree Glenn at the Shangri-La in Astoria.
“Tony’s big break came in 1949 when comedian Bob Hope noticed him working with Pearl Bailey in Greenwich Village. As he recalls, “Bob Hope came down to check out my act. He liked my singing so much that after the show he came back to see me in my dressing room and said, ‘Come on kid, you’re going to come to the Paramount and sing with me.’ But first he told me he didn’t care for my stage name (Joe Bari) and asked me what my real name was. I told him, ‘My name is Anthony Dominick Benedetto,’ and he said, ‘We’ll call you Tony Bennett.’ And that’s how it happened. A new Americanized name, the start of a wonderful career and a glorious adventure that has continued for sixty years.”
“With worldwide record in the millions, and dozens of platinum and gold albums to his credit, Tony has received thirteen Grammy Awards as well as the prestigious Grammy Lifetime Achievement Award. The MTV generation first took Tony Bennett to heart during his appearance with the Red Hot Chili Peppers on the 1993 MTV Video Awards. He appeared on MTV Unplugged and the resulting recording of the same name garnered him the top Grammy Award for Album of the Year. “Tony Bennett has not just bridged the generation gap,” observed The New York Times, “he has demolished it. He has solidly connected with a younger crowd weaned on rock. And there have been no compromises.” Bennett credits his eldest son and manager, Danny, for his success in capturing a whole new generation of listeners.
“His initial fame came via a string of Columbia singles in the early 1950s, including such chart-toppers as “Because of You,” “Rags To Riches” and a cover of Hank Williams’ “Cold, Cold Heart.” He had place two-dozen songs in the Top 40, including “I Wanna Be Around,” “The Good Life,” “Who Can I Turn To (When Nobody Needs Me)” and his signature hit, “I Left My Heart In San Francisco,” which earned him two Grammy Awards. Tony Bennett is one of a handful of artists to have new albums chart in the 1950s, ’60s, ’70s, ’80s, ’90s, and into the new millennium.
He introduced a multitude of songs into the Great American Songbook that have since become pop music standards. He has toured the world to sold out audiences, winning rave reviews whenever he performs. Tony re-signed with Columbia Records in 1986 and released the critically acclaimed The Art Of Excellence. Since his show-stopping performance of “When Do the Bells Ring for Me,” from his Astoria album, at the 1991 Grammy Awards, he has been awarded Grammys for Steppin’ Out, Perfectly Frank, MTV Unplugged, Playin’ with My Friends, The Art of Romance and Duets: An American Classic. In celebration of his unparalleled contributions to popular music, Columbia/Legacy assembled Forty Years: The Artistry Of Tony Bennett.
The four-CD boxed set, released in 1991, chronicled the singer’s stellar recording career and documents his growth as an artist inspiring Time magazine to call the collection “… the essence of why CD boxed sets are a blessing.” Recently, thanks to Tony’s remarkable career longevity, the set has been updated and expanded, with the title changed from Forty Years to Fifty Years.
“Tony Bennett became a Kennedy Center Honoree in 2005, and was named an NEA Jazz Master in January of 2006. Last year, he was named the recipient of Billboard magazine’s elite Century Award, in honor of his outstanding contributions to music.
“Tony has received an Emmy Award and a Cable Ace Award for his groundbreaking television special, Live By Request...Tony Bennett, which featured a unique interactive format in which the viewing audience called in song requests during the program, a concept created by Bennett that has become a regular special on the A&E network. Tony has also authored three books: What My Heart Has Seen, a beautifully bound edition of his paintings published in 1996; The Good Life, his heartfelt autobiography released in 1998; and Tony Bennett In the Studio, a sumptuous salute to his dual career as singer and painter, published last year.
“Tony is a dedicated painter whose interest in art began as a child. He continues to paint every day, even while touring internationally. He has exhibited his work in galleries around the world, and was chosen to be the official artist of the 2001 Kentucky Derby, creating two paintings in celebration of the iconic event. The United Nations has commissioned two paintings from him, including one for its 50th anniversary. His original painting “Homage to Hockney” is on permanent display at the Butler Institute of American Art, and the celebrated National Arts Club in New York is home to his “Boy on Sailboat, Sydney Bay.” Most recently, his oil painting “Central Park” was accepted to the Smithsonian’s American Art Museum’s permanent collection in Washington, DC.”
NOTA DO BLOG - Hoje a noite a partir das 19h00 a banda "All That Jazz" vai festejar com a platéia presente no Fellice do Studio 5, o aniversário de Tony Bennett.

Sunday, August 02, 2009

CARL SAUNDERS, A FINE JAZZ TRUMPETER


Jazz trumpeter Carl Saunders was born August 2, 1942 in Indianopolis, Indiana. His uncle was trumpeter-bandleader Bobby Sherwood who rode high with the popular Sherwood Orchestra, having hits with "Elks Parade" and "Sherwood's Forest". His mother Gail sang for the Sherwood Orchestra and Stan Kenton, among others.


Jazz listeners living in the Los Angeles area and musicians worldwide have long known that Carl Saunders is one of the great trumpet players around today. Now with the release of five remarkable recordings (Out Of The Blue, Eclecticism, Bebop Big Band, Can You Dig Being Dug and The Lost Bill Holman Charts) Saunders’ musical talents can be heard and enjoyed by a much wider audience.

Saunders began playing trumpet in the seventh grade and he quickly found that he had a natural ability, mostly learning to play by ear and never having any lessons. He played in school bands, and after he graduating high school, his mother helped get him a job with Stan Kenton’s Orchestra when he was 18 years old. Saunders auditioned for Kenton’s band and was given a choice: wait for the first opening in the trumpet section or join the band the following week as a member of the mellophonium section. He chose the latter and spent much of 1961-62 on the road with Stan Kenton.

After spending part of 1962-63 traveling with Bobby Sherwood’s group (playing drums), Carl settled back in Las Vegas where during the next 20 years he played with a countless number of show bands, including lead trumpet with Ella Fitzgerald, Tony Bennet, and Frank Sinatra. Saunders also traveled as a lead player with Paul Anka and Robert Goulet and with such bandleaders as Si Zentner, Harry James, Maynard Ferguson, Benny Goodman and Charlie Barnet. In 1978 he also played drums one night in Las Vegas with Harry James and his band when Sonny Payne missed his plane and couldn't get to the gig.


In 1984, Carl Saunders moved to Los Angeles where he was soon playing lead trumpet with Bill Holman’s Orchestra, a position he still holds. Saunders has also worked with John Williams and the big bands of Bob Florence, Johnny Mandel, Gerald Wilson, and the Phil Norman Tentet. In 1994, he became a member of the Dave Pell Octet (in Don Fagerquist’s old chair.) In addition, he is often heard at the head of his own groups including the Carl Saunders Be Bop Big Band, his sextet and a quartet.


Each of Saunders’ CDs is a gem while being quite different from each other. Out Of The Blue has the trumpeter showcased in quartet and sextet settings. His warm tone and long melodic lines are featured on such numbers as a miraculous version of Chopin’s “Minute Waltz.” Eclecticism has Saunders joined by 25 strings and three French horns, and he overdubs sections with five trumpets.


Carl Saunders, who has inspired students and kids all over the world conducting clinics says that he gets inspiration from them because they share his energetic dedication and passion towards the creation of beautiful music.


Asked to define jazz, Carl says, "It's a combination of intellectual funk and hypnotic swinging". His five recordings show that not only is he a prolific composer but he is one of the finest jazz trumpeters of the 21st century.


Reference -AAJ


Click to watch his performance.

ALDIR BLANC, ME DÁ A PENÚLTIMA.


O compositor Aldir Blanc nasceu no 2 de agosto de 1946, no bairro Carioca do Estácio, no Rio de Janeiro. Começou a compor na adolescência, época em que também aprendeu a tocar bateria. Foi como baterista que tocou no Teatro Azul e participou do grupo Rio Bossa Trio, que mais tarde virou GB-4.


Nos anos 60 estudou medicina na universidade, especializando-se em psiquiatria. Participou de festivais, tendo classificado as composições "A Noite, A Maré e o Amor" (com Silvio da Silva Júnior) em 1968 no III Festival Internacional da Canção; outras três no II Festival Universitário de MPB, em 1969; e "Diva" (com César Costa Filho) e "Amigo É pra Essas Coisas" (com S.S. Júnior) em 1970, no V FIC e III FUMPB, respectivamente.


Participou do MAU (Movimento Artístico Universitário) com seus amigos de bairro, Ivan Lins, Gonzaguinha, César Costa Filho e Marco Aurélio, no início da década de 70. No mesmo ano, conheceu João Bosco, um de seus parceiros mais importantes e com quem conheceu os primeiros sucessos. A principal intérprete de composições da dupla foi Elis Regina, que já em 1971 gravou "Bala com Bala". Elis gravaria ainda "Mestre-sala dos Mares", "O Bêbado e a Equilibrista", "Kid Cavaquinho", "De Frente pro Crime", "Dois pra Lá, Dois pra Cá", "Rancho da Goiabada". Tendo atuação destacada na luta pelos direitos autorais, Aldir Blanc foi um dos fundadores da Sombrás (entidade que dava apoio compositores que brigavam por direitos autorais) e da Saci, Sociedade do Artista e Compositor Independente.


Em 1983 rompeu a parceria com Bosco. Com sua criatividade, riqueza e fluidez verbal, nem sempre é fácil encontrar um compositor que se adeqüe à poesia de Aldir. Teve vários outros parceiros, sendo os mais constantes Moacir Luz e Guinga. Leila Pinheiro gravou em 1996 o disco "Catavento e Girassol", exclusivamente com composições da dupla Guinga/Aldir Blanc. Com Moacir Luz e P.C. Pinheiro compôs "Saudades da Guanabara". Maurício Tapajós é o parceiro de "Querelas do Brasil". Com Guinga, além de "Catavento e Girassol", escreveu "Baião de Lacan", "Canibaile", "Chá de Panela", "O Coco do Coco" e outras. Aldir é também cronista, e escreve colunas no jornal carioca "O Dia".


Em 1996 foi lançado o disco comemorativo "Aldir Blanc - 50 Anos", com diversas participações especiais. Também foi encenado em 1999 o musical "Aldir Blanc, Um Cara Bacana", escrito por Cláudio Tovar.
Click para ouvir a musica de Aldir e João Bosco no Ziriguidum.

Fonte -CDJ

NANÁ VASCONCELOS, UM VIRTUOSO BERIMBAU


O percussionista brasileiro de renome internacional Naná Vasconcelos, nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 2 de agosto de 1944. Naná pertence àquele interminável grupo de talentosos percussionistas brasileiros que mudaram a direção e o som do jazz brasileiro na fase post-bossa nova da década de setenta.


Vasconcelos, é especialmente, um virtuoso berimbau, e também adepto de métricas pouco usuais no jazz (5/4, 7/4), mas que são freqüentemente utilizadas no nordeste brasileiro.Filho de violonista, Vasconcelos teve o seu começo na banda de seu pai, aos doze anos, tocando bongos e maracas. Levando a seção de bateria como parte de seu arsenal, Naná se mudou para o Rio na metade dos anos sessenta, se reunindo ao grupo do jovem Milton Nascimento, onde pesquisou e incorporou uma série de instrumentos de percussão.


Gato Barbieri ao escutá-lo, o convocou para para as excursões que fez na Argentina, Europa e Estados Unidos, em 1971; Nana pode ser escutado nos álbuns de Gato no selo Flying Dutchman. Logo após a excursão, Nana foi viver por dois anos em Paris, e às vezes tocava com Don Cherry na Suécia.


Em 1976, ele realizou um inesquecível álbum, em duo com o guitarrista Egberto Gismonti, "Dança Das Cabeças", o primeiro de uma série, como líder e sideman para o selo ECM. Ele se reuniu com Cherry em 1978, e com Collin Walcott, formando o Codona, um trio que tocava a fusão da música dos quatro continentes, até a morte de Walcott em 1984.


Vasconcelos se integrou ao Grupo de Pat Metheny de 1980 a 1983 como convidado especial, servindo como âncora rítmica para a música de Metheny em sua rota de influências brasileiras.


Desde então, Vasconcelos tem tocado com Don Cherry, excursionado e gravado com Jan Garbarek, e em 1995, criou um duo pouco usual com o percussionista clássico escocês Evelyn Glennie durante o Bath International Music Festival.


Click para ve-lo em ação.

NINGUÉM SEGURA ESSE NOSSO AMOR!

Apesar de todos os pesares, obrigado Fogão, pelas alegrias neste e no outro fim de semana que passou. Meus gritos de entusiasmo reprimidos pelos recentes resultados, foram todos liberados ao som do nosso hino. Vou dormir com um sorriso no meu rosto.

Pra frente Glorioso!

Humberto Amorim

Saturday, August 01, 2009

DOMINGO,THE BEATLES EM JAZZ AO MEIO DIA.

No programa "Momentos de Jazz" que vai ao ar amanhã a partir do meio-dia, em Manaus, capital brasileira do jazz, pelas ondas da Radio Amazonas FM 101,5 FM (http://www.amazonasfm.com.br/), homenagem aos quarenta anos da publicação do estrondoso CD dos The Beatles "Abbey Road" com o toque de jazz moderno, dado por consagrados do genero como Al Jarreau, Tom Scott, Chick Corea,Russ Freeman, David Benoit e Sarah Vaughn à algumas das mais belas canções compostas por Lennon/McCarthy/Harrison.


O elegante cantor e pianista de jazz Bobby Short, o ultimo grande intérprete da era de ouro da canção americana, brilhou no Hotel Carlyle situado em Nova York, durante três decadas e meia. Lembrado será sempre pela voz suave,repertório classico, e estilo elegante. Esteve várias vezes no Brasil. O registro no CD "Bobby Short Late Night at the Café Carlyle" de uma de suas famosas apresentações no point preferido do jet set novayorquino será compartilhado com os ouvintes do programa. Mais chic não dá.


O CD " Quincy Jones Explores the Music of Henry Mancini" que o produtor e bandleader Quincy produziu em 1968 foi reeditado, recentemente. Neste album, ele apresenta a sua versão criativa das canções de Henry Mancini. Lembram do Baby Elephant Walk (Passo do Elefantinho), Days of Wine and Roses, The Pink Panther? Imperdível.



Imagine o trio original de Oscar Peterson com Ed Thigpen e Ray Brown, desenvolvendo as canções inesquecíveis de Jerome Kern? Pare de imagina-las. Amanhã, no programa MDJ, a audição de cada uma delas, é garantida.



Conto com tua preciosa audiência.




O melhor ainda está por vir - The best is yet to come.




Humberto Amorim


locutor/produtor/apresentador

REGINA DEL BLUES


A cantora de blues Deitra Farr, nasceu no 1 de agosto de 1957, em Chicago, e para conhece-la, e desfrutar de sua imcomparavel musicalidade, é preciso viajar para encontra-la reinando poderosa na noite da Windy City, de quinta a sabado. Deitra não possui exposição musical na America do Sul, porem é considerada uma das melhores cantoras de blues da cidade de Chicago e já foi indicada para importantes premios entre eles, o Living Blues Critics Award, The British Blues Connection Awards e Les Trophees France Blues.
Ela não é fácil quando o assunto é o seu indiscutível talento. Começou a carreira em 1975, cantando com bandas de soul, antes de dar inicio a carreira como cantora de blues no inicio da década de 80. O segredo desta cantora reside em ter-se unido sempre, à grandes nomes do genero blues, consequentemente angariando para si, uma solida reputação artistica.


A partir de 1990 como representante do Departamento de Turismo de Chicago, direcionou a carreira para o exterior com apresentações em diversos países na Europa. Retornou para o continente europeu para uma turné de seis semanas pela Inglaterra em 2003. O jornal italiano "Pistoia La Nacionale" elegeu Deitra Farr como a Rainha dos Blues.

Mas o bom mesmo é ir para Chicago, como eu fiz, para ve-la frente a frente, no palco, cheia de talento e energia.

Click para testemunhar o seu talento.

http://www.youtube.com/watch?v=qs9iIhjBeWI



Blues Singer Deitra Farr born August 1,1957 in Chicago is considered one of Chicago’s top vocalists, fiery, energetic, and soul-stirring describes this woman, who has over the years been nominated for Traditional Female Blues artist of the year by the W.C. Handy Awards, Female Blues Artist of the year by the Living Blues Critics Awards, the British Blues Connection Awards, and the Les Trophees France Blues awards.
This Chicago native began her career in 1975, singing with local soul bands, before starting her blues career in the early 1980’s. She was the featured vocalist with the Jimmy Mayes band Mill Street Depot, and then with blues pianist Erwin Helfer’s trio.
While acquiring a reputation in the Windy City blues circles she surrounded herself with top tier musicians and the efforts paid off. She appeared on Dave Spectors “Bluebird Blues, record in ’91, “Chicago Blues Nights,” for the DIW label, and on “Chicago’s Finest Blues Ladies,” Wolf Records, all in the early ‘90’s.
From 1993 to 1996, Deitra was the lead singer with Mississippi Heat, and can be heard on their records “Learned The Hard Way,” (’93) and “Thunder In My Heart,” from ’95.
In 1997, Deitra resumed her own solo career, continuing to sing blues, while reaching back to her soul music roots. After recording on eight previous projects with others, she recorded her first solo CD, “The Search is Over,” for the London-based JSP records. In 2005, Deitra released her second JSP CD “Let it Go!”
The multi-talented Deitra Farr is also a published writer, poet, songwriter, and painter. A graduate of Columbia College (Bachelor of Arts in Journalism) Deitra has recorded many of her own compositions and has written articles for the Chicago Daily Defender, The Chicago Blues Annual, and the Italian blues magazine il Blues. Currently she has a column “Artist to Artist” in Living Blues Magazine.

In 1990, Deitra represented the Chicago Tourism Bureau in Düsseldorf, Germany and has toured England, Wales, Iceland, Finland, Norway, Canada, Holland, Belgium, France, Switzerland, Monaco, Italy, Yugoslavia, Greece, Israel, Austria, Latvia, Portugal, Sweden, Mexico, and Guadeloupe.
Deitra toured Europe with the 2000 Chicago Blues Festival with Lil Ed and the Blues Imperials.


In 2003, Deitra completed a six week British tour with Otis Grand and Bobby Parker, as the American Festival of the Blues II. She did the 2004 Chicago Blues Festival European tour with Jody Williams and Andrew “Jr. Boy” Jones. The Italian newspaper, The Pistoia La Nationale, proclaimed Deitra Farr “Regina del Blues”. Be a witness.
Tradução - Humberto Amorim

SWING DA ATJ NO VARANDÃO DO PALAZZOLO


Hoje a noite a partir das 22h00 o Varandão do Palazzolo vai entrar em ebulição com o swing contagiante da banda "All That Jazz".
Os ingredientes da apresentação serão as cancões inesqueciveis do Great American Songbook, compostas pelos monstros sagrados Cole Porter, Rodgers and Hart, Irving Berlin, Johnny Mercer, Hammerstein, Jerome Kern., Henry Mancini e tantos outros mais, desta vez para celebrar a passagem por Manaus, há um ano, de Frank Sinatra Jr., o filho da Voz, os 50 anos de saudade de Billie Holiday e o aniversario do inesquecível Johnny Hartman o senhor das "torch songs".


A banda vai contar com a honrosa participação especial do musico e maestro Claudio Abrantes.


Te esperamos por lá.


Humberto Amorim

Roger Vargas,

Leonardo Pimentel,

Guilhermino Souza,

Junior Leal.

O guitarrista e cantor de blues Robert Cray nasceu no dia 1º de agosto de 1953 em Columbus (Georgia). Pelo fato de ser filho de um militar, acompanhou a sua família nos seus diferentes destinos, inclusive Alemanha Ocidental (onde recebeu as primeiras aulas de piano). Embora seu pai fosse um grande colecionador de discos, encorajava-o que fosse uma espécie de novo Ray Charles, entretanto corriam os tempos do auge da guitarra: seus amigos da vizinhança tinham guitarra e seu som inundava as emissoras de rádio. Por isso escolheu o caminho da guitarra e começou a se apaixonar pelos bluesmen de Chigago como Magic Man e Buddy Guy. Começou tocanda na banda "One Way Street" pegou a estrada em direção ao sucesso e continua indo em frente.
O resto, meu amigo, é história.

Click para desfrutar de um music video sensacional " Nothing but a Woaman".
Robert Cray, born August 1, 1953, Columbus, Georgia,United States is an American blues musician, guitarrist, and singer. According to the book Guinness Rockopedia, "the 1980s 'blues revival' revolved around Cray. His blend of soul vocals and blues guitar work won approval from the 'old guard' - Eric Clapton, Tina Turner, Diana Ross - and a younger audience, who pushed him into the platinum bracket." Cray is a multiple Grammy Award winner.
Cray started playingguitar in his early teens. At Denbigh High School in Newport News,Virginia, his love of blues and soul music flourished as he started collecting records. Originally, he wanted to become an architect, but around the same time he began to study architectural design, he formed a localband "Steakface", described as "the best band from Lakewood you never heard of". Cray's guitar and vocals contributed greatly to Steakface's set list of songs by Jimi Hendrix, Quicksilver Messenger Service, Fleetwood Mac, The Grease Band, Blodwyn Pig, Jethro Tull, Spirit and The Faces.
By the age of twenty, Cray had seen his heroes Albert Collins, Freddie King and Muddy Waters in concert and decided to form his own band; they began playing college towns on the West Coast. Cray and his long-time bassist Richard Cousins had met in 1974. They soon joined up with Collins as his backing unit, before branching out on their own. In the 1978 film, National Lampoon's Animal House, Cray was the uncredited bassist in the house party band, Otis Day and the Knights. With keyboardist Peter Boe and drummer David Olson, they launched the Robert Cray Band in 1980 with Who's Been Talkin'. It wasrecorded during constant in the U.S. in 1978.
After several years of regional success, Cray was signed to Mercury in 1982. It was the connection with the producing and songwriting team of Bruce Bromberg and Dennis Walker at Hightone that helped to create the mold-breaking music of Bad Influence (1983) and False Accusations (1985). In 1984, The Robert Cray Band completed their first European tour to critical acclaim. Cray's participation with Albert Collins and Johnny Copeland on Showdown! (1985, Alligator) and his own 1986 album release, Strong Persuader, again produced by Walker, both received Grammy Awards, while the crossover single "Smoking Gun" gave him wider appeal and name recognition. During 1986 Cray played 170 concerts, including his seventh European tour since 1984, building on his increasing reputation in the UK.
Cray then appeared in the Chuck Berry bio-pic, Hail! Hail! Rock 'n' Roll, in 1986. One month later Cray won six W.C. Handy Awards at America's seventh National Blues ceremony. April 1987 saw Strong Persuader reach #13 in the U.S. Billboard 200 chart, becoming the first blues album to reach the U.S. Top 20 since 1972. The album went on to sell over one million copies. By now, Cray was an opening act for such major stars as Eric Clapton (who remains a friend to this day), and sold out larger venues as a solo artist. Cray appeared alongside John Lee Hooker on his album Boom Boom, playing the guitar solo in the song "Same Old Blues Again". He was also featured on the 1989 Hooker album, The Healer; he played a guitar solo on the song "Baby Lee".
Sales ticked over for Don't Be Afraid of the Dark (1988), Midnight Stroll (1990), I Was Warned (1992) and Shame + A Sin (1993), dwindling only with 1995's Some Rainy Morning. Don't Be Afraid of the Dark was recorded in Los Angeles, California, and featured David Sanborn on guest saxophone. The title song from the album won Cray his third Grammy, and he guested on Clapton's Journeyman, whilst also being on the bill at Clapton's eighteen show marathon at the Royal Albert Hall in London. In 1991 Cray was selected to present Howlin' Wolf's induction trophy to Wolf's widow, Lilly Burnett, at the sixth annual Rock and Roll Hall of Fame Awards. Later that year Cray took part in the Newport Jazz Festival with B. B. King and John Lee Hooker.
Cray was invited to play at the 'Guitar Legends' concerts inSeville,Spain at the 1992 Ecpo, where he played a signature track, "Phone Booth". Albert Collins was also on the bill on the evening of these 'Legends' gigs. Cray later joined Boz Scaggs, Johnny Rivers and The Doobie Brothers with Michael McDonald to celebrate the 25th anniversary of The Memphis Horns in Memphis, Tennessee. A Grammy was also awarded in 1997 to Cray for the Best Rock Instrumental Performance for "SRV Shuffle".
Cray continues to record and tour. He appeared at the Crossroads Guitar Festival, and supported 'Slowhand' on his 2006-2007 world tour. In Fargo, North Dakota, he joined Clapton for the Robert Johnson song that ream once recorded, "Crossroads". At Expo 2008 Cray appeared along with Bob Dylan in Zaragoza,Spain.
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